O que você precisa saber sobre a revolução tecnológica no Marketing

Equipes ganham novas competências para atuar em quatro pilares: cloud computing, Big Data, mobile e social. A partir de 2015, CMOs devem gastar mais com TI do que CIOs

 Por Renata Leite, do Mundo do Marketing | 24/04/2014 – renata.leite@mundodomarketing.com.br

 Se há bem pouco tempo ninguém havia ouvido falar sobre Big Data, hoje ele está presente nas conversas – e nos investimentos – de qualquer grande departamento de Marketing. Os velhos bancos de dados cresceram e ganharam complexidade, possibilitando às ações se tornarem mais inteligentes. Em paralelo, significativa parte das vendas e da decisão de compra saiu do meio físico e mergulhou no e-commerce. O resultado de todas essas mudanças tirou do setor de TI a exclusividade em lidar com a tecnologia, já que agora ela está entranhada na comunicação. Assustados ou não, profissionais de Marketing precisam entender as diversas ferramentas disponíveis.

O programa tweet-a-coffe da Starbucks comprova como a tecnologia pode se tornar uma importante aliada ao incremento das vendas. A cafeteria passou a permitir, em meados de outubro do ano passado, que consumidores presenteassem amigos via Twitter com US$ 5 para uso na rede. Segundo o monitoramento da empresa de pesquisa Keyhole, em apenas um mês US$ 180 mil foram enviados. O retorno se torna ainda mais considerável diante do provável baixo investimento do programa, inicialmente disponível nos EUA e depois expandido para algumas lojas no Canadá.

A mecânica da ação para usuários é bastante simples: basta colocar @tweetacoffee e o perfil de um amigo num tweet. Já a tecnologia por trás do programa, que foi premiado nos EUA, não é tão simples assim. “Foi preciso integrar o cartão de crédito do usuário à conta dele no Twitter e ao Starbucks, o que exige programação. Depois, devem ter sido utilizadas ferramentas de geomarketing, para uma segmentação por localização. Houve utilização ainda de API (Application Programming Interface) para integração com a rede social e, no fim, há o uso de analytics para se levantar a taxa de conversão”, enumera Rodrigo Tafner, Coordenador do novo curso de graduação em Sistemas de Informação em Comunicação e Gestão da ESPM SP, em entrevista ao Mundo do Marketing.

 Novas competências na equipe

O grande desafio atual é enxergar as oportunidades e a funcionalidade por trás da tecnologia numa visão de negócio. “Cerca de 90% das ações que visam gerar engajamento, interação e experiência vão acontecer sustentadas pela tecnologia. Hoje, um gestor do departamento de Marketing precisa ter em sua equipe um cientista de dados, com conhecimento amplo em banco de dados e estatística, e um programador que esteja longe do perfil antigo, daquele quase autista, mas que consiga enxergar o uso para que um trabalho foi executado, com visão crítica sobre ele”, ressalta Tafner.

O céu é o limite quando o assunto são as possibilidades de aproveitamento da tecnologia no dia a dia dos profissionais de Marketing. Esses executivos inclusive ganham ainda mais destaque na formulação de estratégias para a empresa, mas devem estar atentos às novas habilidades que passam a ser demandadas da equipe. Conhecimentos em digital e redes sociais são imprescindíveis. O profissional deve ter também capacidade analítica para interpretar os dados e orientar o criativo para desenvolver a ação. Aqueles que já estão no mercado devem também desenvolver mais habilidades em tecnologia.

Somente com essas competências os departamentos brasileiros poderão alcançar os resultados que já vêm sendo obtidos no exterior, em especial nos Estados Unidos e na Europa. O que se vê aqui, muitas vezes, são ações analógicas adaptadas à web, enquanto a tecnologia atual permite que os modelos sejam inteiramente repensados. Uma ferramenta ainda pouco utilizada é a chamada inteligência mobile. Ela possibilita que banners e anúncios sejam exibidos em smartphones em determinada área geográfica restrita e num período determinado.

 Performance por clique

O uso desse recurso é capaz de aumentar a performance por clique. “Combinando dados disponíveis às operadoras de celular, é possível saber a qual antena o usuário está conectado e até qual aparelho de celular ele tem. Uma ação georreferenciada interessante foi realizada pela Sky, levando-a a ter uma performance de até 12%, quando a média fica entre 4,5% e 8% de conversão. O banner para ligar para a central de relacionamento e fazer a assinatura aparecia para potenciais clientes em momentos e locais em que o serviço de concorrentes  apresentava problemas. Também eram necessários três cliques para ocorrer a ligação, evitando assim o chamado fat finger, em que a pessoa clica sem querer”, relata Tafner.

Se não for por local, o filtro pode ser o perfil do consumidor alvo do negócio. O uso do Big Data já viabiliza a compra programática, ou automatização da compra de mídia, que permite à empresa escolher para quem seu anúncio vai aparecer, em vez de em quais portais. “Nos Estados Unidos e na Europa, esse recurso já está bem difundido, principalmente entre as companhias maiores, já que demanda altos investimentos. Também vi, em São Francisco, a possibilidade de se acionar uma campanha no Facebook cinco segundos após a veiculação na TV de um anúncio da mesma empresa, com público-alvo segmentado. Essa tecnologia pode gerar aumento de até 60% nos cliques”, destaca Vitor Elman, Fundador da Cappuccino, em entrevista ao Mundo do Marketing.

