10 cargos que estão em alta e com salários de até 30 mil reais

Confira quais são os mais buscados pelas empresas no 1º semestre, segundo a Michael Page.

Gerentes, diretores, gestores e especialistas estão sendo mais procurados nas áreas de vendas, TI, marketing, farmacêutica/saúde e finanças, segundo levantamento da Michael Page, líder mundial em recrutamento executivo de média e alta gerência.

Vendas

1. Cargo: Head of Sales – Gerente ComercialÁrea de atuação:  empresas de tecnologia – cybersecurity. O que faz: faz o contato e cuida da relação com os principais canais de distribuição e integradores de soluções.

2. Cargo: Gerente comercial /gerente de novos negócios / business development manager. Área de atuação: indústria químicaO que faz: Buscar novas frentes de negócio e novas aplicações, principalmente nos mercados que começam a reagir positivamente à crise ou que não sofreram impacto como farmacêutico/cosméticos, agronegócio, embalagens e etc.

Marketing

3. Cargo: Gerente de marketing de performance. Área de atuação:  empresas de tecnologia e de serviços em geral. O que faz: análise de viabilidade dos canais de comunicação da empresa, atuando com ferramentas de marketing digital.

TI  – Tecnologia da Informação

4. Cargo:  Head (líder) de inteligência de negócios (BI- business intelligence) e Big Data. O que faz: gestão e análise de dados para trazer eficiência e rentabilidade, e também obter insights que contribuam com a expansão dos negócios.

5. Cargo: Cientista de dados. O que faz: “garimpa”, analisa e percebe tendências em dados para trazer soluções para problemas da empresa e insights para o negócio.

Farmacêutico/ Saúde 

6. Cargo: gerente comercial – promoção à saúdeÁrea de atuação:  empresas de saúde e serviços. O que faz: faz o contato com empresas para promoção a saúde de seus funcionários, com foco em redução de sinistro e absenteísmo. 

7. Cargo: Diretor/ gerente geral – Hospital /ClínicasÁrea de atuação: saúde. O que faz: gestão geral da unidade de negócios (hospital ou clínicas). Faz desde prospecção de novos clientes posicionamento no mercado até a gestão da operação (revisão de processos assistenciais, segurança do paciente, qualidade de atendimento, certificação e acreditação). Também é responsável pela parte estratégica do negócio (expansão, perfil de mercado, novos negócios).

8. Cargo: Gerente de acesso. Área de atuação:  indústria farmacêutica e empresas de dispositivos médicos.O que faz: seu objetivo é minimizar barreiras de acesso dos pacientes de instituições públicas e privadas a produtos da empresa. Faz padronização e vendas de produtos no mercado hospitalar e incorporação de produtos estratégicos nas operadoras de saúde.

9. Cargo: MSL (Medical Science Liaison). Área de atuação:  indústria farmacêutica e de dispositivos médicos, geralmente multinacionais. O que faz: Mapeia e dá suporte aos médicos líderes de opinião. Promove o conhecimento científico faz a ponte entre médicos e a indústria. Desenvolve e ministra treinamentos internos e externos. Também dá apoio para a área vendas.

Serviços Financeiros 

10. Cargo: Gestor de marketing digital. Área de atuação:  empresas de serviços financeiros. O que faz: elabora, executa, acompanha e apura resultados de plano geral de marketing para plataformas digitais, como internet e mobile.

Leia a matéria na íntegra no site da Revista Exame.

 

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Aplicativo que ajuda no dever de casa ganha versão em português

Usado por cerca de 2,5 milhões de usuários da língua inglesa desde seu lançamento em julho de 2016, o aplicativo Socratic acaba de chegar ao Brasil. O app promete tirar dúvidas dos alunos na hora de fazer o dever de casa.

Gratuito e disponível para Android e iOS, o aplicativo permite que o estudante tire uma foto de uma pergunta da lição ou escreva a questão (por enquanto apenas na versão para iOS) e instantaneamente receba explicações, conceitos mais difíceis, perguntas e respostas, vídeos e definições sobre o tema. Além de português e inglês, o app também pode ser usado em espanhol, indonésio, alemão e francês.

O serviço combina inteligência artificial e informações da internet para interpretar as questões. Tem ainda respostas elaboradas por uma comunidade de professores, estudantes e especialistas sobre todas as matérias, desde história até literatura e ciências. Funciona melhor em matemática pelo fato de ser um tema mais universal.

O serviço começou como um site de perguntas e respostas que trazia informações sobre diferentes assuntos. O aplicativo se diferencia de uma simples busca na internet ao usar a inteligência artificial para entender qual é o conceito por trás da questão. No Google, os resultados da pesquisa trazem links que contém as palavras da pergunta.

Por exemplo, quando o estudante fotografa a seguinte pergunta: “Um balão tem um volume de 2,9 litros a 320 Kelvin. Se a temperatura for aumentada para 343 Kelvin, qual passará a ser o volume?”, o aplicativo sabe que a questão é, de fato, sobre Lei de Charles, relacionada a transformações gasosas. Com isso, apresenta uma equação e um exemplo de problema para que o aluno possa resolver a questão.

