Os paraquedistas já começaram a cair

Véspera de eleições e novamente nos defrontamos com cenas peculiares que se tornaram rotineiras a cada quatro anos. Além dos tradicionais e insistentes políticos profissionais, ressurgem os famosos paraquedistas que caem em nossa cidade para mendigar votos. Candidatos sem qualquer identificação ou compromisso com a cidade e que se apresentam com promessas absurdas e improváveis, que não se enquadram à realidade local.

Nem bem o TSE liberou o horário político no rádio e TV e já havia pelas principais avenidas da cidade das escolas banners e folhetos de candidatos a deputado federal e estadual. Algumas figuras totalmente desconhecidas dos eleitores linenses.

Não os conheço pessoalmente e nem é minha pretensão criticá-los apenas por não residirem no município, mas é claro e evidente de que se trata de aventureiros interessados em abocanhar votos em nossa cidade. E o pior é que conseguem.

Por outro lado, existem alguns deputados não residentes em Lins que, sistematicamente, estão na cidade mostrando a “cara” em eventos públicos e que até já conquistaram verbas para o município. Entretanto, sabemos que o compromisso prioritário deles não é nossa cidade.

Já passamos do momento de eleger um candidato próprio, mesmo que ele não seja de nossa preferência. Por estar próximo à população, tem conhecimento das demandas sociais e pode buscar meios para ajudar a cidade. Consequentemente, ele terá a confiança e a credibilidade dos eleitores. Se o parlamentar vive o seu dia a dia junto da comunidade, acompanhando de perto sua rotina, torna-se mais fácil cobrá-lo. Como diria o mestre Zagalo, “vamos ter que engolir”.

Muitas outras cidades de maior porte que a nossa sofrem do mesmo mal e podemos atribuir boa parte desse fato àquele grupo denominado de analfabetos políticos. Numa definição básica, o analfabetismo refere-se ao indivíduo que não consegue identificar o alfabeto e as regras gramaticais, o que o impossibilita entender uma leitura. Dessa forma, ele se torna presa fácil para os oportunistas de plantão e acaba por eleger um candidato por influência alheia, num gesto de total desconhecimento da importância do voto consciente.

O analfabetismo político é o mais prejudicial à sociedade, pois, da mesma forma que um eleitor analfabeto é facilmente iludido por falsas promessas, também pode eleger parlamentares sem o menor preparo ou conhecimento das leis, direitos e deveres da constituição. E quem paga por isso somos nós.eleitor

O voto consciente ainda é o melhor meio de fortalecermos a democracia e onde as pessoas expressam sua vontade ao elegerem representantes que tomam as melhores decisões em nome daqueles que os elegeram. Isto é o que definimos por democracia representativa, em que o poder de tomar decisões políticas importantes está com o cidadão, por meio de seus representantes eleitos.

Pense em sua cidade e vote consciente.

Vorlei Guimarães – 20/8/14

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Aumento de críticas nas redes sociais impulsiona uso do cliente oculto

Contratar profissional para avaliar atendimento e produtos tem se tornado uma rotina para empresas que focam na excelência para o consumidor. Estratégia cresce no Brasil.

Por Priscilla Oliveira, do Mundo do Marketing | 12/08/2014 – priscilla@mundodomarketing.com.br

 Minimizar os riscos de problemas no relacionamento com um consumidor vem sendo um dos maiores pontos de concentração de esforços das empresas. Isso porque a premissa de que uma pessoa insatisfeita tende a falar mal de uma marca para 10 amigos continua válida e foi potencializada em tempos de internet. Com as redes sociais esse número chega a ser muito maior, o que leva as companhias a observarem e se preocuparem cada vez mais com essas críticas. O cliente oculto foi uma das estratégias encontradas por grande parte do mercado para identificar cedo as possíveis falhas e as corrigirem antes de haver um estrago maior.clienteoculto

Para evitar perder o freguês, o setor de serviços é um dos que mais vem aumentando a procura por esse tipo de avaliação. Segundo uma pesquisa da US News And World Report, empresa norte-americana especializada em comportamento dos consumidores, aproximadamente 68% das pessoas não voltam à loja ou não continuam a comprar determinado produto quando o atendimento é de má qualidade. Além da avaliação interna, que é importante para o bom rendimento dos negócios, observar o concorrente também gera a resposta que se precisa para oferecer algo cada vez melhor.

