Alfaitaria cria terno sem bolso para combater corrupção

Terno contra corrupção: ação está sendo comentada nas ruas e nas mídias não apenas do Paraguai, mas também ganhando o mundo.

“Coloquemos a honestidade na moda“. Com este slogan forte e impactante a alfaiataria Grandes Sastrerías Robert, do Paraguai, resolveu criar uma campanha contra a corrupção.

Vale lembrar que o país já foi considerado por muito tempo como o mais corrupto da América Latina.

A ação está sendo comentada nas ruas e nas mídias não apenas do Paraguai, mas também ganhando o mundo. Mas o que a marca fez de tão especial? Simples: desenvolveu ternos e paletós sem bolso “ideias para os homens honestos”.

O nome da ousada coleção é Ibáñez, uma “homenagem” ao deputado do Partido Colorado, José Maria Ibáñez, que há poucos dias admitiu ter usado seu cargo para realizar vários atos ilegais em beneficio próprio.

A campanha também conta com outdoors em vários pontos da capital do país, além do trabalho nas redes sociais e na mídia impressa.

Se fosse tão simples assim seria ótimo. Pena que a criatividade para provocar o mal vai além do bolso de um paletó.

Confira o vídeo case da campanha:

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Será que é possível colocar um vídeo dentro de uma revista de papel?

Chevrolet mostrou que sim.

Fonte: exame.com

Chevrolet veicula vídeo dentro de revista impressa

Você já deve ter ouvido falar de anúncios que integram de maneira interessante o meio impresso com o digital.

Mas será que é possível colocar um vídeo dentro de uma revista de papel?

A nova campanha, que promove a caminhonete Colorado, utilizou um player de vídeo entre as páginas das publicações Esquire e Popular Mechanics.

Ao abrir as folhas com o anúncio, o consumidor encontra filmes de curta duração promovendo o carro.

A ação foi desenvolvida pela McCann e reproduzida em 10 mil exemplares de cada um dos títulos citados acima.

“Achamos esses filmes digitais tão impressionantes para o lançamento da Colorado que pensamos: por que não colocar o vídeo na impressão?”, disse Jill Mida, gerente da divisão de publicidade para as caminhonetes da Chevrolet.

Agência e anunciante não revelaram os valores, mas admitiram que o custo do anúncio evidentemente foi encarecido com a implementação da tecnologia.

Num cenário cada vez mais complexo para a mídia impressa, revistas, jornais e anunciantes precisam encontrar novas maneiras de se manterem atrativos.

Provavelmente colocar vídeos dentro das revistas não parece um caminho a ser replicado com frequência.

Entretanto, no caso deste anúncio da Chevrolet, apenas a mídia espontânea gerada com a ajuda da iniciativa atípica já parece ter valido a pena.

Confira o video.

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Como dar alma às marcas? Uma lição dos empreendedores.

Fonte: exame.com

O grande desejo de uma empresa é que a sua marca tenha uma alma. E a alma da marca, assim como o coração para o homem de latas da fábula do Mágico de Oz, é algo difícil de ser conquistado. Os empreendedores parecem ter um dom natural para trazer significado para seus empreendimentos, e com isso, criam marcas que envolvem e seduzem seus consumidores. Mas o que as grandes empresas podem aprender com as marcas dos empreendedores?

Em grandes empresas, a construção de marcas é um trabalho bastante complexo. Essa complexidade se dá em função dos amplos processos que são feitos para a construção da marca. Eles envolvem dezenas de pessoas, muitas vezes em diversos países diferentes. As empresas possuem grandes expectativas para essas marcas, que devem atingir um público alvo de tamanho considerável e que pode possuir diferentes características culturais. Isso faz com que os aspectos técnicos de formação de marca, como a segmentação de público, diferenciais técnicos de produtos e alinhamentos operacionais de comunicação, por vezes se sobreponham à criação de um propósito essencial. Elas nascem com muito cérebro, mas nenhum coração. E isso tende a prejudicar o surgimento desta alma mais “pessoal”, mais genuína, e que tem um maior potencial de se conectar com seus consumidores.

