…e por falar em carros, Cade investiga cartel de dispositivos para automóveis

Nas últimas décadas o Brasil tem reforçado seu perfil de país da corrupção e da impunidade. Leia a matéria abaixo.berryjam.ru

Fonte: exame.com. 

A superintendência-geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) abriu processo administrativo para apurar prática de cartel no mercado nacional de cintos de segurança, airbags e volantes de direção para automóveis.

Segundo comunicado do Cade divulgado na segunda-feira, as empresas investigadas são Autoliv do Brasil, subsidiária da sueca Autoliv, e Takata do Brasil, subsidiária da japonesa Takata.

O Cade informou que irá apurar evidências de que as empresas fixavam preços e condições comerciais utilizando-se de acordos de não concorrência e combinação de preços.

As companhias também teriam resistido às solicitações das clientes montadoras de automóveis para evitar a redução dos valores dos produtos.

As condutas anticompetitivas teriam ocorrido entre os anos de 2002 e 2011, segundo o Cade. Há ainda indícios de que a Autoliv e a Takata dividiam o mercado, tentando alocar entre elas os pedidos feitos pelos clientes.

A Autoliv do Brasil não pôde ser imediatamente contatada. A Takata do Brasil disse estar tomando todas as providências em relação ao caso e declarou que irá colaborar plenamente com as autoridades.

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Gol, o carro mais vendido está ameaçado

O império do Gol está minguando. Há quase três décadas, o modelo da Volkswagen é o carro mais popular do Brasil, mas a liderança está comprometida. Em outubro, as vendas acumuladas do Palio superaram o Gol.Os 50 carros mais vendidos em junho de 2015

No mês, o Palio chegou a 153,6 mil carros vendidos desde janeiro, e ultrapassou o Gol, com pouco mais de 153,4 mil unidades. A diferença – menos de 200 carros – pode parecer pequena, mas não para o Gol, que sempre liderou com uma folga grande do segundo lugar.VW Gol Seleção (2014)

O carro perde vendas para o Palio, da Fiat, para o Onix, hatch da General Motors, e também para carros da mesma montadora, o Up! e o Fox.

Ainda que o Gol não se mantenha na liderança, isso não é ruim. Segundo Corrado Capellano, da consultoria de Negócios Ltda, “já passamos da época de que era importante ter um produto líder”. Para ele, “dizer que a VW tinha o carro mais vendido era marketing. O que importa hoje é o volume total da montadora, seu portfólio todo”.

Leia a matéria na íntegra em exame.com.

Veja também os 25 carros que mais caíram em vendas neste ano.

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5 nomes de marcas que tiveram de se adaptar aos novos tempos

Fonte: exame.com – Guilherme Dearosports74.ru

Uma marca nasce com um belo nome. E ele parece perfeito.

Mas as décadas passam. As pessoas mudam, o mundo muda. De repente, aquele nome tão ajustado ganha um novo significado terrível ou totalmente fora de seu tempo. É preciso mudar – e rápido.

Ser obrigado a mudar nome, identidade visual e personalidade é um passo drástico e complicado para qualquer marca e empresa. Em geral, as companhias são aconselhadas a evitarem ao máximo essas mudanças.

Uma pesquisa britânica da MillwardBrown descobriu que marcas que mudam seus nomes devem esperar por uma queda imediata nas vendas, entre 5% e 20% certamente. Somente com o tempo a nova identidade pode se fortalecer e entrar na mente das pessoas.

Confira no link abaixo o que aconteceu para que essas marcas tivessem que trocar o nome:

 

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Coca-Cola cria garrafa com plástico 100% da cana-de-açúcar

A corrida pela sustentabilidade ambiental continua.

Fonte: exame.com – Guilherme Dearo

Coca-Cola anunciou no último mês que criou uma garrafa pioneira: feita de plástico 100% da cana-de-açúcar. Ou seja, o plástico derivado do petróleo ficou para trás.

A “PlantBottle” foi apresentada na Expo Milano, conferência de tecnologia e alimentação. Apesar da origem orgânica, a marca alerta: a garrafa não é comestível.Nova garrafa da Coca-Cola

De acordo com a empresa, a embalagem se parece com as tradicionais. O sistema de reciclagem é o mesmo, por exemplo. Mas com um plástico feito a partir da cana e não do petróleo, a “pegada ambiental” deixada no planeta é muito menor.

A primeira tentativa bem-sucedida da Coca-Cola de se livrar do petróleo aconteceu em 2009, quando criaram uma garrafa com 30% de plástico à base de planta.

Essa versão 30% “verde” já foi distribuída em 40 países nos últimos anos, em um total de 35 bilhões de embalagens. Nos EUA, já responde por 30% da produção. No mundo, representa 7%.

Calcula-se que, assim, 315 mil toneladas métricas de dióxido de carbono anuais foram poupadas à atmosfera. Essa quantidade de gases poluentes seria o equivalente a queimar 36 milhões de galões de gasolina (ou 743 mil barris).

Ainda não há previsão do uso das PlantBottles 100%. Mas uma empresa debiotecnologia fechou acordo com a companhia para produzir em escala comercial a invenção.

O objetivo da companhia é produzir e usar exclusivamente PlantBottles até 2020.

“A Coca-Cola está deternimada a liderar o processo para livrar a indústria das embalagens descartáveis da dependência dos combustíveis fósseis e das energias não-renováveis”, disse um representante da empresa à CNN Money.

Eles alegaram também que vão ajudar empresas como Ford, Heinz, Nike, Procter & Gamble e SeaWorld a fazerem o mesmo com seus produtos.

Brasil

O Brasil pode lucrar – e muito – com essa iniciativa verde da Coca-Cola. É que já foi anunciado que toda a cana-de-açúcar usada nessas novas garrafas vem do Brasil.

Há também material secundário indiano – restos despejado a partir do processamento da cana naquele país.

A Coca também pretende usar novas tecnologias no futuro para transformar caules, cascas e restos de frutas em plástico orgânico.

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