Colocar o público-alvo como driver de todas as ações traz resultado e efetividade no trabalho realizado pelos funcionários. “A relevância de atuar com o cliente misterioso é indiscutível. Envolve uma questão de compliance, abordagens, de venda, conversão do produto no ponto de venda, entre outros. A área de Marketing passa a saber como está a execução do projeto dela, se está sendo bem feita. A equipe tem a informação direta de um consumidor de como está a experiência dele. É ótimo porque identifica pontos fracos e fortes de imediato”, conta Patricia Rostock, Diretora de Auditoria de Serviços da GFK, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Soluções para a empresa
Ao contratar uma pessoa para testar os serviços, uma companhia tem que estar aberta a críticas e preparada para lidar com os infortúnios que podem ser relatados. Isso porque todo e qualquer detalhe será observado por esse cliente oculto. O olhar afiado do avaliador estará presente desde a quantidade de vezes em que o telefone toca antes de ser atendido até a qualidade dos alimentos servidos.

A falha, muitas vezes, aparece nas áreas em que o executivo menos espera. O passo seguinte é tentar solucioná-la em vez de minimizá-la. “Vivemos em um business em que boa parte das marcas não ouviu falar nisso, e as que conhecem ainda não trabalham com essa estratégia. Ou acha que dá para fazer internamente ou não liga para os resultados. Os empresários precisam amadurecer, porque essa ação, além de bonificá-los, é a base para o crescimento da empresa”, conta Patricia Rostock.

Quando um relatório é entregue com os problemas apontados, surge a oportunidade de rever todo o sistema do trabalho, uma vez que as áreas de uma organização em sua totalidade são impactadas com os resultados. “Quem trabalha com excelência em atendimento sabe que falhas impactam o resultado em geral da empresa”, conta Franck Pruvost, Diretor de Operação HotelServices Polo Econômico América do Sul da Accor Hoteis, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Retorno do investimento
Independente do ramo de serviços ou porte da companhia, utilizar essa estratégia, mesmo que em casos sazonais, evita gastos desnecessários no futuro. “Constantemente procuramos esse profissional para medir a qualidade e tentarmos manter o padrão da marca. O retorno é certo. Ocorrem mudanças no que está errado e ainda nos permite dar bônus às equipes com melhores rendimentos. A neutralidade que esse cliente tem é que faz a diferença e ouvi-lo é essencial. Se a auditoria disser que algo não está certo e nós não mudarmos isso, estaremos perdendo tempo e dinheiro”, conta Franck Pruvost.

Ainda que não seja um conceito novo – o primeiro registro que se tem é datado de meados de 1920, nos Estados Unidos –, poucos são os empresários que já aderiram à essa ação. A tendência é que a metodologia, ao se tornar mais conhecida, passe a despertar cada vez mais o interesse do mercado por buscar esse avaliador externo. Se, por um lado, as companhias aderiram às mídias sociais para ouvir o que o consumidor tinha para falar delas – bem ou mal -, por outro, naturalmente elas partirão para a ação que leve ao fim das queixas.

Na era digital, em que o menor dos problemas se torna um viral, antever um problema será um dos pilares do Marketing. “Ninguém quer ver seu produto sendo alvo de críticas. Estimamos um crescimento de 70% da nossa instituição em 2014, com as empresas passando a entender essa atividade melhor. Nos últimos três anos notamos uma maior procura. Quem trabalha com hospitalidade, principalmente, vai aderir mais, além do varejo e restaurantes. Acredito que a consciência do cliente oculto esteja aparecendo agora”, conta José Worcman, Sócio-Fundador da OnYou, em entrevista ao Mundo do Marketing.

O profissional
Cada vez mais estão surgindo novas consultorias que realizam o serviço de cliente oculto para as empresas, mostrando que há espaço para investir na categoria. Na Europa, há a cultura de uso desse profissional e o crescimento anual é de cerca de 5%. No Brasil, o segmento registra aumento de 20%. A ajuda especializada e fora da área de Marketing da companhia é essencial para um estudo isento, já que fica a cargo da contratada encontrar o perfil ideal para o mercado a ser estudado.