As novas ferramentas, em parte, ainda não chegaram ao Brasil muito por conta dos baixos investimentos dos executivos daqui. Ainda há receio de redirecionar parte do orçamento para elas e tirar, por exemplo, da publicidade tradicional, como os anúncios de televisão. Há alguns anos, para posicionar uma marca, bastava fazer uma ação forte nas mídias de massa e assistir ao impacto emocional gerado nos consumidores. Isso hoje ainda é importante, mas passou a fazer parte da conquista do público cada vez mais exigente também a oferta de personalização e inovação, para a qual o uso de tecnologias avançadas é indispensável.

 Do analytics à automação

O meio digital oferece um número de dados tão grande que o ser humano não é mais capaz de analisar e estruturar sem o auxílio da computação. As ferramentas de analytics disponíveis identificam padrões e fazem previsões de comportamento. Como usar essas informações estruturadas de forma criativa a favor das marcas é o grande desafio dos seres humanos que estão à frente dos departamentos de Marketing.

A revolução tecnológica na área alcança desde a coleta de dados e determinação dos padrões de consumo, até a comunicação com os clientes. “As ferramentas de automação de Marketing são importantes para evitar uma sobre-exposição de mensagens a cada pessoa, uma vez que esse diálogo ganha personalização. A empresa deve combinar soluções tecnológicas que fazem análises de comportamento com outras que atuem na segmentação. Quando elas automatizam essa interação, o gestor de Marketing passa a dispor de mais tempo para pensar na mensagem em si e na melhor forma de se comunicar com cada um dos grupos de consumidores”, afirma Leandro Andrade, Analista da IBM, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Não foi à toa que a empresa praticamente parou de vender hardware e se reinventou no desenvolvimento de serviços capazes de estruturar Big Data, CRM e ferramentas de integração de redes sociais. Essas ferramentas ganham um papel tão importante para os negócios contemporâneos que a companhia acabou de anunciar investimentos de US$ 100 milhões na IBM Interactive Experience, que levará seus serviços de consultoria em Marketing para mais pontos do globo.

Receio em relação ao novo
Apesar de tantas vantagens, as ferramentas tecnológicas muitas vezes assustam os executivos. Apenas 18% deles acreditam estar prontos para trabalhar com o Big Data e a proporção que ele tomou, segundo recente pesquisa da IBM. O índice caiu em relação ao de três anos atrás, quando 29% se declararam preparados. Os entrevistados apontaram ainda inclinação para uso extensivo, nos próximos cinco anos, de ferramentas analíticas avançadas (94%), ações para dispositivos móveis (94%) e plataformas colaborativas (87%).

Com medo, ou não, os profissionais de Marketing não podem mais ignorar as soluções tecnológicas em suas ações e devem se preocupar em adaptar os processos internos para melhor aproveitá-las. “As preocupações se devem principalmente à preparação, à estruturação das informações disponíveis no Big Data. Outro entrave é a própria operação de Marketing de algumas grandes empresas. Muitas vezes, elas pensam as linhas de produto de formas distintas, sem entender que o consumidor final pode ser o mesmo”, complementa Andrade.

Outro desafio do Marketing é levar a visão estratégica a permear toda a organização, já que os dados estarão espalhados pelos mais diversos setores e precisam ser unificados e estruturados de forma que possam ser combinados e comparados, para conversarem entre si. O objetivo final é desenvolver uma visão completa do cliente. Para isso, é preciso haver uma política na empresa e o compromisso não apenas do CMO, mas também do CEO da companhia.

 Big Data como um novo negócio

Quando esses dados são compilados de forma centralizada, eles podem gerar até um novo negócio. É o que já ocorre com a Cielo e a editora Abril, que vendem para outras empresas informações sobre o mercado e hábitos dos consumidores. “Estamos vendo companhias ganharem dinheiro fornecendo dados. Uma empresa aérea quando vende uma passagem pode passar informações sobre o comprador para negócios locais para onde ele vai, por exemplo. Trata-se de uma nova linha de receita que até então não existia. Um exemplo é o Mastercard Advisor”, diz Gabriel Menegatti, fundador da Simbiose, em entrevista ao Mundo do Marketing.

O mercado de Big Data movimentou cerca de US$ 11 bilhões em todo o mundo em 2013, segundo estimativas da consultoria IDC. Especula-se que em 2017, somente o Brasil alcance a quantia de US$ 1 bilhão de investimento na área e a América Latina, US$ 1,8 bilhão. Mas esse é apenas um dos quatro pilares deste novo mundo tecnológico. Há ainda o chamado social, que abrange as interações entre pessoas e marcas ou outras pessoas; o mobile e as alterações no conteúdo e na forma impostas pelo consumo em trânsito; e o cloud computing.

