Como avaliar a nova geração com o comprometimento dos alunos

Uma das principais reclamações dos docentes é a dificuldade encontrada para trabalhar com as novas gerações e fazê-las se comprometerem com as atividades escolares. Imediatistas e impacientes, são jovens multimídia, não se desligam de seus celulares ou smartphones e parecem não estar prestando atenção ao professor. Desempenham várias atividades ao mesmo tempo.

O desafio é: como desenvolver uma aula atrativa aos olhos deles? Não há uma fórmula mágica que possa ser utilizada no decorrer de todo o curso, mas, sistematicamente, podemos utilizar os celulares ou smartphones a nosso favor, seja para gravar um vídeo ou fotografar alguma atividade avaliativa.pizza

Como disse, não há uma fórmula pronta para que o professor consiga a atenção desses jovens. Se você não pode com o inimigo, alie-se a ele ou seja, se não temos como competir com a tecnologia, que tal trazê-la para o nosso lado? Ressalto que não é fácil utilizar uma mesma metodologia para todas as aulas, mas,  cabe a nós, professores, observar a necessidade dos alunos e buscar uma ação em que eles utilizem a tecnologia como parceira no desenvolvimento de algum tipo de trabalho.

Temos que nos conscientizar de que o uso de celulares ou smartphones é uma tendência, é um caminho sem volta. Cada vez mais eles estão em nossa rotina. E porque não utilizá-los na educação?pizzaa

Recentemente realizei uma atividade com meus alunos e percebi o quanto eles se comprometeram quanto a utilização dessa tecnologia. Em resumo, o objetivo foi colocar em prática a matriz SWOT, analisando pontos fortes e fracos, oportunidades e ameaças de algumas pizzarias delivery de nossa cidade. Essa análise passou a ser feita a partir do pedido de uma pizza por telefone.

A classe foi dividida em sete grupos que escolheram a pizzaria e fizeram o pedido de uma pizza e um refrigerante. O atendimento, a identificação da atendente e a da empresa, a maneira mais adequada de abordagem, foram detalhadamente avaliados pelos alunos que também deveriam cronometrar o tempo de entrega. Em seguida, 10 minutos após o primeiro contato, os grupos ligaram novamente e cancelaram o refrigerante e pediram que a pizza fosse cortada em 16 pedaços. Nesse caso, eles deveriam verificar qual seria a reação da atendente. Aliás, nesse quesito, algumas demonstraram completa falta de capacidade e paciência com o cliente.pizzaaa

Na sequência da atividade, os alunos deveriam avaliar no momento da entrega da pizza, a abordagem do entregador, se estava devidamente identificado com o nome da empresa, se educado etc. Nesse instante é que os celulares e smartphones foram utilizados para fotografar ou filmar a ação, para que tudo pudesse ficar bem claro.

Por fim, antes de consumir as pizzas, eles avaliaram as embalagens, as promoções, a comunicação utilizada pelas empresas e a aparência do produto. Depois eles elegeram a mais saborosa.piza

Para concluir a atividade, cada grupo descreverá um relatório que demonstre o correto uso da matriz SWOT e sugerir ações para corrigir os pontos fracos (e foram muitos) e as oportunidades e ameaças identificados.

 

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O rato da Coca Cola

Depois do boato que se espalhou na internet e acabou na TV, sobre o rato encontrado na garrafa de Coca Cola, a marca publicou na Web um vídeo intitulado “Conheça a verdade”, que não toca diretamente no assunto, mas busca despertar o interesse de curiosos em conhecer o processo de fabricação do refrigerante da empresa.

A marca demorou muito para responder aos boatos e foi alvo de brincadeiras por todo o mundo, reforçadas pela rapidez com que se propagam as informações nas redes sociais.

Apesar do refrigerante Coca Cola não ser de minha preferência, sou admirador da marca em razão de sua criatividade publicitária e ações de guerrilha.

Fonte: exame.com.

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A triste saga de um cliente

Empresas investem quantias consideráveis nas mídias para atrair clientes e se esquecem de que mantê-los é o mais importante.

Vivi recentemente uma experiência não muito boa e decidi compartilhar com vocês.
Comprei há cerca de 6 meses, em uma loja de Lins, um multiprocessador de alimentos, não apenas para aproveitar uma promoção imperdível, mas, também por não ter um em casa. Paguei a metade do preço que estava sendo oferececido na cidade e era de uma marca respeitada.

