Dicas para seu Planejamento Estratégico dar certo.

Fonte: administradores.com – Leonardo Siqueira

Começo falando de um grande mito que ronda o assunto “Planejamento Estratégico”, onde as pessoas acham que somente as grandes empresas precisam ter planejamento, grande erro, pois toda e qualquer empresa precisa estar organizada e deve saber para onde ir, independente de seu tamanho. O segundo mito é achar que é difícil de fazer, quem fala isso é porque não conhece ou nunca participou de um processo desses. É importante ter singularidade no planejamento, não precisa reinventar a empresa, apenas alinhar e focar qual o horizonte que ela vai seguir, além de estruturar a base para atingir seus objetivos, simples assim.

planejAbaixo alguns “alertas” para ter mais efetividade nesse processo:

Singularidade – é importante que o planejamento seja objetivo singular, nada de complexidade e objetivos inatingíveis, faça-o de maneira simples e terá os melhores resultados. Não crie muitas estratégias, no máximo 8, pois caso contrário reduzirão suas chances de sucesso, acredite nisso.

O processo é da empresa – Além de ter uma liderança forte puxando o planejamento ele não pode ser de uma área, ou da gestão, somente irá dar certo se todas as áreas se comprometerem e buscarem atender as estratégias, todos precisam saber o que é e como podem contribuir para o sucesso desenhado pela empresa.

Ter clareza na visão – a visão clara é fundamental para o desenvolvimento do Planejamento, é o norte para onde a empresa irá, se a organização tem uma visão obscura, inatingível ou etérea que não leva a lugar nenhum está fadada ao não atingimento e a frustração de todos.

Foco na Execução – É importante dar sequencia no que foi planejado, o grande erro é quando as empresas realizam o “Plan” e na hora de executar colocam as pessoas erradas ou que não tem tempo para conduzir as estratégias, outro erro é engavetar o planejamento inteiro, isso faz com que perca força e vai por água abaixo.

Recursos Disponíveis – Importante ter recursos disponíveis para implementar as estratégias, a maioria delas necessitam além de tempo, precisam de investimentos para serem concretizadas, claro que é necessário sempre fazer o payback, ou seja, o investimento tem que retornar para a empresa  com novos projetos, novos clientes ou otimizando os processos internos.

Acompanhamento – Como diz o ditado “quem não é visto não é lembrado”, então lembre-se que o Planejamento é um organismo vivo na organização, precisa ser revisitado constantemente (mensal ou trimestralmente) para ver se as estratégias estão sendo atingidas e caso qualquer dificuldade acontecer, ter tempo para corrigir a rota e rever as estratégias para o atingimento de sua visão.

O planejamento estratégico é para tirar as pessoas da zona de conforto mesmo, para que a empresa possa crescer e destacar seus diferenciais no mercado é mudança de atitude oportunizando identificar e melhorar suas fraquezas e transformar as ameaças em oportunidades.

“A coisa mais importante no mundo não é tanto onde nós chegamos, e sim em qual direção estamos nos movendo” – Oliver Wendall Holmes.

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Aplicativo da Adidas ajuda a melhorar a performance no futebol

Se você já se perguntou a qual velocidade você consegue chutar uma bola no futebol semanal com seus amigos, talvez agora você consiga uma boa resposta. A Adidas acabou de disponibilizar o aplicativo Snapshot, que promete ajudar a melhorar a performance dos usuários analisando a velocidade, ângulo e distância dos chutes.

O funcionamento é simples: basta pedir para alguém gravar o lance e pronto, o aplicativo faz todo o trabalho. Além de oferecer as informações técnicas, o aplicativo permite rever a jogada em câmera lenta, adicionar alguns efeitos visuais e compartilhar em redes sociais, como YouTube, Facebook e Twitter. Os usuários podem comparar suas performances com os amigos e também com grandes jogadores, como Gareth Bale, Riccardo Montolivo ou Martin Montoya, que conseguem fazer a bola atingir até 125 km por hora.

A boa notícia é que o aplicativo é gratuito e funciona em vários idiomas, inclusive o português. A má notícia é que, por enquanto, só está disponível para iOS e não há previsão do lançamento para Android.

Fonte: Brainstom.com – Amanda de Almeida

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O círculo da venda eficaz

Para que um vendedor tenha sucesso, é fundamental que execute cinco atividades simples, mas bastante eficazes no processo da venda. São elas:

PLANEJAMENTO: A primeira atividade do círculo da venda eficaz é o planejamento do trabalho, mas parece que muitos vendedores não acreditam na importância dessa tarefa. Por isso terminam sendo improdutivos, pois muitos ainda trabalham na base da improvisação. É através da organização, disciplina e planejamento que o tempo fica maximizado, proveitoso e menos estressante.

Algumas perguntas que devem ser respondidas diariamente pelo vendedor que busca o profissionalismo: Qual a meta de venda a ser atingida? Quantos clientes antigos e ex-clientes devem ser visitados? Quantos prospects devem ser contatados? Qual o itinerário a ser percorrido? Que atividades serão priorizadas? Quais materiais de trabalho e apoio serão necessários para o desempenho da atividade? Que produtos do mix devem ser trabalhados, de modo a aumentar o tíquete médio e volume de vendas?

PROSPECÇÃO: Após a construção da carteira de clientes que garante manter determinado volume de faturamento e ganho financeiro, é bastante comum a acomodação de muitos vendedores. Quando menos percebem, estão com grande parte do faturamento concentrado em poucos clientes. Geralmente o trabalho de prospecção ocorre em dois extremos: 1) Vendedores que prospectam pouco, por falta de planejamento e tempo; 2) Vendedores que prospectam bastante, mas não fidelizam clientes.