Este último foi o que originou o início da revolução tecnológica. “O que pesquisas de mercado indicam é que, a partir de 2015, CMOs vão gastar mais com TI do que os CIOs. A primeira grande tecnologia para deslocar a relevância da tecnologia para as mãos do Marketing foi o cloud computing. Isso porque o modelo de soluções em nuvem traz uma simplicidade tecnológica brutal que permitiu ao executivo da área entender e utilizar as informações de forma autônoma. Foi o divisor de águas”, destaca , em entrevista ao Mundo do Marketing.

 Conteúdo personalizado

No modelo clássico de propaganda em massa, a interferência das novas tecnologias é menor. Os cálculos estatísticos podem fazer pouco mais do que ajudar a encontrar a melhor combinação para fazer a ação, considerando horário e canal, por exemplo, se o investimento for em televisão. Já quando o assunto é Marketing de relacionamento e digital, o cenário muda. A cada interação, a comunicação é transformada com base nos dados gerados para melhor atender ao cliente.

Há empresas que já personalizam o conteúdo apresentado no site a partir do momento que o internauta se loga ao portal. “Principalmente os varejistas já sabem do valor desse tipo de investimento. Outro setor bastante avançado é o de telecomunicações. Ambos vivem em pressão intensa e por isso desenvolvem uma capacidade estatística brutal. Assim conseguem prever mudanças nos comportamentos dos consumidores, como a saída da empresa para a busca de serviços de concorrentes, com até um ano e meio de antecedência”, diz Toledo.

Há alguns anos, as ações se pautavam muito em informações demográficas, que são mais estáticas. Hoje, pode até não se ter o endereço físico do consumidor, mas se a pessoa está na internet e nas redes sociais, ela existe para as empresas. A questão comportamental se tornou a mais relevante. “As próprias redes sociais já oferecem ferramentas interessantes para as pequenas empresas, como o Facebook Ads. Rastrear e guardar dados e inferir comportamentos não se faz sem tecnologia”, Enio Klein, Gerente Geral nas Operações de Vendas da SalesWays do Brasil, em entrevista ao Mundo do Marketing

 Aplicativos no mundo mobile

A ascensão do uso de plataformas móveis gerou novos desafios para o Marketing digital, demandando assim o desenvolvimento de tecnologias próprias para esse tipo de canal. Um dos principais destaques fica por conta do desenvolvimento de aplicativos. O usuário costuma recorrer a ele em busca de entretenimento, informação ou serviço e demanda, mais do que em outras ferramentas, a possibilidade de experimentação, antes da compra.

Um dos principais erros das empresas que recorrem à tecnologia de desenvolvimento de aplicativos é não monitorar a sua utilização pelo cliente. São informações advindas deste momento que ajudarão o detentor do aplicativo a levar à migração da versão gratuita, destinada à experimentação, para a paga, por exemplo. No segmento, o pós-venda acaba se antecipando à própria venda, uma vez que o usuário já deve contar com suporte técnico antes mesmo de adquirir a versão paga. “Muitas empresas falham nessa hora, que exige até, por exemplo, ligar para o cliente”, analisa Klein.

Mais importante do que mirar apenas no mobile é permitir a uma mesma ação chegar ao público nos principais devices, com a adaptação do conteúdo. “A combinação do Big Data com CRM e retarget, áreas muito dependentes da tecnologia, é o que mais tem gerado resultado para o Marketing Digital. O Big Data é usado para recolher, analisar e segmentar dados; o CRM para atingir os consumidores e o retarget para impactar esse cliente em todos os canais. Há diversas ferramentas para cada uma dessas fases, mas o trabalho em conjunto delas é o mais importante”, avalia Denis Casita, Sócio da Performa Web, em entrevista ao Mundo do Marketing.

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O dinheiro da Capital ou a tranquilidade e a saúde do interior?

Já há alguns anos o interior do Estado passou a ser opção para famílias em busca de paz e tranqüilidade. Apesar das estatísticas que apontam o crescimento da criminalidade nas pequenas cidades, ainda é vantajoso morar no interior.

Cidades pequenas e localizadas às margens de rodovias como Marechal Rondon e Transbrasiliana, recebem boa parte desses novos moradores. A boa infraestrutura dos municípios tem atraído também algumas empresas em busca de trânsito mais tranqüilo e de fácil mobilidade.ROSIVANIA

Muitas pessoas consideram uma loucura deixar a capital e vir para o interior. Apesar de o mercado ser restrito e os salários bem menores, a saúde pesa mais na decisão de mudança.

Meu caso é mais um exemplo de quem fugiu da metrópole em busca de paz.

Meu nome é Rosivania, sou natural de São Paulo, capital, e resido em Getulina há 14 anos. Vim para esta cidade com meus pais. Hoje vivemos somente eu e minha mãe.

Mesmo que a cidade não ofereça tantas oportunidades de trabalho, a vida tem sido tranqüila e saudável. Tenho fé de que Deus tem um propósito para mim.

Sou aluna de Marketing do curso Técnico da ETEC Lins. Com o apoio da mãe e de amigos, pretendo concluir o curso até o final deste ano. Aliás, o curso está sendo essencial uma vez que o meu perfil, comunicativa e responsável, se encaixou na área de marketing, o que me faz acreditar que serei uma excelente profissional.

