Coca-Cola vai repor 100% da água que usa até o fim deste ano

Uma boa notícia!!

Cinco anos antes do que havia planejado, a Coca Cola Company e suas parceiras de engarrafamento esperam repor toda a água utilizada em suas fábricas até o final de 2015.

Como parte da iniciativa, a empresa se juntou a outras organizações para aumentar o acesso a água e proteger as bacias hidrográficas.

Leia a matéria na íntegra.

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Brahma recria ano novo em setembro

A Brahma criou uma ação para incentivar as pessoas a renovarem seus sonhos e acreditarem no amanhã, assim como acontece no ano novo. O objetivo é resgatar o otimismo típico dos brasileiros nas pessoas, independente do dia em que estejam. Para cativar essa atitude, a marca promoverá uma grande queima de fogos em cinco capitais brasileiras – São Paulo, Rio de Janeiro, Florianópolis, Belo Horizonte e Salvador -, no dia cinco de setembro.veroxybd.com

O ato simbólico busca mostrar que, diante da vontade de tirar planos do papel e renovar a fé, a data é o que menos importa. O show pirotécnico poderá ser acompanhado em tempo real via YouTube para todo o Brasil, assim como acontece no último dia do ano. Para acompanhar esse momento, a marca lançará uma edição especial de lata branca.

Assista ao vídeo da campanha, criada pela agência Africa.

Fonte: Mundo co Marketing, por Priscilla Oliveira | 25/08/2015.

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Desperdiçadores de tempo – nossos mais novos inimigos

Muitos de nós (para não dizer “todos nós”) temos uma série de desperdiçadores de tempo que minam nossa produtividade. Por exemplo: reuniões sem foco; atrasos; interrupções; falta de prioridades; caixa de e-mail aberta 100% do tempo; alertas de redes sociais e/ou aplicativos ativados 100% do tempo;  e não dizer não. Identificou alguns desses itens na sua rotina?

A maioria das pessoas deixa para amanhã o que poderia fazer hoje e acumula tarefas mais por impulsividade do que por preguiça. Essa impulsividade torna a necessidade de resolver questões urgentes ou atender a solicitações de última hora mais forte do que o foco em uma determinada atividade.

Há quem procrastine também por não reconhecer valor nas suas atividades; por perfeccionismo (quer fazer tão bem feito que enxerga a demanda mais complexa do que realmente é); por expectativas equivocadas (acham a tarefa mais difícil do que ela é e acabam adiando o trabalho por medo de enfrentá-lo); e por medo de errar.

Tudo bem. Todo mundo (ou pelo menos quase todo mundo) já adiou a realização de uma tarefa por algum desses motivos. O problema está em esse funcionamento se tornar uma constante. Quando isso acontece, os dias ficam angustiantes diante de uma lista imensa de coisas para serem feitas e a sensação que bate é a de que não vai ser possível chegar nem na metade dela. Para aumentar a pressão, no atual cenário de negócios não há espaço para quem não for produtivo.

A solução (ou pelo menos parte dela)

Busque identificar os seus desperdiçadores de tempo e eliminá-los. Você também pode usar a tecnologia a seu favor. Há muitos aplicativos e sistemas de gestão de tempo disponíveis. E o mais importante: planeje-se! É tão essencial que pode até ajudar com os imprevistos. Uma estratégia que eu particularmente uso é destinar duas horas do meu dia para lidar com as surpresas. Assim, mesmo se elas aparecerem, não comprometem minhas atividades, minha agenda. Se não aparecem, ótimo! Fico com mais tempo para fazer o que eu quiser/precisar.

Fácil? Não. Nem um pouco. Mudar velhos hábitos e resistir à tentação de atender a demandas urgentes assim que elas aparecem não é tarefa simples. Porém, esse é o único caminho para darmos conta dos desafios de hoje sem prejudicar a qualidade do nosso trabalho nem a qualidade das nossas vidas. Pense nisso!

Fonte: exame.com/Sofia Esteves

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O sucesso das exportações depende apenas do empresário: será?

Para uma empresa tornar-se exportadora, não é necessário apenas força de vontade ou qualidade no produto, é preciso antes de tudo, um bom estudo do mercado internacional. O fato de ser uma empresa bem sucedida no mercado nacional é ponto importante, mas não suficiente para o mesmo acontecer lá fora, haja vista que o consumidor estrangeiro, muitas vezes, tem padrão de qualidade superior ao nacional, ou mesmo, tem um perfil diferenciado (o que vai exigir mudanças no produto), e isso requer um profundo estudo de mercado antes de alçar vôos.