A atividade de prospecção deve ser constante e equilibrada, pois não se pode perder o foco nos clientes antigos. Se for para buscar clientes novos perdendo os antigos por falta de assistência, por exemplo, passa a ser um trabalho em vão. Do mesmo modo, a falta de prospecção é bastante prejudicial, pois, segundo pesquisas, uma empresa perde em média 20% de clientes por ano.

VISITA: É outra atividade que faz a diferença no mercado competitivo, mas, por incrível que pareça, está sendo cada vez mais negligenciada por muitos profissionais de vendas. Com a tecnologia moderna (internet, celular), muitos vendedores estão se dando ao luxo de ficar sentados nos seus escritórios, mantendo contato à distância com os clientes.

Apesar da modernidade, o cliente ainda gosta do contato pessoal, do olho no olho, do aperto de mãos, da troca de ideias etc. Por isso, dá prioridade ao profissional que sabe valorizar esse contato, em reconhecimento ao esforço pessoal. E quem visita mais é sempre lembrando e constrói mais relacionamentos pessoais, fundamentais no processo da venda.

VENDA: É uma atividade que exige muito profissionalismo e nem sempre é bem executada, em virtude de muitos vendedores continuarem insistindo em fazer negócios à moda antiga.

A venda eficaz é uma relação entre duas pessoas, onde uma tem um problema a ser resolvido (cliente) e a outra tem a proposta de solução (vendedor). Entretanto, nessa relação dois fatores são fundamentais: Confiança e Comunicação.

É preciso que o cliente confie no vendedor para perceber que há o interesse verdadeiro na solução do seu problema. E isso só será possível se houver a demonstração clara por meio de perguntas, de modo a identificar as necessidades dos clientes. Mas, na prática, muitos vendedores já iniciam o diálogo de vendas oferecendo o produto, falando de preços, promoções etc., fazendo com que o cliente perca o estímulo pela continuidade da conversa, evitando um problema maior caso resolvesse comprar algo que não lhe seja útil.

PÓS-VENDA: Para que não haja quebra no círculo da venda, é fundamental que o vendedor mantenha sempre contatos com os clientes após a venda, fazendo desta atividade a pré-venda da próxima venda. Apesar da importância dessa tarefa, podemos afirmar que é uma atividade que fica bastante a desejar por muitos vendedores/empresas. Quantas oportunidades de negócios, e clientes, não são perdidas pela falta de execução de um serviço tão simples?

Geralmente quando se procura identificar por que os serviços de pós-venda são ineficientes em muitas empresas, tem-se como resposta a falta de tempo. De quem? Do vendedor? De um profissional responsável por esse serviço? É um caso a pensar urgentemente, pois o círculo é rompido exatamente numa atividade de fundamental importância na construção dos relacionamentos com os clientes.

Fonte: administradores.com

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Marketing Verde, verdades e mentiras

Já ouviu o tergreenwashingmo Greenwashing? Se não, a partir de agora insira-o em seu dicionário pois será de muita valia se você que se preocupa com o meio ambiente.trevordiy.wordpress.com

Segundo reportagem da Revista Proteste, edição 122, Greenwashing ou maquiagem verde é o que muitas empresas estão praticando com o intuito de confundir os consumidores que buscam por produtos ecologicamente corretos.

Resumidamente, o artigo aborda que a preocupação com o meio ambiente fez crescer a busca por produtos sustentáveis e possibilitou a algumas marcas apostar no Marketing Verde para se diferenciar no mercado. Ocorre que muitas delas não tem como comprovar a veracidade da informação e acabam cometendo oGreenwashing.

Um produto para ser realmente sustentável deve considerar todo o impacto ambiental desde a sua fabricação até o fim do seu ciclo de vida. Essa é a informação ausente nos rótulos que acaba ludibriando os consumidores.

Marcas como Bombril, Bic, Native, Danoninho, entre outras, colocam em seus rótulos informações irrelevantes, que na verdade confundem e não deixam evidentes a prática de ações ecologicamente corretas.

Outro exemplo é quando estampam nas embalagens de aço ou alumínio a informação de “reciclável”. Trata-se de um apelo irrelevante, pois todo alumínio ou aço é reciclável. O objetivo da marca, nesse caso, é apenas passar a falsa ideia de que se trata de um produto sustentável.

O papel reciclado utilizado por muitas empresas como o principal diferencial em favor do meio ambiente também deve considerar outros aspectos. Pouco importa se ele vem de florestas sustentáveis se a sua produção causa emissão de gases de efeito estufa. Produtos biodegradáveis contem outros agentes químicos que agridem o solo e os lençóis freáticos. Isso não está claro no rótulo.

Outro pecado cometido pelas marcas são com os produtos 100% natural. Arsênio, urânio e mercúrio também são produtos naturais e, no entanto, são venenosos. Ou seja, algo 100% natural não é, necessariamente, “verde”.

Tabela_GreenwashO mais grave de tudo isso é que você acaba pagando bem mais caro nos produtos que se dizem ecologicamente corretos.

Segundo a reportagem da Revista Proteste, não há no Brasil uma lei que obrigue as empresas a informarem nos rótulos suas declarações ecológicas. Entretanto, a ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas possui um programa baseado nas normas ISO 14.020 que padroniza a rotulagem ambiental. Dessa forma, os rótulos serão exatos e não enganosos com relação ao impacto ambiental que o produto pode causar.

Se o assunto lhe interessa, acesse o site e leia a reportagem na íntegra.

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