O que mais me gratifica é perceber que, mesmo de forma espontânea e automática, passei analisar com mais detalhe a postura e forma de atendimento em qualquer local em que faço compras. Em alguns, você é extremamente bem atendida, em outros, melhor nem comentar. Bom atendimento, simpatia e alegria deixaram de ser diferenciais e são requisitos fundamentais para quem atua na linha de frente.

Sei que ainda tenho muito a aprender, mas, já é uma das melhores coisas que aconteceram comigo e que, certamente, abrirão varias portas no mercado de trabalho, onde poderei colocar em prática o meu aprendizado.

A procura por profissionais de marketing cresceu muito nos últimos anos e quem está em dúvida quanto a carreira a seguir, esta pode ser uma excelente opção.

Rosivânia M. Francisco

Nota do Blog: Rosivânia é uma das melhores e mais comprometidas alunas do curso. Terá um belo futuro.

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10 dicas e 13 motivos para usar celular na aula

Fonte: porvir.org – 25/2/13 – Por Patrícia Gomes.

Apesar de ainda haver alguma resistência aqui ou ali, os governos de todo o mundo estão cada vez mais atentos sobre a necessidade de se colocar as tecnologias móveis, como celulares e tablets, a serviço da educação. Mas como só vontade não garante bons resultados, a Unesco publicou um guia com 10 recomendações políticas em que tenta ajudar governos a implantarem esses recursos nas salas de aula. E aos que ainda não estão 100% convencidos dos benefícios de um uso integrado da tecnologia com os objetivos pedagógicos, o guia, apresentado em Paris na semana passada durante a Mobile Learning Week, traz ainda 13 bons motivos para ter esse aliado na educação.

“Cada país está em um nível diferente no uso das tecnologias móveis em sala de aula. Por isso, é importante que cada um use o guia adaptado às suas necessidades locais”, diz Steve Vosloo, coordenador do projeto. O especialista conta que a ideia de lançar essas recomendações surgiu a partir da constatação de que, mesmo considerando o uso das tecnologias em sala de aula algo pedagogicamente importante, muitos governos não sabiam por onde começar. A questão do acesso já havia sido mais ou menos resolvida; o problema agora era dar significado a esse uso. Especialistas da Unesco espalhados pelo mundo começaram a elaborar um guia com orientações que servissem a qualquer governo, independentemente do grau de maturidade que o país estivesse nesse debate.

Até por isso, o documento começa com uma orientação que parece simples: ter políticas que incentivem o uso das tecnologias móveis em sala de aula. Isso pode querer dizer tanto criar políticas da estaca zero ou ainda atualizar políticas que foram criadas no momento em que as tecnologias móveis ainda não eram tão acessíveis. “As diretrizes políticas relacionadas ao aprendizado móvel que forem criadas devem estar em harmonia com as que já existirem no campo das TIC”, afirma a Unesco no documento.

Na sequência, o guia traz à luz a necessidade de se treinar professores e de fazer isso com o uso de tecnologias móveis, para que eles também se apropriem dessas ferramenta na vida deles. “No Brasil, os professores têm certa resistência em incorporar novas tecnologias. A sala de aula ainda é o lugar de desligar o celular”, afirma Rebeca Otero, coordenadora de Educação da Unesco no Brasil, que avalia que parte disso se deve ao fato de o professor ainda não estar completamente familiarizado com essas ferramentas. “Isso faz com que muitas oportunidades educacionais se percam, especialmente no ensino médio, época em que o aluno já está ligado e nas redes”, completa ela.

Outras recomendações presentes no documento dizem respeito à criação de conteúdo adequado e à promoção do uso seguro e saudável das tecnologias. Com essas orientações, acredita a Unesco, os governos estarão mais próximos de usufruir dos benefícios do aprendizado móvel, dentre eles ampliar o alcance e a equidade da educação e facilitar o aprendizado personalizado.

Veja o infográfico com as 10 recomendações e os 13 bons motivos para se usar tecnologias móveis em sala de aula.

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Entenda o ciclo de vida dos produtos

1. O que vem a ser ciclo de vida do produto?

O ciclo de vida do produto compreende todas as etapas da existência de um produto, desde o seu planejamento até sua descontinuidade. Kotler afirma que os produtos passam por diferentes estágios ao longo de sua vida, onde cada estágio exige diferentes estratégias para buscar as melhores oportunidades de negócios e lucros. Costa e Talarico dizem que cada produto é planejado, lançado e passa por uma fase de crescimento até atingir sua maturidade, quando suas vendas diminuem até ser retirado do mercado ou adaptado para, então, reiniciar o ciclo.

2. Quais as principais fases do ciclo de vida do produto e como elas acontecem?

Diversos autores, como Kotler, Irigaray, Oliveira, Zygmunt e Costa e Talarico abordam as fases e do ciclo de vida do produto e as características de cada uma delas. Podemos elencar cinco principais:

a) planejamento: representa o processo de criação do produto que será comercializado no mercado. A duração do desenvolvimento varia em virtude da complexidade do produto, do grau de inovação e da presença de produtos concorrentes e substitutos. Nesta fase, a realização de pesquisa de mercado e a análise de viabilidade são de fundamental importância para que o produto satisfaça as necessidades dos consumidores com um padrão de preço justo.