Uma boa análise de mercado significa ter pleno conhecimento dos novos consumidores (renda, preferências, etc.), dos seus concorrentes (tamanho, marcas e capital), o investimento que terá que ser feito para esta empreitada, o retorno que ela trará, o tempo que isso levará, enfim, ter noções básicas, mas que nem todas as empresas tomam o cuidado de considerar antes de tentar se tornarem exportadoras, o que é, muitas vezes, o motivo para insucesso do negócio.

É fundamental o desenvolvimento de competências necessárias a uma boa gestão de negócios, porque a sobrevivência no mercado internacional requer competitividade como característica fundamental, já que em muitos setores, a empresa passará a concorrer com grandes multinacionais, já estabelecidas, com marcas conhecidas e de competências indiscutíveis.

Entretanto, um grande entrave à criação e manutenção de empresas exportadoras no Brasil é a falta de estímulo governamental. O atual governo freqüentemente se vangloria dos resultados atingidos no comércio exterior, mas não adota políticas que realmente favoreçam as empresas nacionais. Prega-se muito que o crédito para empresas exportadoras é fácil e rápido, o que não é verdade. É claro que o volume e as facilidades existentes hoje são maiores do que há 20 anos, mas se está longe de ser o ideal. Basta conversar com qualquer empresário exportador para ter essa certeza, a burocracia ainda é muito grande e desestimuladora de muitos investimentos.

A taxa de câmbio também é outro fator que influencia negativamente nas receitas de exportação. Na faixa de R$ 2,15 por dólar, não é muita vantagem vender ao mercado externo. Essa variável está gerando algo que pode ser perverso para o resultado da balança comercial, um aumento significativo nas importações, principalmente de bens de consumo duráveis como automóveis, eletrodomésticos e eletroeletrônicos. Muitas empresas nacionais, inclusive, estão deixando de produzir itens no país para comprá-los importados com menor custo, o que gera desemprego e menor 1 2 renda ao brasileiro. Isto está acontecendo como resultado do câmbio valorizado e de maior demanda nacional pelos produtos. As exportações estão crescendo menos que as importações. As exportações de carros, por exemplo, cresceram no primeiro trimestre do ano 12% e caíram 2,3 % no terceiro trimestre. Já as importações deste produto cresceram em valores 109% no primeiro semestre, e 200% (!) no terceiro trimestre do ano. Mesmo que o superávit no setor ainda se mantenha, os dados da diferença são alarmantes.

Isso nos faz ver claramente que o sucesso das exportações brasileiras e, conseqüentemente, dos empresários nacionais e da economia como um todo, não dependem exclusivamente da capacidade de produção e da intenção dos empresários. É fundamental que haja compartilhamento de interesses por parte do governo e, de fato, políticas pró-ativas de estímulo à exportação. Não há mágica para fazer exportar, é necessário trabalho duro e conjunto, de parceria entre governo e empresas.

Fonte: Janela Econômica – Nícia Pereira de Araujo

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O segredo do Outback para prosperar na crise brasileira

Rede mantém taxa de crescimento de 20% em abertura de unidades em 2015, ano em que completa maioridade no Brasil. País concentra restaurantes com maior receita no mundo.

O Outback Steakhouse chega à maioridade no Brasil, em 2015, preparado para encarar novos desafios. E o primeiro é a recessão econômica que vem impactando o food service em todo o país. A queda no faturamento do setor no primeiro trimestre do ano foi de 2,39%, como mostrouestudo do Mundo do Marketing. Na porta do Outback, no entanto, as longas filas de espera permanecem e sugerem que a empresa tenha sido deixada de lado do corte nos gastos das famílias. A rede mantém inalterada, também, a taxa de crescimento de 20% na abertura de novas unidades.

E o destaque não é apenas em relação aos demais restaurantes que atuam no país. As unidades brasileiras são líderes em receita e tráfego no cenário mundial, que reúne quase 1.000 pontos espalhados por 23 países. Nove lojas brasileiras ficaram entre os 10 maiores faturamentos da rede na avaliação do primeiro trimestre de 2015. O líder global de vendas e de público também é daqui: o restaurante do Shopping Center Norte, em São Paulo. O registro reforça como a marca é importante no mercado interno e faz parte do dia a dia dos consumidores, mesmo em tempos de crise como agora.