Na semana passada esse eletrodoméstico deu problema e parou de funcionar. Fiquei tranquilo por que ainda estava na garantia e poderia ser rapidamente trocado.

Devolvi o aparelho na loja acreditando que o processo de substituição seria simples e rápido. Quanta ilusão.
Aqui começa a saga de um cliente.

Fiquei na loja durante 1h27m, subi por duas vezes três lances de escada e tive que deixar minha assinatura em onze papéis diferentes.
O despreparo das funcionárias que trabalham no atendimento foi evidente. As atendentes que estavam com minha ficha em mãos não me chamaram pelo nome em nenhum momento e quando se referiam a mim, usaram os mais diversos adjetivos: “moço”, “esse cara”, “o homem” e “cliente”. Pelo menos não me chamaram de “tio”.

Cliente gosta de ser chamado pelo nome. Faltou a elas o mínimo de perspicácia para identificar meu nome na ficha que circulou algumas vezes em suas mãos.

Fui encaminhado ao setor de troca de mercadorias onde permaneci por uns 15 minutos entre a espera e o atendimento. Dali fui direcionado a uma vendedora que, segundo informações, trocaria o equipamento. Não foi dessa vez.

Ela me pediu para ir ao caixa para providenciar a nota fiscal e fazer o processo de devolução e troca. Ali, descobri que a promoção da qual havia me aproveitado se foi. Não havia na loja o mesmo equipamento para troca, apenas outros modelos e marcas mais caros. De R$119,00 que paguei na promoção, tive mais um custo de R$98,26. Isso me fez recordar da Obsolescência Programada que abordei com meus alunos nas aulas de Marketing.

Atendimento

Após alguns minutos na fila, enquanto aguardava o preenchimento de formulários, duas delas reclamaram sobre colegas de trabalho. Nesse caso, faltou-lhes bom senso para não revelar na frente de clientes os problemas de incompatibilidade entre funcionários, fato comum em qualquer empresa.

Do caixa fui novamente até a vendedora. Após alguns minutos ela me pediu que fosse ao crediário. Algum tempo depois a funcionária do crediário me pediu que retornasse até a vendedora que, entre risadas e brincadeiras com as colegas, me fez esperar mais uns 10 minutos antes de me pedir que se dirigisse novamente ao crediário para emissão da nova nota fiscal e o certificado de garantia. Ufa, calma, eu também achei que era o ponto final.

Mais 10 minutos ouvindo casos de clientes e erros de colegas, e a atendente do crediário me pediu desculpas pela demora, entregou-me a nota fiscal e a garantia e solicitou que eu me dirigisse até o setor de mercadorias para fazer a retirada do meu produto. Pronto! O processo havia, finalmente, terminado.
Não posso alegar que fui mal atendido pelos funcionários, afinal, todos me receberam com um belo sorriso. O que não é suficiente.
Concluo com essa experiência que as promessas de bom atendimento e a prioridade com os clientes não passam de mera propaganda. Na prática, a realidade é outra.

Se essas empresas conhecessem os conceitos do Marketing e de Logística, certamente reduziriam o tempo de espera e a enorme burocracia que tanto constrangem e irritam seus clientes.

Nós, os clientes, estamos pagando e queremos eficácia e eficiência no atendimento.
Tempo é dinheiro!

Vorlei Guimarães

 

Publiquei o texto acima na tarde de hoje. Agora são 23h50, decidi abrir a caixa do produto e tive uma desagradável surpresa: o aparelho que me deram é 120 volt. Não me falta mais nada.

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Má fama, Marketing precisa cuidar da reputação

“Isso é Marketing!

Quantos de nós já ouvimos esta frase para exemplificar uma enganação? Esta é apenas uma amostra de que o Marketing precisa cuidar também da sua própria reputação. Apesar das melhores práticas e estratégias serem constantemente destacadas pelo mercado, a disciplina carrega uma má fama gerada por anos de descuido e descaso com os consumidores por parte de muitas empresas. Mesmo entre os profissionais do setor, há preconceito em relação a alguns temas, o que fica comprovado devido a algumas mensagens e postagens feitas por leitores para a redação do Mundo do Marketing.ratoeira

Os esteriótipos mais comuns são de que o Marketing busca vender a todo custo e que influencia as pessoas para que elas comprem itens e serviços dos quais não precisam. Dentre estas acusações, nossa equipe de reportagem ouviu especialistas para entender quais são infundadas e quais, ainda, se refletem em práticas comuns. Alguns não passam de mitos, como a ideia de que o Marketing é capaz de fazer as pessoas comprarem aquilo que não querem. Não faltam exemplos de produtos e serviços que fracassaram, apesar nos altos investimentos nas estratégias de lançamento, comunicação e promoção.