Na etapa de planejamento a demanda precisa ser criada, demanda que muitas vezes não é percebida pelo consumidor. Diversos produtos não seguem as etapas do ciclo de vida clássico, o que tende a fazer com que o produto inicie já com uma curva descendente e saia de mercado antes de atingir as etapas seguintes.

b) lançamento: representa todo o projeto referente à comercialização e disponibilização inicial do produto ao consumidor final. Na fase de lançamento a empresa dá início a tudo o que foi planejado, criando e aumentando a base de clientes-foco que comercializam o produto, comunicando-o ao consumidor final e desenvolvendo outras ações que permitam que ele se torne conhecido no mercado.

Kotler (1999) concorda que neste estágio o lucro tende a ser inexistente, em virtude das altas despesas de lançamento. Uma estratégia de preço de entrada é fundamental para que o produto mude de patamar e atinja a fase de crescimento. Este período se caracteriza por vendas com lento crescimento e poucos ou mesmo nenhum concorrente, de acordo com o grau de inovação do produto lançado.

c) crescimento: nesta fase o produto se torna mais conhecido e mais aceito pelos consumidores, levando à aceleração das vendas. A partir deste ponto, a empresa já possui feedbacks quanto ao produto lançado e está apta a adaptar estratégias e características do produto, se necessário, visando aumentar sua participação de mercado. Conforme Oliveira (2001), a empresa deve reinvestir no negócio os lucros auferidos neste período, para assim elevar sua presença de mercado antes da resposta dos concorrentes, e seus lucros futuros.

Uma vez bem sucedido o produto, há um aumento na demanda e as vendas crescem, atraindo concorrentes que, através de cópias ou melhorias, buscam conquistar os mesmos clientes. Conforme Mello (2003) cabe à empresa, portanto, trabalhar para que os consumidores prefiram o seu produto, pois quanto maior o sucesso, mais competidores serão atraídos e mais opções o consumidor terá à disposição.

d) maturidade: esta fase representa o grande desafio das empresas, dado o risco de acomodação que acomete um produto ou uma estratégia que trouxe ganhos no passado recente. Neste período ocorre a saturação do mercado, com aumento de vendas apenas marginal, ocasionado naturalmente pelo aumento populacional ou através da captura de participação de mercado de empresas concorrentes. A atuação de um maior número de concorrentes, no entanto, com ofertas parecidas ou melhores levam a empresa a traçar estratégias visando à manutenção do seu mercado.

Conforme Costa e Crescitelli (1996), esta etapa é propícia para a adoção de “estratégias que, além de garantirem a posição conquistada, representem novas conquistas, criem barreiras para a concorrência e, até, permitam alguma margem de crescimento.” Neste período os lucros tendem a cair, pois os gastos de marketing aumentam para defender o produto contra o avanço da concorrência. A ofensiva da empresa neste período de maturidade, portanto, pode criar barreiras suficientes para impedir o avanço da concorrência.

A guerra de preços e a publicidade tendem a se intensificar e serviços complementares são agregados, visando diferenciar a oferta e conquistar ou manter domínio nos segmentos de mercado prioritários. Portanto, a ênfase se dá nos baixos custos e agora também na comunicação.

e) declínio: nesta etapa, cai o nível de preferência do consumidor por este produto, seja por uma tecnologia própria mais avançada, pela ação dos concorrentes, pelo ambiente, ou mesmo pela mudança de necessidade do consumidor. O nível de vendas cai e, em casos extremos, leva à sua descontinuidade. Costa e Crescitelli (1996) aborda que realizar promoções neste período, sem qualquer tipo de reposicionamento prévio do produto, tende a acelerar o seu processo de declínio.

O declínio se dá por fatores ligados ao ambiente, segmento, comportamento de mercado, e da conseqüente falta de visão da empresa quanto às mudanças necessárias para sua adaptação às novas necessidades do consumidor, em virtude de uma oferta melhor, ou mesmo como estratégia da própria empresa, dada a evolução tecnológica que torna a velocidade de obsolescência dos produtos cada vez mais rápida.

3. Qual a importância da empresa conhecer e identificar o ciclo de vida de seus produtos?

Permite a ela estimar o potencial de ganho com cada produto comercializado em cada momento. Os produtos, em geral, se tornaram descartáveis e a tecnologia encurtou bastante o ciclo de vida de cada produto. Hoje há diversos produtos tecnológicos que, além de exigir elevados investimentos, passam por todas as fases e são descontinuados em um período de apenas 12 meses. Ciclos de vida do produto mais curtos aumentam o risco de prejuízos caso não haja um controle das etapas em que se encontram os produtos. As empresas que não identificam o ciclo de vida de seus produtos, podem, de acordo com a complexidade de sua gestão, demorar a responder a movimentações de mercado e traçar estratégias e investimentos em produtos que, imaginando estarem em uma fase de crescimento, estão na verdade na maturidade ou declínio.

4. É possível identificar com precisão quando cada estágio começa e termina?

É possível, mas exige análises e pesquisas para acompanhamento das etapas. Para todos os produtos ou categorias de produtos que deseja avaliar, a empresa deve identificar os indicadores que identifiquem a categoria em que se encontra cada produto a cada momento.