A escolha desse consumidor-avaliador envolve variáveis e análises de mercado. Não há vínculo empregatício, uma vez que as visitas e análises duram de três horas a três dias e não há repetição de pessoas numa mesma empresa contratante. “Quando os interessados em trabalhar com pesquisa se cadastram, montamos um desenho com as características dele e associamos ao serviço que vamos avaliar. Como temos muitos candidatos, procuramos variar dando chance a cada um. O pagamento é feito como uma bonificação e varia conforme a ação. Às vezes é só ajuda de custo para ir até o local, outras é uma quantia considerável, diante do relatório que ele terá que responder”, conta Worcman.

Não são apenas as companhias que lucram com essa estratégia. Cada parecer do cliente oculto gera uma renda para ele e há pessoas que se sustentam dessa forma. “Não temos como exigir que eles façam a tarefa deles, porque são voluntários. O incentivo que damos não é como um salário, mas é para motivá-los. O mesmo indivíduo não pode fazer mais de uma pesquisa para um segmento, mas é normal que ele procure outras consultorias e faça dessa função uma renda. Existem pessoas capacitadas e especializadas em gerar relatório de atendimento. Não adianta uma marca a contratar uma pessoa para realizar o trabalho, porque ela acabará viciada nas mesmas questões”, avalia a Diretora de Auditoria de Serviços da GFK.

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Marketing? O que é mesmo?

Ainda são muitas as confusões feitas sobre o verdadeiro significado e conceito de Marketing.

Recentemente fui procurado por uma aluna que se disse chateada pelas constantes confusões relacionadas a esse profissional e suas funções, simplesmente comparando-o a um vendedor. Sem qualquer desmerecimento à função de vendedor, ela tem razão em se aborrecer, porque a definição de Marketing vai muito além dessa acanhada forma de pensar. Na realidade, a venda é resultado das estratégias de Marketing definidas para cada um dos componentes, Produto, Preço, Praça e Promoção, classificados por McCarthy como os 4 P’s de Marketing.mkt

De forma curta e grossa, podem ser explicados da seguinte maneira:

Produto: é qualquer coisa que possa ser oferecida e que satisfaça desejos e necessidades de pessoas ou empresas. Além de bens ou serviços, inclui-se também o que podemos classificar como valor agregado, ou seja, marcas, embalagens, serviços aos clientes, dentre outras características.

Preço: é o custo monetário cobrado por um produto ou serviço, ou a quantia em dinheiro utilizada para obtê-lo. Cabe ressaltar que o consumidor, ao comprar um produto, obtém também os benefícios que agregam valor a ele. Em resumo, é a percepção que o comprador tem em relação ao que acabou de adquirir. 

Praça: habitualmente está relacionado aos canais de distribuição, como o produto ou serviço estará disponível ao consumidor ou como chegará até ele.

Promoção: envolve diferentes tipos de mídias, propaganda e publicidade, relações públicas, feiras e eventos, patrocínios, dentre outros. Também abrange os tipos de promoções a serem utilizados na venda ou lançamento: sorteios, compre um e leve dois, cupons, forma de pagamento etc.

Muitos profissionais da área defendem a inclusão de um quinto P, o de Pessoas, que envolve clientes e colaboradores. Concordo, pois, pessoas são essenciais em qualquer definição estratégica.

Marketing, portanto, não é só venda ou propaganda e publicidade.  Existem muitas definições e uma delas, de acordo com American Marketing Association, “Marketing é o processo de planejar e executar a concepção, a determinação do preço, a promoção e a distribuição de ideias, bens e serviços para criar trocas que satisfaçam metas individuais e organizacionais”.

O Marketing planeja e desenvolve o produto para atender os desejos e necessidades das pessoas. A venda e a propaganda acontecem depois que o produto está pronto.

Em resumo, marketing é um conceito amplo e abrangente que as empresas devem entender para que possam se desenvolver, crescer e permanecer competitivas no mercado.