A marca mantém o atendimento e a experiência como seus principais ativos e, para se comunicar com os consumidores, tem apostado em promoções e em uma estratégia de Marketing com ativações recorrentes. “Mantemos um calendário recheado para trabalharmos ao longo do ano. Estamos atuando de forma intensa, com ativações de relacionamento, oferecendo experiência para que o consumidor possa experimentar um pouquinho do que é o Outback. Até mesmo aqueles que não estão nos restaurantes são impactados com a nossa comunicação por meio das redes sociais. Assim como no primeiro semestre, vamos continuar apostando nos vídeos como mídia para chamar ainda mais atenção dos internautas”, explica a Diretora de Marketing do Outback Steakhouse no Brasil, Paula Castellan, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Outback, Restaurante, Promoção, Crise, CrescimentoPratos compartilhados
O Outback não conta apenas com a sorte ou com um cardápio variado para continuar crescendo a passos largos. Ciente do delicado momento da economia, a rede aposta em pratos diferenciados que podem ser compartilhados como uma opção mais econômica para os consumidores. O modelo consiste na combinação de pedidos campeões de venda em uma só porção, como o Jackaroo Ribs and Steaks, que reúne a costela Junior Ribs, regada ao molho barbecue, e um filet mignon de 220 gramas, coberto de manteiga com um toque de limão. A combinação é servida com batata frita ou outro acompanhamento à escolha do cliente. No menu de bebidas, a rede criou o Margarita Trio, que consiste em três minidrinks que chegam à mesa em um suporte diferenciado. São cinco opções de sabores a serem escolhidos e divididos entre os consumidores.

Além dos pratos pensados para compartilhar com a família ou os amigos, o Outback ampliou o horário promocional. Desde o fim de julho, a Billabong Hour passou a funcionar a partir das 17:00 – antes começava às 18:00 – para atrair os consumidores que querem economizar. Durante o período, que vai até às 20:00, as bebidas custam a metade do valor. “Sabemos que a situação financeira no país como um todo piorou, mas não sentimos isso no nosso resultado. Estamos mantendo e cumprindo as nossas expectativas. Esse é um momento bem delicado, em que precisamos nos manter ainda mais ativos, mais até do que já fomos. Nossos restaurantes são conhecidos por serem um espaços de confraternização, e criamos opções para que todos possam continuar tendo acesso aos nossos produtos e serviços mesmo que não possam gastar tanto”, acrescenta a Diretora de Marketing.

Desde que chegou ao país, em novembro de 1997, quando a primeira unidade foi inaugurada na Barra da Tijuca (RJ), a empresa olha com atenção para os consumidores brasileiros a fim de surpreendê-los em toda a sua jornada no restaurante. Atento às preferências, a rede ampliou o cardápio com o Flatbread (uma espécie de pizza) e Mini Milkshake. Além disso, as quesadillas, que antes só eram oferecidas durante a Billabong Hour, passaram a compor o menu fixo de aperitivos, atendendo a pedidos dos frequentadores.

Atendimento regionalizado
Com um modelo de expansão específico, a rede opta por ter sócios proprietários em seus novos empreendimentos no lugar de abrir franquias. A particularidade permite que os espaços ofereçam um atendimento diferenciado, respeitando as características de que cada região. Com 71 empreendimentos espalhados por 35 cidades, a marca está presente em quase todas as partes do país. Apenas o Norte não foi contemplado com uma unidade até o momento, mas a região está no radar da companhia. Até o fim deste ano, a empresa espera inaugurar mais seis restaurantes em São Paulo, Goiás e Distrito Federal.

Apesar de manter o padrão de qualidade esperado pelos clientes que já conhecem a forma de atuação da rede, cruzar as divisas entre estados e regiões requer muito mais do que apenas vontade de crescer. “É um desafio, porque fomos para mercados totalmente novos. Por exemplo o Nordeste, onde, como marca, ainda não sabíamos qual seria a receptividade do consumidor, mesmo entendendo que as pessoas conhecem o Outback quando viajam. Por conta disso, há um trabalho muito focado para entender esse cliente e estamos sempre muito perto, ouvindo suas preferências e o que podemos oferecer para melhorar a vida deles. Esse toque de regionalização no atendimento e na forma de ser tem sido garantido pela forte presença dos sócios nesses locais, o que nos traz muitos resultados positivos”, acrescenta Paula Castellan.