Critérios como margem de lucro, crescimento de vendas e freqüência de compra dos clientes são exemplos de indicadores que podem ser categorizados para identificar a etapa do ciclo em que se encontra o produto. Crescimento anual de vendas de dois dígitos, por exemplo, podem indicar que a etapa é de crescimento, ao passo que crescimentos anuais entre 5% e 10% podem indicar maturidade. O momento em que o crescimento de vendas é inferior a 5% categoriza.

Para uma análise mais detalhada do ciclo de vida, o ideal é combinar diversos indicadores relativos ao produto para, através de ponderação, estipular a etapa em que se encontra cada produto.

5. Qual é a fase em que um produto ou serviço exige investimentos para crescer no mercado ou, ainda, em que momento se percebe o prejuízo que ele oferece?

O lançamento e o crescimento são etapas críticas para que o produto atinja os objetivos inicialmente traçados. O lançamento é crucial para o consumidor conhecer o produto e saber onde e como adquiri-lo, ao passo que o crescimento é crucial para manter o mercado abastecido e ampliar o público-alvo. Estas duas fases exigem grandes investimentos, trazendo uma lucratividade baixa ou mesmo inexistente.

A empresa deve estabelecer parâmetros para saber a partir de que ponto o produto, ao invés de trazer os lucros almejados, trará prejuízo. Estabelecer metas financeiras e prazos para perceber se os investimentos, a partir de determinado ponto, trarão lucros ou prejuízo futuros.

6. Poderia dar exemplos de produtos que passaram por todo o ciclo de vida, identificando cada um destes momentos?

O iPod, com suas inovações e curto ciclo de vida, representa um bom exemplo. Na minha percepção, na etapa de lançamento, foi feito um desnatamento rápido, possibilitando um maior lucro unitário inicial. Na continuidade, a empresa passou a reforçar a penetração de mercado rápida, para ganhar mercado.

Na etapa de crescimento do iPod houve redução de preço para atrair novos consumidores e agregadas novas funcionalidades.

Na etapa da maturidade, onde acredito que este produto se encontra, percebemos melhoria do design e aumento da capacidade de armazenamento, para manter as vendas elevadas e aproveitar este período de vaca leiteira da matriz BCG.

Fontes:

COSTA, A.; CRESCITELLI, E. Marketing promocional para mercados competitivos. São Paulo: Atlas, 2003.

COSTA, A., TALARICO, E. Marketing promocional: Descobrindo os segredos do mercado. 1. ed. São Paulo: Atlas, 1996.

IRIGARAY, H. et al. Gestão de desenvolvimento de produtos e marcas. 2. ed. Rio de Janeiro, Ed FGV, 2006.

KOTLER, P. Administração de Marketing. São Paulo, 10. ed. 2004.

KOTLER, P. Marketing. São Paulo: Atlas, 1996.

KOTLER, P. Princípios de Marketing. 9. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1999.

MELLO, J. Negociação baseada em Estratégia. São Paulo: Atlas, 2003

OLIVEIRA, D. Estratégia empresarial e vantagem competitiva: Como estabelecer, implementar e avaliar. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2001.

ZYGMUNT, B. Vida para consumo: a transformação das pessoas em mercadoria. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2008.

Autor: Hermano Mota

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Empregos na boca da urna

Profissionais de marketing e TI estarão em alta nas eleições deste ano, com salários até 30% maiores do que os do mercado.

A partir de 6 de julho será dada a largada para mais uma temporada de propaganda eleitoral. As eleições deste ano vão definir os representantes para o cargo de presidente da República, 27 governadores, 81 senadores e 513 deputados federais, além dos estaduais.

Até lá, começa uma maratona de contratação de profissionais que ajudam os candidatos a conquistar os 140 milhões de eleitores confirmados pelo Tribunal Superior Eleitoral. Só as equipes de primeiro escalão — gente graduada e especializada na área política — contratadas para atuar em uma campanha ao governo de um estado médio, como o Ceará, giram em torno de 100 pessoas.

“Em gigantes como São Paulo ou Bahia, esse número triplica”, afirma Aurízio Freitas, consultor político de Fortaleza. Ou seja, se cinco dos pré-candidatos ao governo de São Paulo tiverem equipes, 1 500 vagas serão abertas. “E estamos falando de apenas um dos postos políticos disponíveis”, diz Aurízio, com experiência em mais de 60 campanhas.eleitor

Em todo o país, já são procurados especialistas em política, comunicação, marketing, rádio e TV, direito, estatística e contabilidade. Vale lembrar que a remuneração dos profissionais durante a campanha costuma superar em 30% os valores regulares. “Em três meses de trabalho, calculamos o salário de um ano”, afirma Aurízio.

“Além disso, uma campanha cria demanda por versões customizadas de outras profissões”, diz Lucas Wilson, da consultoria de RH Asap, de Belo Horizonte. Entre essas novidades estão o coach político, o programador de aplicativos e o gestor de redes sociais.