Para melhor entendimento do assunto, sugiro a leitura do livro “Marketing 3.0 – as forças que estão definindo o novo marketing centrado no ser humano”, de Philip Kotler.

Vorlei Guimarãrs

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P&G pode vender metade de suas marcas

Companhia, dona do Ariel e da fralda Pampers no Brasil, disse que pode se desfazer de até 100 produtos.

São Paulo – A Procter & Gamble, dona do sabão Ariel e da fralda Pampers no Brasil, pode vender de 90 a 100 marcas.

Procter-e-GambleO número representa cerca da metade de seu portfólio e a estratégia tem por objetivo reduzir custos, com foco em produtos mais rentáveis.

“Vamos criar uma empresa mais rentável e mais simples para gerenciar e operar, assim nosso crescimento se dará de forma mais acelerada”, afirmou Alan George Lafley, presidente da P&G, à imprensa internacional.

O executivo não revelou quais marcas podem ser vendidas, mas a ideia é ficar com os produtos que responderam por mais de 90% da companhia nos últimos três anos, entre eles, Gillette, Pantene, Oral B, Olay e Always.

O lucro líquido da Procter & Gamble subiu 38% no segundo trimestre deste ano, o quarto trimestre fiscal da empresa, totalizando 2,5 bilhões de dólares. A receita, por sua vez, caiu 0,1%, somando 20,1 bilhões de dólares.

Fonte: exame.com/negocios

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Friboi abre portas das fábricas em série de vídeos

Nos novos comerciais, funcionários das fábricas explicam processos de produção da carne.

A nova série de vídeos da marca de carne dá continuidade ao bordão que ficou famoso: é Friboi? Famílias e amigos estão reunidos em supermercado, cozinha de casa, açougue e churrasqueira, quando alguém pergunta sobre a origem do bife.

É então que as portas das fábricas se abrem, revelando como a carne é preparada. Os vídeos mostram todo o processo, da origem do gado, inspeção de qualidade, açougue, até chegar à casa dos consumidores.

Tony Ramos, garoto-propaganda da Friboi, também estrela esses vídeos de 30 segundos cada, desenvolvidos pela agência Lew´Lara\TBWA.

As etapas industriais são apresentadas e explicadas pelos próprios funcionários reais das fábricas. Como a produção não faz parte do dia a dia da população, a explicação dos funcionários é didática, curiosa e dá credibilidade à marca, diz Maria Rocha, gerente de marketing do Grupo JBS, dono da marca. Assista ao making of das gravações.

Os comerciais reforçam processos que definem uma carne de qualidade: higiene, inspeção sanitária, controle de qualidade, testes nos produtos, controle de temperatura e segurança alimentar, entre outros.

Para Maria, a produção de carne costuma ser um terreno misterioso e cheio de desconfiança, já que o consumidor não sabe de onde veio a bandeja de bifes. Por isso, a marca resolveu vender o conceito “Confiança é Friboi”, para mudar essa percepção corriqueira.

A série de quatro vídeos foi precedida por diversos outros, estrelados pelo ator Tony Ramos. Até o cantor Roberto Carlos participou da campanha. Na época de lançamento, o vídeo gerou polêmica, já que o cantor era conhecido por não ingerir carne vermelha há 30 nos. O fato de ele não comer o bife gerou desconfiança e incerteza. Porém, Maria Rocha garante: “ele comeu o bife sim! Acabou sendo flagrado.”

As campanhas fazem parte de uma nova estratégia de marketing da Friboi, que vem sendo colocada em prática há um ano e meio. Até o fim de 2014, serão investidos R$200 milhões em marketing.

Essa é a parte final de uma mudança de estratégia de toda companhia, que busca agregar valor a toda sua cadeia produtiva.

Fonte: exame.com.

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10 notícias de marketing que você talvez não tenha visto

Inovação tecnológica e histórias cativantes de vida deram o tom das campanhas publicitárias dessa semana.

Segurança. Johnson & Johnson ouve dúvidas de clientes sobre compostos perigosos nos produtos e dá figuraexemplo de RP em ação. Para demonstrar a segurança que a marca quer passar,funcionários e suas famílias dobraram mil origamis.