Nestes casos, as marcas de empreendedores acabam levando vantagem. Elas normalmente se focam num nicho específico de mercado, e os diferenciais oferecidos são pautados pela própria personalidade do empreendedor. Isso traz características humanas às marcas, e faz com que elas se conectem com consumidores de maneira muito mais pessoal, conseguindo desenvolver relacionamentos muito íntimos e intensos.

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“If I only had a heart”: muitas marcas possuem um grande cérebro, mas pouco coração.

Estas marcas de empreendedores tem muito a nos ensinar. A Interbrand, responsável por fazer o ranking das marcas globais e brasileiras mais valiosas, também entendeu a importância dessa relação pessoal estabelecida pelas marcas de empreendedores. Em 2014 ela lançou um estudo chamado de “Best Bairro Brands” sobre as marcas mais valorizadas pelos consumidores nos seus bairros, as marcas que trazem charme e identificação para a região em que estão localizadas (o estudo pode ser visto neste link).

Como estes empreendedores constroem essas marcas tão valiosas no seu âmbito regional? Eles não possuem as técnicas sofisticadas de criação e gestão do branding, então como conseguem criar essa relação que tanto tem a ensinar às grandes marcas? Eles agem de maneira intuitiva, trazem os seus próprios valores de vida para seus negócios, e quando seus valores são similares aos valores dos consumidores, levam a uma paixão que dificilmente pode ser copiada.

Mas os empreendedores também possuem dificuldades em articular estes valores, e conseguir mostra-los para os seus potenciais consumidores. Afinal, eles não são especialistas em branding. Contudo, existem algumas técnicas que podem ser adaptadas das estratégias de branding e utilizadas por eles para que possam, com um pouco de intuição e um pouco de instrução, criar marcas que possam ajuda-los a suportar os seus negócios e a criar valor. Em alguns casos, muito valor.

A marca Ben & Jerry, fundada pelos empreendedores Ben Cohen e Jerry Greenfield, foi comprada pela Unilever em 2000 por 350 milhões de dólares. A Unilever certamente sabe fazer bons sorvetes, e tem instalações, distribuição e capital suficiente para criar uma marca do zero. Então porque comprar a empresa? Justamente para ter acesso à alma da sua marca. No contrato de compra, inclusive, algumas cláusulas foram feitas para que a marca não tivesse a sua alma alterada pela multinacional. A ação “free cone day”, por exemplo, na qual eles distribuem sorvetes por um dia inteiro, começou a ser feita em 1979, pelos próprios donos.

Outros exemplos também podem ser citados de como os valores dos empreendedores foram passados às marcas, e isso fez a diferença na relação com os consumidores. A Body Shop de Anita Roddick, a Virgin de Richard Branson, a Apple de Steve Jobs. Falta às grandes marcas, especialmente, este toque pessoal.

A marca de empreendedores mostra que quando se tem uma crença pessoal, e esta crença pessoal ecoa num grande número de consumidores, ela consegue equiparar, e até superar, as técnicas e recursos das grandes empresas na busca pelo afeto dos consumidores. Neste caso, o céu é o limite.

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10 dicas para melhorar seu networking

Fonte: exame.com

Uma pesquisa da consultoria Lee Hecht Harrison feita nos Estados Unidos em 2014 mostra que 63% dos profissionais conseguem mudar de emprego por causa da indicação de um conhecido. O cultivo da rede de contatos é uma atividade essencial para a carreira, e a maioria das pessoas sabe disso — ainda mais num ano em que os laços precisam estar fortalecidos.

No entanto, por timidez, introversão ou falta de tempo, muita gente detesta fazer networking e abandona essa atividade. Para quem tem essa indisposição, o jeito é treinar até que a tarefa seja encarada com naturalidade. “É preciso exercitar o incômodo para aprender a lidar com ele em vez de simplesmente ignorá-lo”, diz Devora Zack, consultora de carreira e autora do livro Networking for ­People Who Hate Networking (“Net­working para pessoas que odeiam ­networking”, numa tradução livre, sem edição no Brasil).

Pode até parecer uma missão impossível, mas entender o net­working como um programa de academia pode contribuir para incorporar a prática sem estresse.

Timidez sob controle

A dificuldade de falar em público e de se apresentar às pessoas fez com que Sergio Mattos, de 46 anos, do Grupo Richers, empresa de consultoria do Rio de Janeiro, se sentisse paralisado.

