Tapa buracos em Lins joga dinheiro fora

Hoje a tarde, fazendo a habitual caminhada pela pista de cooper da cidade, tive a ingrata surpresa de me deparar com dois funcionários da prefeitura realizando de maneira errada o trabalho de tapa buracos.

Não sou engenheiro e nem especialista em asfalto, entretanto, ficou muito claro o desperdício do dinheiro público. Sem nenhuma técnica, eles simplesmente jogavam o material nos buracos e batiam com a pá, sem compactar a massa asfáltica utilizada. Assim, basta a chuva ou o trafego de automóveis sobre o buraco para destruir o trabalho feito.

Não sei quem é o responsável por esse departamento mas, certamente, ele deveria participar de treinamentos específicos para a realização desse serviço.

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Você conhece o termo “Greenwashing” ?

Se não conhece, é importante buscar informações, pois o assunto tem muito a ver com sua saúde ou suas despesas com produtos de consumo.

Mercadologicamente o termo em inglês significa “maquiagem verde”. Trata-se de uma ação de marketing na tentativa de posicionar uma marca ou produto como ecologicamente correto. Ocorre que nem sempre a promessa é verdadeira.

Um exemplo clássico está no comercial da Bombril, quando o famoso garoto propaganda da marca, Carlos Moreno, comenta que “BomBril já nasceu ecológico, é feito de aço e é muito mais higiênico. Depois que a senhora usa, ele enferruja, vira pó e some.“.

Ao final do comercial a marca apresenta o slogan “100% ecológico. Você acredita nisso?

O processo de produção de aço, principal matéria-prima do Bombril, é realizado em extrair o minério de ferro e processá-lo em altas temperaturas, o que gasta uma boa quantidade de energia e matéria prima. Os publicitários, coitados, devem achar que as palhas de aço dão em árvores que crescem nas dispensas dos supermercados, que seria a forma mais plausível de se ter um produto 100% ecológico.

Enfim, a afirmação é tão absurda que fica óbvia a intenção da marca e da agência de enganar o consumidor. Eles estão mentindo para nós sem o menor pudor. Essa é a marca que diz respeitar a mulher.

E se você acha que eles pensaram melhor e mudaram seus conceitos sobre a sustentabilidade do seu produto, dá uma olhada no que está escrito no site: “Bombril Ecológico. 100% Brasil. Você usa, joga fora, ele enferruja, se desmancha e some sem acumular bactérias e sem agredir a natureza.” e “é um produto que já nasceu ecológico graças ao minério de ferro existente em sua composição, que se degrada, vira ferrugem e desaparece na natureza, sem deixar resíduos.“.

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Toyota perde liderança global de vendas para Volkswagen em 2016

A Toyota Motor perdeu uma liderança de quatro anos nas vendas globais de veículos para a Volkswagen, segundo dados divulgados nesta segunda-feira.

 A montadora japonesa afirmou que suas vendas globais, que incluem as marcas Toyota, Lexus, Daihatsu e Hino Motors, subiram 0,2 por cento em 2016, para 10,18 milhões de veículos. O volume ficou abaixo dos 10,3 milhões divulgados pela Volkswagen, que conseguiu um recorde de vendas globais apesar do escândalo de fraude em testes de emissão de poluentes.

As vendas globais do grupo japonês foram apoiadas por um aumento de 5,5 por cento nas vendas de veículos Toyota no Japão, após lançamentos que incluíram o Prius. As vendas fora do Japão recuaram 0,6 por cento, com redução de demanda na América do Norte e Oriente Médio e África.

A Toyota, que vinha sendo maior montadora do mundo em vendas desde 2012, estima que as vendas mundiais devem subir para cerca de 10,23 milhões de veículos em 2017.

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Coca-Cola vai repor 100% da água que usa até o fim deste ano

Uma boa notícia!!

Cinco anos antes do que havia planejado, a Coca Cola Company e suas parceiras de engarrafamento esperam repor toda a água utilizada em suas fábricas até o final de 2015.

Como parte da iniciativa, a empresa se juntou a outras organizações para aumentar o acesso a água e proteger as bacias hidrográficas.

Leia a matéria na íntegra.