Gentileza. Banco canadense agradece clientes com surpresas especiais. TD Canada Trust criou um caixa eletrônico personalizado para dizer “muito obrigado” e dar presentes incríveis aos clientes.

Paixão. Histórias de amor promovem nova lavadora da Samsung. Maridos relembram a roupa que suas companheiras usaram no primeiro encontro em vídeo da ação

Digital. Pernambucanas transforma ponto de ônibus em celular gigante. Os usuários poderão tocar na tela para ativar a câmera do aparelho, tirar selfies e acessá-las no Facebook da marca, além de localizar a loja mais próxima

Inovação. Camiseta tecnológica mostra efeito de desodorante. Para apresentar sistema Motionsense de nova linha da Rexona, atividade física e transpiração de skatista são monitorados.

Bebidas. Nova máquina da PepsiCo permite personalizar refrigerantes e irá revolucionar o mercado. Consumidor pode escolher entre diversas combinações de bebidas e sabores.

Smartphones. Microsoft caçoa da Siri, da Apple, em vídeo. Comparação com Cortana, assistente pessoal do Windows Phone, deixa Siri no chinelo.

Conteúdo. Veja que dicas o Magazine Luiza dá para o social commerce. Sobre a personagem que acompanha toda a comunicação, diretor diz que “encontramos na Lu uma forma de falar mais tête-à-tête”

Humor. Oral-B faz vídeo com “bocas” de Michel Teló e Rodrigo Faro. A expectativa da marca é superar o sucesso da primeira versão, interpretada por Rodrigo Faro, que ganhou mais de 23 milhões de acessos no YouTube

Impacto. Campanha por liberdade de imprensa reproduz as armas dos jornalistas. Para defender o direito de expressão, a Associação dos Jornalistas pela Liberdade de Imprensa, no Canadá, criou campanha que transforma microfones e câmeras em armas.

Fonte: exame.com.

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12 estratégias para ter mais inteligência emocional

A má interpretação e gestão de sentimentos é epidêmica, diz especialista. Conheça algumas técnicas para lidar melhor consigo mesmo e com os outros no trabalhoNão sabe por que ficou tão chateado depois da última conversa com o seu chefe? Ficou perplexo com o mau humor do seu colega durante o almoço? Talvez a sua rotina seja marcada por menos “mistérios” se você desenvolver sua inteligência emocional.

Mas, se você fica confuso com os altos e baixos emocionais do seu ambiente de trabalho, não se preocupe: você não está sozinho.

Segundo João Marcelo Furlan, diretor executivo da Enora Leaders, a deficiência na interpretação e na gestão de sentimentos é epidêmica.

Apenas 36% das pessoas conseguem identificar suas próprias emoções, segundo um estudo feito por Travis Bradberry e Jean Greaves, autores do livro “Emotional Intelligence 2.0” (Inteligência emocional 2.0), da TalentSmart.

emocaoFeita com mais de 500 mil pessoas ao longo de uma década, a pesquisa demonstra que essa competência, além de rara, é muito valiosa. O chamado QE, ou quoeficiente emocional, está ligado a 58% do sucesso profissional em qualquer carreira.

A boa notícia, segundo Furlan, é que esse tipo de inteligência pode ser treinado. “É possível trabalhá-la em quatro eixos: autopercepção, percepção social, autogestão e gestão de relacionamentos”, afirma.

Com a ajuda de Furlan, EXAME.com listou algumas estratégias para se desenvolver em cada um desses âmbitos:

Autopercepção

1. Identifique os “gatilhos” das suas emoções. Se você tem alguma reação a um evento, pare e procure descobrir por que você está se sentindo tão nervoso ou tão aliviado, por exemplo.

2. Visite os seus valores. Saber o que é importante para você contribui para o seu autoconhecimento e ajuda a prever as suas próprias reações.

3. Procure feedback dos outros. Saber o que as pessoas pensam das suas atitudes – e estar aberto a essas opiniões – ajuda a conhecer melhor o seu próprio modo de ser.

Autogestão

4. Conte até dez. Para “esfriar o sistema” e elevar o nível das suas respostas, a dica é esperar um tempo antes de agir. Atrasar a sua reação emocional pode evitar desgastes desnecessários causados por uma “explosão”.