A distância entre a promessa e os resultados das marcas é um dos fatores determinantes para que a percepção negativa sobre o Marketing ganhe força. “Queria trocar o plano da Vivo e fui informado que existiam pacotes repetidos de serviços, o que aumentava o valor da conta. Perguntei se a empresa nunca tinha se preocupado com isso. A resposta foi que eles são uma empresa cuja função é vender e que este monitoramento é obrigação do cliente. Atitudes assim deturpam o Marketing”, conta Bruno Pompeu, professor do MBA em Marketing e Consumo de Mídias Online da Trevisan, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Vale vender a qualquer custo?
As letras miúdas em uma promoção, valores especiais que não determinam a qual produto se referem e embalagens que trazem menos produtos sem informar ao consumidor e sem reduzir o preço são algumas práticas que podem sair pela culatra. Ao invés de auxiliarem nas vendas, contribuem para o descrédito do público em relação à marca. Para conquistar o cliente, a companhia deve assumir suas dificuldades e trabalhar em prol da experiência positiva, antes mesmo da venda. “A vontade frenética de vender a qualquer custo, mesmo sem condições, é uma política suicida. Isso me lembra as companhias de telefonia que continuavam habilitando linhas mesmo sem sinal. É preferível assumir a falha técnica e segurar o comercial até se reequilibrar”, comenta Adalberto Belluomini, Professor da Escola de Administração de Empresas da FGV de São Paulo, em entrevista ao Mundo do Marketing.

As empresas orientadas exclusivamente para vendas têm mais chances de cair no erro, já que a conversão é apenas uma ponta das ações de Marketing bem feito. Quando o foco é em construir um relacionamento de longo prazo com o cliente, a reputação é diferente. O caminho para superar os concorrentes é a identificação das insatisfações do consumidor para apresentar soluções. “A sinceridade é fundamental para a longevidade e manutenção da marca. Uma empresa que engana para ter um retorno rápido está fadada a uma vida curta. Antigamente era comum, inclusive em multinacionais, cobrar acima ou abaixo do valor da tabela de acordo com o porte ou aparência do cliente, mas hoje isto é inaceitável”, afirma Adalberto Belluomini.

O consumidor se sente próximo da marca quando percebe verdade no discurso. A clareza na estratégia de Marketing convence mais do que propostas surpreendentes que fogem da realidade. “O objetivo das empresas ainda é o lucro, a função ainda é vender mais e fomentar o consumo. Mas não adotar o lema de vender a todo custo. Veja o caso da cerveja mexicana Dos Equis: o mascote da marca diz ´Eu não bebo todos os dias, mas quando bebo escolho Dos Equis.  Isto não é vender a todo custo, pois a empresa não está estimulando que a pessoa beba mais do que costuma e sim que quando for consumir escolha aquela marca”, comenta o professor do MBA da Trevisan, em entrevista ao portal.

Necessidades X soluções de Marketing
Há quem diga que as ações pretendem criar necessidades falsas para vender as soluções. Em contra-partida, existe também a defesa do Marketing como agente estimulador dos desejos. Neste raciocínio, a relação com as necessidades vem de encontro a faltas pré-existentes.  “O Marketing não cria necessidade. Elas são de caráter econômico ou psicológico inerente ao ser humano e estão relacionadas à segurança, alimentação, vestuário, convívio social, comunicação. Elas são latentes. O Marketing ajuda a tomar mais consciência delas”, aponta o professor da FGV, em entrevista ao Portal.ratoeira

Para acertar na aposta e evitar os erros, os investimentos em pesquisa devem ser prioridade. Para que se mantenha o consumo, o cliente precisa atribuir valor ao produto. “Existe uma generalização do Marketing como se todo esforço fosse voltado para ludibriar o consumidor e induzi-lo a comprar o que não é necessário. Isso existe realmente, em uma pequena parcela de empresas, mas não sobrevive. O consumidor abandona o produto”, avalia Eduardo Halpern, Coordenador do Curso de Comunicação Social do IBMEC, em entrevista ao portal.