Outback, Restaurante, Promoção, Crise, CrescimentoMarca reforça as ações de Marketing
Além de estar de atenta às características locais, a rede criou um plano de Marketing variado, apostando nas datas comemorativas para atrair os clientes. As ações reforçam o perfil comemorativo dos ambientes que remetem à Austrália e oferecem sempre atrativos para que os consumidores busquem o lugar. Em abril, os consumidores foram surpreendidos por uma promoção que os presenteava com a icônica faca utilizada nos restaurantes.

Os clientes que escolheram determinado prato ganharam a peça fabricada pela Tramontina. Em maio, as mães que comemoraram o dia delas nos restaurantes ganharam uma nécessaire. No Dia dos Namorados, a empresa ajudou dois namorados a pedirem suas respectivas parcerias em casamento. A ação serviu também para apresentar a linha de vinhos desenvolvida exclusivamente para a marca.

Em julho, no Dia do Amigo, a rede promoveu uma ação digital e ofereceu gratuitamente o primeiro chope de comemoração à data. A ação resultou em um aumento de 17% no número de clientes em uma segunda-feira. Já os pais que comemoraram o domingo deles em uma unidade ganharam um kit de porta-copos desenvolvidos em parceria com a Coca-Cola.

As ativações, no entanto, não acontecem apenas nas datas especiais. Para atrair os consumidores em dias menos movimentados, como no início da semana, a empresa promove ações nas redes sociais para estimular a visita. Nos dias 10 e 11 de agosto, por exemplo, os frequentadores que publicaram um post na fanpage da rede ganharam um upgrade na porção do Kookaburra Wings.

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Case Havaianas: reposicionamento de produto e mercado

As Havaianas, marca da São Paulo Alpargatas,  passou a viver uma trajetória de sucesso a partir do momento em que se adaptou às novas exigências do mercado.ir-leasing.ru

A fábrica da São Paulo Alpargatas, em Campina Grande-PB,  é geradora de milhares de empregos locais, que dependem especificamente do desempenho internacional das Havaianas.

Surgida em 1962, as Havaianas foram inspiradas em sandálias japonesas de nome Zori, com o diferencial de ser feita de material plástico. A ideia inicial não era criar um produto voltado para a classe média, o que não se concretizou ,  já que, em 1980, elas se tornaram, oficialmente, item de cesta básica – simples commodities.

A partir desse quadro, o objetivo da marca era ampliar ou mudar a imagem que o mercado tinha das Havaianas. O plano contou com a alteração do marketing e da marca e percepção do produto pelos consumidores. Nesse direção, mais do que mudar as Havaianas, reconhecidas como produto de qualidade, foi necessário mudar o que o público pensava sobre elas.

Em 1994 a São Paulo Alpargatas lançou as Havaianas Top, consideradas um produto diferenciado entre o tradicional e o novo, e entre o popular e o moderno. A partir desse período a marca se reinventou.

Em Campina Grande, único estado produtor da Havaianas no Brasil, a empresa tem cerca de 5.600 funcionários e produz seis pares de sandálias por segundo, o que a fez alcançar 15 milhões de pares distribuídos a aproximadamente 80 países.

Até então, suas exportações eram destinadas apenas à América do Sul. Em 2001 a marca se fez presente em todos os continentes do globo.

Em razão do rápido  crescimento das exportações, foram montados escritórios e pontos de venda no Chile, Estados Unidos e Europa. Ultimamente tem sido a Austrália o principal mercado do produto, seguida pelo Brasil, Venezuela e Colômbia.

A grande mudança se deu com a renovação das estratégias de marketing. Figuras famosas, brasileiras e estrangeiras, passaram a ser vistas as calçando as sandálias, que fizeram parte do “kit luxo” da festa do Oscar.

Jack Troult e All Ries, em seu livro As 22 consagradas leis de Marketing, diziam que “o marketing é uma batalha de percepções, e não de produtos”. Significa dizer que o que se vende não é um produto, é um estilo de vida baseado na imagem construída do Brasil – alegre, colorido, diversificado e unido.

Fonte: administradores.com (OLIVEIRA, A. C. R.; e ASSIS, M. O. E. G.)

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