5. “Durma sobre o problema”. Deixar uma decisão difícil para o dia seguinte, após uma noite de sono restauradora, pode arejar as ideias e garantir um comportamento mais tranquilo.

6. Saiba que as mudanças estão “na esquina”. A consciência de que os vínculos e os conflitos são passageiros aumenta a sua resiliência. Você aguenta melhor o impacto dos problemas se sabe que eles vão ter fim.


Percepção social

7. Chame as pessoas pelo nome. O hábito desarma e faz o outro “baixar a guarda”.  Com esse vínculo criado, você terá um acesso mais fácil às emoções alheias.

8. Limpe a mente de distrações ao interagir socialmente. Esqueça o resto das suas preocupações e fixe a sua atenção na outra pessoa. Isso porque é impossível perceber as emoções do outro se você não é capaz de ouvi-lo.

9. Observe as pessoas. Quando você não estiver participando de uma cena, assista a ela. Estudar o modo como os outros falam, riem e interagem pode dar dicas valiosíssimas sobre como se relacionar com eles.


Gestão de relacionamentos

10. Seja curioso a respeito dos outros. Se você demonstra interesse em conhecer uma pessoa, cresce exponencialmente a sua capacidade de influenciá-la no ambiente de trabalho.

11. Explique as suas decisões, não apenas tome-as. Comunicar frequentemente os motivos das suas atitudes contribui para que os outros compreendam você e se tornem seus aliados.

12. Use expressões para a correção de conflitos. Pedir desculpas nunca é demais. Outra dica é trazer para si o motivo da briga no discurso. É melhor dizer uma frase como “eu fiz algo que afetou você” do que “você fez algo que me afetou”. Se o outro entende que você não o culpa pelo problema, aumentam as chances de reconciliação.

Fonte: exame.com – Cláudia Gasparine

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Empresa de sucos naturais lança pulseira inteligente

O dispositivo mede movimento do corpo e capta informações como tempo ativo, calorias gastas, contagem de passos, distâncias percorridas e qualidade de sono.

Pense rápido: se você fundou uma marca de sucos que defende um produto 100% natural, que tipo de ação lançaria para divulgar o produto? Para o pessoal da Do Bem, a resposta foi: uma pulseira inteligente para ajudar os consumidores a cuidarem da saúde.

pulseiraA marca carioca, que nasceu em 2009, foi uma das primeiras a apostar em sucos 100% naturais. Agora, a Do Bem anuncia a Do Bem Máquina. Segundo comunicado da própria empresa, trata-se da primeira pulseira inteligente, produzida por uma companhia brasileira.

O dispositivo mede o movimento do corpo, captando informações como tempo ativo continuo, calorias gastas, contagem de passos, distâncias percorridas e ainda a qualidade de sono.

De acordo com o idealizador da empresa, Marcos Leta, 2014 representa um marco na trajetória da marca. “Chegou o momento de elevar para outro patamar a indústria brasileira. Nossa missão a partir deste ano não será mais apenas oferecer bebidas verdadeiras, e sim, deixar os corpos saudáveis”, explica Marcos.
O acessório funciona através da captação de dados coletados por sensores localizados na pulseira. As informações são transmitidas para smartphones (compatível com iPhone 4S ou superiores), através da tecnologia Bluetooth Smart, que ainda garante uma bateria de longa duração de até sete dias.

No celular, as informações ficam armazenadas no aplicativo da Do Bem Máquina, que também apresenta inovações, com gráficos simplificados, facilitando a interação com o usuário.
Entre os demais diferenciais da pulseira está o material com que ela é produzida, um silicone altamente maleável e flexível, que, segundo a fabricante, não incomoda no pulso, além de não irritar a pele.

O gadget também é resistente à água e pode ser utilizado durante o banho ou na chuva, sem riscos de danos.
O produto custa R$ 299 e pode ser comprado neste site. O produto é um pouco mais barato que a famosa Nike Fuelband que pode ser comprada no Mercado Livre por valores que variam entre R$ 450 e R$ 650.
Veja o filme que explica o conceito do produto.