É o caso da telefonia celular que entregou conveniência para seus usuários que buscavam praticidade na comunicação. Atualmente o aparelho assumiu multifunções e é parte indispensável da vida da maioria de seus usuários. Uma pesquisa do Ibope mostra que 154 milhões de brasileiros possuem pelo menos um telefone. “Imagino que quando eu era adolescente, os meus pais já tinham a preocupação de falar comigo quando eu estava na rua e adorariam não precisar da minha iniciativa de ir até um orelhão para telefonar”, lembra Eduardo Halpern.

Frustração do consumidor: a culpa é do Marketing?
Em meio a tantas novidades, é natural que o consumidor seja impactado por ofertas que vão muito além da sua capacidade financeira. Para alguns, isto gera frustração, já que na sociedade atual os bens são usados para diferenciação social. “Não é o Marketing que gera essa frustração. A sociedade atual canaliza toda a sua carência e demandas afetivas e emocionais para o consumo. Se adotassem outros tipos de canalização, a frustração seria menor”, diz Bruno Pompeu.

Neste caso, as crianças que ainda estão em processo de formação são mais vulneráveis. Com o direcionamento de pais e educadores, o impacto negativo é menor e aumentam as possibilidades da formação de cidadãos e consumidores equilibrados. “É comum ver crianças aborrecidas porque não têm o mesmo brinquedo que o colega. Mas parte disso vem das informações recebidas pela família e educadores que nem sempre estimulam a formação de valores”, afirma Eduardo Halpern.

Mesmo não sendo responsáveis diretas, as marcas não devem se isentar do impacto gerado no consumidor, material e emocionalmente, independente da faixa etária. Os processos de pesquisa e desenvolvimento de produtos de grandes empresas já levam em conta aspectos além do comportamento de consumo e potencial financeiro, mas o varejo e a comunicação ainda precisam se adequar. “A indústria está cada vez mais levando em conta a integridade do consumidor não só como cliente, mas como indivíduo. Pensando na publicidade e loja, ainda não percebemos isto claramente”, complementa Bruno Pompeu, professor de MBA em Marketing e Consumo de Mídias Online da Trevisan, em entrevista ao Portal.

Fonte: Mundo do Marketing – 03/9/13 – Luiza Medeiros.

 

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Controle genético cria “super vacas” com o dobro de massa muscular

Em nome da ganância da produção industrial, sem levar em conta a ética e a saúde dos animais, um programa apresentado em 2008 pelo National Geographic mostra como a ciência pode ser usada para controlar a natureza.

Ainda que você considere horrível a imagem ao lado, ela é real. Trata-se de uma raça de gado chamada de “Azul Belga”, que leva intencionalmente um gene defeituoso que desregula o crescimento dos músculos, gera um crescimento muscular muito acima do normal, produzindo o dobro de carne que um animal normal.

Fonte: superinteressante.com.br/ideias-verdes.SUPER-VACAS

Veja o programa da National Geographic (em inglês).

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Dr. Google, o maior médico da atualidade

O Google acaba de lançar o Helpouts, um marketplace de assistência por vídeo.  Como funciona? Qualquer pessoa com conhecimento relevante em uma determinada área se cadastra para se tornar membro da plataforma. Os assuntos podem ser variados, como Casa & Jardim, Computadores & Eletrônicos, Saúde & Bem-estar, Nutrição, Moda & Beleza, Arte & Música, Educação. Pessoas ou empresas que tenham dúvida sobre algum assunto referente a esses tópicos entram no Helpouts para ouvirem as explicações do especialista. Eles podem cobrar pela “consulta” ou simplesmente responder de graça. O Google ganha 20% sobre a receita.Google

Entre todos os assuntos possíveis, parece que o Google está colocando interesse especial em Saúde & Bem-estar. Todos os cadastrados nessa área vão passar por um processo de análise para garantir que a plataforma tenha especialistas com comprovada capacidade. Esse interesse não é em vão. Uma vez que o Google é o primeiro lugar que as pessoas vão para procurar informações sobre doença, rapidamente esse pode se tornar um grande negócio para a empresa.

O impacto dos avanços da tecnologia digital para os negócios de saúde é enorme. A internet é a plataforma que permite juntar de maneira eficiente todos os participantes.  De um lado, a população ansiosa por conhecer mais a fundo o diagnóstico de suas doenças. De outro, uma gama enorme de participantes envolvidos na cadeia de valor para fazer chegar o tratamento ao paciente: médicos, cuidadores, laboratórios, hospitais, entre outros. Pode-se esperar para os próximos anos um grande avanço da inovação nessa área, com novos negócios surgindo com grande frequência.

Fonte: administradores.com

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