As carreiras ligadas à tecnologia ficarão em alta neste ano. É no que aposta Raquel Recuero, pesquisadora de mídias digitais da Universidade Católica de Pelotas, no Rio Grande do Sul, que coordena um estudo sobre o impacto das redes sociais nas eleições. Para ela, essas mídias podem abalar o resultado das urnas por ser meios em que as pessoas são rapidamente influenciadas pela opinião dos demais. “As discussões saem das mídias sociais e vão para a família e para o trabalho”, diz Raquel

Confira se seu perfil se encaixa em algumas das novas funções que serão demandadas pelas campanhas eleitorais de 2014

Coach político

Com formação em administração de empresas, psicologia ou ciência política, esse profissional trabalha diretamente com o político. Ele recorre a técnicas similares às do coaching empresarial e esportivo para melhorar o desempenho do candidato.

Cursos como neurolinguística e marketing político ajudam, e é obrigatório ter formação em coaching por entidades certificadas, como a Federação Internacional de Coach (ICF) e o Instituto Integrado de Coaching (ICI). A demanda pelo serviço costuma partir do consultor político, que identifica um problema no candidato e convoca o coach.

“É um processo que inclui ajudar a pessoa a lidar com a gestão de tempo, a pressão da campanha, a dificuldade de oratória e a agenda pesada”, afirma o cearense Thales Brito, de 31 anos, que nas eleições deste ano atua como coach de deputados esta­duais.

Os encontros com o candidato são semanais, mas a frequência das reuniões pode aumentar na reta final da campanha. De acordo com a Sociedade Brasileira de Coaching, cada sessão, com 1 hora e 30 minutos de duração, custa de 400 a 1 200 reais.

Desenvolvedor de aplicativos sociais

Este profissional é um cientista ou engenheiro de computação que desenvolve aplicativos com conteúdo interativo e focado na política. Usando esses programas, os eleitores podem denunciar a má qualidade dos serviços públicos, postar fotos de seu bairro, visualizar gráficos e acompanhar a evolução dos candidatos durante o processo eleitoral.

“Há espaço para críticas, elogios, cobranças e, claro, a resposta do administrador público, tudo nos moldes das mídias sociais”, afirma o programador paulistano Diogo Azzi, de 29 anos. Ele é diretor de tecnologia da Campanha Digital, empresa de inovações tecnológicas para a comunicação política, em que coordena uma equipe de cinco pessoas da área de TI.

Diogo é um dos criadores do app social Conquistas do Governo, que funciona como um viral no Facebook. Quem recebe pode se cadastrar, visualizar a região onde mora em um mapa e interagir com sua rede comentando as condições de seu bairro ou de sua cidade. A remuneração de um desenvolvedor de aplicativo social varia de 3 500 a 10 000 reais.

Especialista em search engine optimization (SEO)

Trabalha para a consultoria do candidato, e suas atribuições são estratégicas. Ele faz a análise do conteúdo digital em que aparecem o nome do político e o de seus principais concorrentes, o levantamento dos sites com maior identificação com o eleitorado e trabalha para posicionar melhor o nome do candidato nos sites de busca. A formação pode ser tanto em tecnologia quanto em marketing.

Analista de big data

Estatísticos, matemáticos, sociólogos, publicitários e antropólogos são requisitados na política para analisar grandes volumes de informação online. A análise do que as pessoas postam na internet sobre os candidatos é importante para a tomada de decisão dos partidos, definindo estratégias e planejamento de campanhas, especialmente a presidencial e as governamentais.

Gestor de redes sociais

Em campanhas políticas, o Facebook e o Twitter não podem ficar desabastecidos. Esse profissional desenvolve conteúdos para gerar interação entre o candidato e os eleitores em diferentes plataformas, com linguagem adequada a cada uma delas.

Ele acompanha de perto as perguntas e as críticas dos usuários ao candidato nas redes sociais e dá respostas personalizadas. Jornalistas e publicitários costumam fazer esse trabalho.

 Fonte Você SA – Alexandra Gonsalez

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McDonald’s responde provocação do Taco Bell

Provocação convocou diversos homônimos de Ronald McDonald que moram nos Estados Unidos para elogiar lanches.

Esta semana, com o objetivo de promover novidades no seu menu, a rede Taco Bell convocou diversos homônimos de Ronald McDonald que moram nos Estados Unidos para elogiar os lanches. A gigante do fast food aceitou a provocação com seu principal mascote. Mas deu o troco.McD

Utilizando seu Facebook, o McDonald’s postou na sexta-feira (28/3) uma imagem em que Ronald acaricia um Chihuahua, cãozinho que foi símbolo da rede de comida mexicana até 2009. A imagem é seguida da frase: “A imitação é a forma mais sincera de bajulação”.

Para a Adweek, é engraçado que o Mc ainda associe a imagem da rede de comida mexicana com o cãozinho, falecido em 2009.

Fonte: Exame.com.

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Suzuki lança campanha com testemunhal real de consumidores

A ideia da agência Africa, de utilizar o verdadeiro consumidor de Suzuki como protagonista, partiu de uma pesquisa feita com os clientes

Está no ar a nova campanha 2014 da Suzuki Veículos. Criado pela agência Africa, o trabalho traz histórias de proprietários dos carros e sua paixão pelos veículos.suzuki

A campanha aposta num formato diferente, com pequenas pílulas e uma linguagem direta. Ao todo são 22 comerciais, de 10 segundos cada, que irão ao ar ao longo do ano na TV e também na internet.