Fonte: exame.com

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Apesar da crise, cresce valor dos clubes brasileiros

30 clubes abordados valem R$ 7,39 bilhões, crescimento de 19% em relação a 2013

Os clubes de futebol do Brasil continuam com o pires na mão e em busca de socorro para ao menos amenizar a crise financeira em que estão metidos. A aposta da vez é o Proforte, projeto cuja aprovação está sendo encaminhada pelo governo e que vai refinanciar as dívidas tributárias. No entanto, continuam sendo valorizados. É o que conclui estudo sobre o valor das marcas dos clubes brasileiros realizado pela BDO.

corinthiansO trabalho feito pelo sétimo ano seguido pela empresa de consultoria e auditoria mostra que os 30 clubes abordados valem R$ 7,39 bilhões, crescimento de 19% em relação a 2013 e de 76% nos últimos cinco anos. O Corinthians permanece como a marca mais valiosa, com R$ 1.236,1 bilhão ante R$ 1.006,1 do Flamengo.

A avaliação teve como base 21 diferentes variáveis, entre elas dados financeiros retirados dos balanços, informações referentes ao marketing dos clubes e pesquisas que aferiram hábitos, características e poder aquisitivo dos torcedores. E concluiu que a evolução está ligada a fatores como o aumento das cotas de TV, melhora na receita com marketing e ampliação dos programas de sócio-torcedor, entre vários outros.

O valor da marca de um clube é determinado, em última instância, pelo seu potencial de exploração comercial. E apesar da ducha de água fria representada pelo fracasso da seleção brasileira na Copa, o mercado permanece favorável para a valorização, desde que os encarregados pelos clubes conheçam o mercado e saibam explorá-lo.

Pedro Daniel, gerente da área Esporte Total da BDO e responsável pelo estudo, considera, porém, que os clubes precisam aprofundar essa exploração. E, apesar do crescimento constante, ele observou um dado preocupante no último estudo.

“Não ocorreu nenhum grande negócio de patrocínio nos últimos tempos, fora os ligados às empresas estatais”, disse, referindo-se às parcerias como as da Caixa Econômica Federal com Corinthians e Flamengo.

Fonte: exame.com

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Samsung marca estreia em linha branca com campanha emocional

Amigos, vejam abaixo uma estratégia incrível da Samsung para ganhar a confiança dos consumidores em um produto novo. Esse é o verdadeiro exemplo do Marketing 3.0, que as marcas buscam encantar as pessoas.

mkt_3.0A campanha é baseada em histórias reais e retrata a relação de amor entre os consumidores e suas roupas.

Para marcar a sua chegada à categoria de linha branca, que precisa de alto poder de engajamento para fidelizar consumidores, a Samsung aposta numa campanha emocional.

O primeiro filme desse novo momento de comunicação da marca com o público é “Primeiro encontro”, que tem como protagonistas a lava e seca Ecobubble Samsung e a história de amor de três casais.

Desenvolvida pela agência Cheil, em parceria com a Hungry Man, a campanha é baseada em histórias reais e retrata a relação de amor entre os consumidores e suas roupas.

Três casais relatam suas experiências do primeiro encontro com seus parceiros.

O vídeo começa com as mulheres acreditando que os homens não tem memória afetiva e, por este motivo, não se lembram da roupa que elas usavam no primeiro encontro.

Em seguida, provando o contrário, os maridos descrevem, em detalhes a roupa que as mesmas usaram neste dia.

O vídeo continua com a preparação de uma surpresa organizada pelos maridos: eles escrevem uma carta de amor para suas amadas e separam a roupa que elas usaram no primeiro encontro.

Ao entrar em casa, as mulheres se deparam com a Lava e Seca Ecobubble Samsung e a reação das próximas cenas é registrada por câmeras escondidas.

“Para a primeira campanha de linha branca da Samsung, escolhemos a Lava e Seca Ecobubble, que já é reconhecida no mercado pelos seus benefícios, design e eficiência energética. Além de falar do produto, queríamos mostrar ao público como a Samsung leva a sério o cuidado com as roupas e desenvolve tecnologias que refletem essa característica”, afirma Elaine Ishibashi, gerente sênior de Marketing de Consumer Eletronics da Samsung Brasil.

Veja o filme

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