Para lutar contra o problema, ele passou a frequentar as aulas do Clube do Networking, um local em que profissionais se reúnem para treinar técnicas de conversação, conhecer pessoas e fazer negócios. “Precisava vencer minha timidez e ver o net­working como algo natural”, afirma Sergio.

O trabalho para superar o problema foi intenso e incluiu até escaladas no Pão de Açúcar e salto de paraquedas. Com isso, ele percebeu que encarar uma plateia ou conversar com desconhecidos não é assustador. Mas, quando vai passar por situações desse tipo, ele se prepara. “Penso em jeitos de abordar temas e ensaio antes”, diz. “O início é mais complicado, mas depois ganho confiança e me solto.”

Os dez exercícios para fortalecer seus contatos

Admita que é importante

A primeira coisa é se conformar: ter uma boa rede de contatos faz a diferença e abre portas para movimentações. Além disso, conversar com pessoas de sua área ajuda a se manter informado sobre como anda o mercado em várias empresas — e a descobrir se uma vaga interessante está aberta.

Despiste o constrangimento

O networking é uma batalha para quem tem vergonha. Quando for impossível fugir do desconforto, deixe as situações o menos constrangedoras possível. “Chegar mais cedo a uma reunião, quando ainda há poucos participantes, o coloca em um ambiente calmo para conhecê-los”, afirma Devora.

Timidez não é defeito 

Não tenha receio de parecer pouco conhecido, muito menos de não estar entre os mais falantes. “Muitos têm redes imensas, porém mal nutridas”, diz Anna Cherubina, da Fundação Getulio Vargas de São Paulo. Mantenha os contatos sempre ativos para que exista de fato uma conexão.

Crie coragem 

Enfrente seus medos e prepare-se para as novidades. “A negativa já é garantida quando você não tenta”, diz Mauricio Cardoso, fundador do Clube do Networking, do Rio de Janeiro, que ajuda pessoas a desenvolver a técnica. “Invista 20 segundos de coragem para pegar o telefone e ligar para quem o atrai.”

Fale pessoalmente

As redes sociais não podem ser as únicas ferramentas de contato. “Ganha-se mais confiança pessoalmente”, diz Paulo Campos, professor do Affero Lab, de São Paulo. A internet deve ser encarada como um meio de pesquisa — dá para encontrar assuntos em comum, por exemplo.

Vá devagar

Um bom networking pode ser iniciado até com os amigos dos amigos. Dessa forma, você fica mais confortável ao não se sentir abandonado em um ambiente cheio de anônimos. “Quando não se tem traquejo, a melhor maneira de treinar é com quem você já se relaciona”, afirma Paulo Campos.

Mostre seu valor 

Na medida do possível, deixe seus interesses claros. Antes disso, dedique algum tempo a entender quais são seus pontos fortes e o que você pode oferecer às outras pessoas. Quando há troca de informações e a certeza de que um está disponível para ajudar o outro, o contato se fortalece.

Tenha disciplina 

Uma lista de contatos valiosa não cairá do céu, embora possa ser cultivada aos poucos e com pequenos passos. Uma vez estabelecida, tende a se estender com o passar do tempo. Dependerá de seu empenho em manter o relacionamento com as pessoas-chave para que sua rede continue fortalecida.

Encare como parte do trabalho

Recorrer a uma pessoa fora de seu círculo de trabalho não é errado. Se seu objetivo estiver claro e a informação a dividir não for sigilosa, não haverá problema nenhum em conversar sobre o assunto e pedir conselho a uma pessoa que você admire — mesmo sem existir, ainda, um vínculo próximo.

Ouça mais 

Quando for se encontrar com alguém pela primeira vez ou se apresentar a um contato em um evento, tente ouvir mais do que falar. Formule, de antemão, algumas perguntas que você gostaria de fazer. Isso vai demonstrar seu interesse e ajudá-lo a colher informações para os próximos encontros.

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10 notícias de marketing que você não pode deixar de ver

Fonte: exame.com

Veja a seguir as 10 notícias de Marketing que marcaram a semana:

O sapato Arezzo-Via Uno – Foi a polêmica do ano até agora. Uma consumidora de Recife descobriu, por baixo da palmilha de uma sandália Arezzo, a marca Via Uno. O episódio pegou bem mal. A empresa teve de escrever um comunicado para explicar o ocorrido.