A ideia da agência Africa, de utilizar o verdadeiro consumidor de Suzuki como protagonista, partiu de uma pesquisa feita com os clientes, a maioria satisfeita com o produto e exaltando atributos como resistência, confiabilidade e dirigibilidade. Daí a assinatura na fala de todos os participantes do comercial: “to muuuito bem de Suzuki”.

Sergio Gordilho, diretor geral de Criação da Africa, conta que “a campanha foi criada para gerar awareness por meio do endosso dos proprietários, e percebemos essa verdade durante as gravações com os 22 personagens”.

Ricardo Chester, que divide a direção de criação da campanha com Augusto Moya, ressalta: “a estratégia de mídia e a parceira das produtoras nos permitiu, pela primeira vez, realizar uma campanha com tantas e variadas execuções para Suzuki, o que certamente vai aumentar a presença da marca no target, nosso principal objetivo”.

As locações aconteceram no campo, na praia e na cidade, no melhor estilo urbano e off-road de Suzuki.

Confira um dos filmes da campanha “Quem Tem Ta Feliz

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12 notícias de marketing que você talvez tenha perdido

Gafe da Apple e do The New York Times; polêmica envolvendo propaganda do Metrô e Taco Bell ironizando o McDonald’s fazem parte dos destaques da semana.

 Metrô. Suposta propaganda do Metrô causou polêmica na internet, após ser veiculada em uma emissora de rádio. Em um spot de trinta segundos, a campanha traz um personagem se passando por um usuário do metrô, que afirma que andar no transporte público lotado é bom para “xavecar” mulher. Saiba mais.

Adeus. Para marcar o fim da Kombi, que deixou de ser fabricada em dezembro de 2013, a Volkswagen lançou na quinta-feira um minidocumentário com o último desejo do veículo. Em um vídeo de quatro minutos produzido pela Spray Filmes, a Kombi narra sua história por meio da voz da atriz Maria Alice Vergueiro, e conta desde o seu nascimento, até o anúncio emocionado do seu fim. Confira.

Duelo. A rede de comida mexicana Taco Bell ironizou o concorrente McDonald’s em sua última campanha. Em um vídeo de trinta segundos, o Taco Bell reuniu vários Ronald Mcdonald’s – mesmo nome que o ícone da marca rival, e perguntou se eles gostavam das novas opções de lanches para café da manhã da rede mexicana. A resposta, claro, foi positiva.

Gafe. Na última segunda-feira, a Apple e o jornal americano The New York Times protagonizaram mais um episódio de gafe de marketing.A versão para tablet do jornal destacou um anúncio da marca mostrando um homem usando o iPad Air embaixo d’água na mesma página em que havia a notícia do caso do avião desaparecido da Malaysia Airlines.

Ação. A marca de chocolate Snickers lançou na última terça-feira a nova campanha para a Austrália. Com o tema “Você não é você quando está com fome”, o chocolate mostrou pedreiros chamando atenção de mulheres de uma maneira diferente. Assista ao vídeo.

Sedução. A Erótika Fair abriu as portas na última quinta-feira e vai até domingo. Considerada a quarta maior feira erótica do mundo, a previsão é que 50 mil pessoas visitem o local. Clique aqui e veja o que as marcas prepararam para o público.

Patrocínio. No último fim de semana, a banda americana de rock Metallica se apresentou para 65 mil pessoas no estádio do Morumbi, em São Paulo. Além disso, outras grandes atrações estão previstas para se apresentar este ano no Brasil. Veja as marcas que estão por trás dos principais shows do país.

Novidade. A marca de produtos para cabelos John Frieda lançou no último domingo a primeira série da campanha online para o produto Frizz Ease. Em busca da liberdade dos cabelos longos sem “frizz”, a agência DigitasLBi fez três mulheres supostamente escalarem a estátua da Liberdade, em Nova York, e “simbolicamente” soltarem o cabelo dela. Assista ao vídeo.

Brinquedo. Com o lema “Dê uma pausa, coma um Kit Kat”, a marca de chocolate resolveu criar uma barra em forma de Lego, para que os consumidores brinquem enquanto comem o produto. Além disso, a campanha é uma maneira de homenagear a Lego. Veja mais.

Mobiliário. Na última terça-feira, a marca de roupas Hering transformou 10 pontos de ônibus de diferentes locais de São Paulo em vitrine. Intitulada de “Originalidade à moda brasileira”, a campanha pretende levar às ruas pequenas mostras da coleção de outono 2014.

Música. Uma das patrocinadoras do festival de música Lollapalooza, a Pepsi lançou esta semana uma edição especial para homenagear o evento. Seguindo o conceito “Pode ser Show”, a marca trouxe o logotipo do festival e um design que traça sua nova identidade visual.

Polícia. Em campanha para a polícia escocesa, a agência Brain Candy perguntou aos cidadãos do país o que eles fariam no lugar do policial. O objetivo da ação é mostrar à população como o trabalho dos homens da lei pode ser estressante e merece ser valorizado.

Fonte: Exame.com

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