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Brahma recria ano novo em setembro

A Brahma criou uma ação para incentivar as pessoas a renovarem seus sonhos e acreditarem no amanhã, assim como acontece no ano novo. O objetivo é resgatar o otimismo típico dos brasileiros nas pessoas, independente do dia em que estejam. Para cativar essa atitude, a marca promoverá uma grande queima de fogos em cinco capitais brasileiras – São Paulo, Rio de Janeiro, Florianópolis, Belo Horizonte e Salvador -, no dia cinco de setembro.veroxybd.com

O ato simbólico busca mostrar que, diante da vontade de tirar planos do papel e renovar a fé, a data é o que menos importa. O show pirotécnico poderá ser acompanhado em tempo real via YouTube para todo o Brasil, assim como acontece no último dia do ano. Para acompanhar esse momento, a marca lançará uma edição especial de lata branca.

Assista ao vídeo da campanha, criada pela agência Africa.

Fonte: Mundo co Marketing, por Priscilla Oliveira | 25/08/2015.

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O sucesso das exportações depende apenas do empresário: será?

Para uma empresa tornar-se exportadora, não é necessário apenas força de vontade ou qualidade no produto, é preciso antes de tudo, um bom estudo do mercado internacional. O fato de ser uma empresa bem sucedida no mercado nacional é ponto importante, mas não suficiente para o mesmo acontecer lá fora, haja vista que o consumidor estrangeiro, muitas vezes, tem padrão de qualidade superior ao nacional, ou mesmo, tem um perfil diferenciado (o que vai exigir mudanças no produto), e isso requer um profundo estudo de mercado antes de alçar vôos.

Uma boa análise de mercado significa ter pleno conhecimento dos novos consumidores (renda, preferências, etc.), dos seus concorrentes (tamanho, marcas e capital), o investimento que terá que ser feito para esta empreitada, o retorno que ela trará, o tempo que isso levará, enfim, ter noções básicas, mas que nem todas as empresas tomam o cuidado de considerar antes de tentar se tornarem exportadoras, o que é, muitas vezes, o motivo para insucesso do negócio.

É fundamental o desenvolvimento de competências necessárias a uma boa gestão de negócios, porque a sobrevivência no mercado internacional requer competitividade como característica fundamental, já que em muitos setores, a empresa passará a concorrer com grandes multinacionais, já estabelecidas, com marcas conhecidas e de competências indiscutíveis.

Entretanto, um grande entrave à criação e manutenção de empresas exportadoras no Brasil é a falta de estímulo governamental. O atual governo freqüentemente se vangloria dos resultados atingidos no comércio exterior, mas não adota políticas que realmente favoreçam as empresas nacionais. Prega-se muito que o crédito para empresas exportadoras é fácil e rápido, o que não é verdade. É claro que o volume e as facilidades existentes hoje são maiores do que há 20 anos, mas se está longe de ser o ideal. Basta conversar com qualquer empresário exportador para ter essa certeza, a burocracia ainda é muito grande e desestimuladora de muitos investimentos.

A taxa de câmbio também é outro fator que influencia negativamente nas receitas de exportação. Na faixa de R$ 2,15 por dólar, não é muita vantagem vender ao mercado externo. Essa variável está gerando algo que pode ser perverso para o resultado da balança comercial, um aumento significativo nas importações, principalmente de bens de consumo duráveis como automóveis, eletrodomésticos e eletroeletrônicos. Muitas empresas nacionais, inclusive, estão deixando de produzir itens no país para comprá-los importados com menor custo, o que gera desemprego e menor 1 2 renda ao brasileiro. Isto está acontecendo como resultado do câmbio valorizado e de maior demanda nacional pelos produtos. As exportações estão crescendo menos que as importações. As exportações de carros, por exemplo, cresceram no primeiro trimestre do ano 12% e caíram 2,3 % no terceiro trimestre. Já as importações deste produto cresceram em valores 109% no primeiro semestre, e 200% (!) no terceiro trimestre do ano. Mesmo que o superávit no setor ainda se mantenha, os dados da diferença são alarmantes.

Isso nos faz ver claramente que o sucesso das exportações brasileiras e, conseqüentemente, dos empresários nacionais e da economia como um todo, não dependem exclusivamente da capacidade de produção e da intenção dos empresários. É fundamental que haja compartilhamento de interesses por parte do governo e, de fato, políticas pró-ativas de estímulo à exportação. Não há mágica para fazer exportar, é necessário trabalho duro e conjunto, de parceria entre governo e empresas.

Fonte: Janela Econômica – Nícia Pereira de Araujo

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