Bonita ou normal? – Uma nova campanha da Dove resolveu refletir sobre os padrões de beleza na sociedade atual a partir de uma experiência: criar duas portas, com as placas “bonita” e “média”, e ver qual seria mais escolhida. O resultado é revelador.

Um novo nome – Algumas marcas criam seus nomes, mas não imaginam que um dia eles possam se tornar inapropriados ou até ruins. Confira alguns exemplos.

Trigêmeas – Três irmãs que ficaram famosas no YouTube após postarem uma música estrelam a nova campanha do McDonald’s para o McCafé. No vídeo, elas cantam uma “cup song”, com batuque de mãos e copos.

Para sempre na hora do intervalo – A Honda criou o primeiro comercial infinito da história usando muita tecnologia. Na televisão, ele até para nos 55 segundos, mas na internet, se você tiver tempo livre, ele não vai parar tão cedo.

Os mais influentes – Uma nova pesquisa descobriu as dez marcas mais influentes entre os brasileiros. A Samsung lidera. Google e Nestlé também aparecem na lista.

Só para homens – Seguindo o enredo da série Game Of Thrones, um game promocional da nova temporada só deixava que homens jogassem. Foi o suficiente para muita revolta e crítica.

Influências – Na Austrália, um inocente comercial foi criticado de todos os lados.Muita gente achou que era “apologia gay”. Outros, o oposto: que era uma ofensa aos gays.

Aula de conquista – A nova campanha da Pepsi traz Renato Gaúcho, que carrega a fama de conquistador, dando dicas para um rapaz tímido. A filha de Gaúcho, Carol, também aparece no vídeo.

Open Coca – Nos EUA, publicitários criaram um outdoor bem especial: ele dava Coca Zero de graça aos passantes. Tudo passava por um canudo gigante e caía em uma fonte.

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Italianos respondem com humor ao comercial do McDonald’s

Fonte exame.com

Os italianos estão em pé de guerra com o McDonald’s. Tudo por conta de um comercial de apenas vinte segundos., em que um menino desdenha da pizza e prefere um “Happy Meal”.

Os chefs locais, que defendem a tradicional pizza napolitana, ameaçaram processar a rede. Mas a resposta à empresa não demorou e veio com bom humor.

A página de culinária Le avventure culinarie di Puok e Med, de Egidio Cerrone, não perdeu tempo e postou um vídeo com a “versão italiana” do comercial. Nele, um menino está na fila de um restaurante fast food, mas faz cara feia. Ele diz ao pai que prefere uma pizza. E eles correm para a rua provar as tradicionais comidas.

O vídeo até arrisca no final, usando o famoso jingle do McDonald’s.

Mais polêmicas

As filiais do McDonald’s ao redor do mundo vêm se especializando, aparentemente, em provocar a ira da comunidade local.

Em fevereiro, o McDonald’s mexicano criou uma propaganda do McBurrito que dizia vir para substituir os tamales, comida tradicional do país e ligada a eventos religiosos.

“Os tamales são coisa do passado: McBurrito à mexicana também vem enrolado”, dizia a propaganda com a imagem do burrito.

Foi o suficiente para que todo o país se revoltasse com a empresa.

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Pode ser Pepsi? Na NBA agora pode.

Depois de 28 anos de parceria, Coca-Cola e NBA encerram o contrato.infolio-rg.ru

Melhor para a Pepsi, que agora pode encontrar no melhor basquete do mundo mais uma plataforma interessante para engajar o público e realizar as suas ativações.

Na verdade, um acordo já foi firmado com o grupo Pepsico, que além do refrigerante quer trabalhar outras de suas marcas com a liga americana de basquete, entre elas Doritos e Lipton, por exemplo.

A diversidade do portfólio da companhia, aliás, de acordo com o Adweek, foi um dos fatores que impulsionaram a negociação.

A Coca-Cola, entretanto, não deve deixar de promover a competição indiretamente, já que vários de seus patrocinados disputam a liga com grande destaque, incluindo o craque Lebron James.

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Blog de aluna do Marketing da ETEC Lins ganha espaço no circo da Fórmula 1

Danilelly Melo Moreira, está surpresa com a demanda de seu blog no meio automobilístico e conta como surgiu seu blog e o que o levou a circular nesse meio.

“Meu blog surgiu em 2011, quando ainda estava no ensino médio. Minha primeira publicação foi sobre a banda Foo Fighters. Eu não pensava em entrevistas, mas quando surgiu a oportunidade tomei gosto.

Comecei entrevistando bandas de rock, punk e pop, entre elas, Supla, Brijitte West (ex-namorada do Supla), Miss Guy, I’m From Barcelona, e a mais recente entrevista que fiz com a cantora guatemalteca Daniela Carpio.

No meu segundo ano de blog entrevistei DJs famosos e, a partir dos vários compartilhamentos, percebi a enorme repercussão. DJ Naccarati, DJ Camila Peixoto (eleita melhor DJ do Brasil), o francês DJ Zebra e também a DJ Miss Cady, cunhada de Ivete Sangalo, que já se apresentou em diversos países comandando pick-ups de festas e clubes do mais alto nível na França, Itália, Rússia, Índia, USA etc.

Hoje, a audiência do meu blog é surpreendente e as entrevistas acontecem com naturalidade. Inclusive, por algumas vezes fui procurada por pessoas do meio artístico e esportivo interessadas em dar entrevistas a mim.

Conheci muitas pessoas, principalmente do automobilismo. A maior dificuldade ainda tem sido o idioma, mas tenho conseguido me virar no inglês, o que está sendo um aprendizado emocionante.

Desde a infância fui fascinada por carros. Aos cinco anos de idade eu queria muito um carrinho azul conversível e até febre eu tive. Passou depois que o ganhei. Aos dez anos fiz um trabalho de escola cujo tema era de esporte. Escrevi sobre o automobilismo, Emerson Fittipaldi, Fangio e Ayrton Senna, que havia morrido há dez anos.

Minha primeira entrevista foi com o piloto Ingo Hoffmann, ao qual sou muito grata pela oportunidade de entrevista-lo. O contato seguinte foi com o piloto francês Yann Zimmer. Posteriormente as entrevistas foram acontecendo naturalmente. Sérgio Jimenez, Allam Khodair, Pietro Fittipaldi e pilotos internacionais como Oliver Webb (Reino Unido), Paul-Loup Chatin (França), Callan O’keeffe (África do Sul) e o Colombiano Chevy Rodriguez, considerado uma das promessas do automobilismo.

danielly_webÉ incrível que na maioria das entrevistas, os pilotos apontam Ayrton Senna como inspiração para prosseguir no automobilismo. Isso mostra o quanto ele é importante para o mundo da velocidade.

No ano passado tive a honra de entrevistar uma das maiores promessas do automobilismo brasileiro, Pietro Fittipaldi, que aos quinze anos conquistou o campeonato norte-americano na categoria Limited Model NASCAR, sendo o primeiro latino-americano a conquistar esse prêmio. Ele também recebeu o troféu revelação do clube britânico de automobilismo. Na época, quando entrevistei o Pietro, fiquei surpresa com a repercussão e descobri que o resultado contou com a colaboração de Emerson Fittipaldi, que compartilhou meu blog em seu twitter. Em poucas horas a entrevista com o neto dele teve muitas visualizações.

Outra surpresa é o fato de o meu blog ter mais visualizações em outros países do que no Brasil. O primeiro é os Estados Unidos, segundo o Reino Unido, terceiro a Alemanha e depois vem Brasil, Malásia, Ucrânia, Itália entre outros. Hoje, após quatro anos dedicados a profissão de blogueira, estou feliz pelo feedback positivo.

Mas também e impossível agradar a todos. Recentemente recebi e-mail de um jornalista me ofendendo, dizendo que eu estava roubando o lugar de quem fez jornalismo e sugerindo que eu pudesse estar saindo com essas personalidades para conseguir as entrevistas.

Quem quer algo corre atrás. Sabia que não seria fácil. Tem que saber escrever e, principalmente, conhecer sobre assunto que se quer escrever. Apesar de não ser jornalista, o destino tem sido muito carinhoso comigo. Estou muito feliz pelo que faço.”

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