O site do Socratic tem colaboradores de diferentes países, que respondem perguntas e podem interagir com os estudantes. Um dos mais conhecidos deles é um professor de física, cálculo e álgebra linear brasileiro, identificado como Gió no site. As mais de 4.700 respostas dadas pelo educador (a perguntas feitas em inglês) já foram vistas quase 700 mil vezes por estudantes de 195 países. “Nossos colaboradores podem ser pessoas de qualquer formação que queiram compartilhar seu conhecimento e seu amor pelo aprendizado”, afirma Chris.

A melhor utilização do Socratic é aquela feita na hora em que o aluno está fazendo a lição de casa e trava em alguma questão ou assunto. Como os estudantes aprendem de diferentes formas, são compartilhados diferentes tipos de resultados, como vídeos e perguntas e respostas, para que eles encontrem o conteúdo que funcione melhor para cada um deles.

Para evitar que o estudante se confunda com o conteúdo encontrado, a equipe do aplicativo inclui uma profissional especializada em ensino, cujo trabalho é se certificar de que o conteúdo apresentado será útil. O app também pode bloquear sites confusos ou que não forem confiáveis.

O uso do aplicativo é mais indicado para estudantes na faixa etária de 12 a 18 anos, entre o sexto ano do ensino fundamental e o ensino médio, mas, muitos alunos de ensino superior também encontram ajuda no app. Além deles, muitos pais dizem que o aplicativo tem permitido que eles auxiliem os filhos com o dever de casa.

Alguns professores também contam que gostam que seus alunos usem o app ao mesmo tempo em sala de aula. O aplicativo tem tido uma boa aceitação pelo público em geral. O app está avaliado com cinco estrelas na App Store, da Apple, e conta com mais de cinco mil comentários.

por Fernanda Nogueira – Porvir – 24/07/2017 – São Paulo, SP

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Vale a pena fazer licenciatura?

A licenciatura é um curso superior voltado principalmente à formação de professores para o ensino fundamental e o ensino médio, em escolas públicas e privadas.

É bastante popular no Brasil há muito tempo. Tanto é que a licenciatura mais famosa do Brasil, Pedagogia, está entre os cursos que mais têm estudantes matriculados: quase 650 mil, de acordo com o mais recente Censo da Educação Superior.

Só que as licenciaturas vão muito além da Pedagogia. As opções são muitas, desde Artes até Turismo, passando por aquelas matérias clássicas que a gente vê na escola – Português, Ciências, Educação Física, Matemática, Geografia, etc.

Bateu aquela dúvida se vale a pena fazer uma licenciatura? Vamos propor um teste bem rápido. Se você responder sim à maioria das questões abaixo, então esse tipo de curso tem grandes chances de ser o ideal para você.

Vamos lá?

Você gosta da ideia de ser professor?

Dar aula é a atividade número um do licenciado. Por mais que ele possa optar por trabalhar em outras frentes, terá que encarar essa tarefa por algum tempo -já começa na segunda metade do curso, durante os estágios supervisionados.

Se você gosta da ideia de ensinar, portanto, já tem meio caminho andado para fazer uma licenciatura. Se ainda não sabe, vamos ajudá-lo a entender melhor:

-As licenciaturas são focadas no ensino. Durante os estudos, os alunos vão conhecer a fundo o tema do curso escolhido (Química, Física, Pedagogia, Letras, Educação Física, etc.) e, junto a isso, terão uma série de disciplinas sobre didática, metodologias de ensino, políticas educacionais, gestão escolar e por aí vai.

-Os cursos duram entre 3 e 4 anos e podem ser feitos em diferentes modalidades (presencial ou a distância).

 -Há uma diversidade enorme de licenciaturas disponíveis no Brasil.

 -O mercado de trabalho para professores em geral é bom, com oportunidades na rede pública e particular.

Gosta de estudar?

Se ensinar é a principal função da licenciatura, estudar é tão importante quanto. É por meio de bastante estudo, atualização, novas informações, pesquisa por novos métodos de ensino, etc., que o professor se aprimora e vai avançando na carreira – além, é claro, de aumentar suas possibilidades de conseguir salários maiores.

Portanto, fazer uma licenciatura significa estudar sempre, todos os dias, pelo resto da vida. É um hábito comum aos grandes professores.

Se você gosta de estudar, já pode somar mais um ponto a favor das licenciaturas. Se não é muito a fim, dê uma olhada no próximo tópico e decida.

Prefere estudar de maneiras diferentes?

Quando a gente fala em estudar, não está se referindo apenas àquele modelo tradicional em que o aluno (ou o profissional) passa horas e horas com a cara enfiada no livro, sentado na biblioteca ou na sala de aula.

Hoje, com a tecnologia e o avanço das metodologias de ensino, a gente já pode estudar de maneiras diferentes, mais dinâmicas e interessantes. Fazer um curso a distância é uma delas.

Nas licenciaturas EAD o aluno pode estudar de onde quiser, no seu próprio tempo (desde que respeite as datas de entrega, claro). Para isso, basta um computador com conexão à internet.

As aulas acontecem em um ambiente virtual de aprendizagem oferecido pela própria universidade. Lá os alunos assistem às aulas virtuais, realizam atividades didáticas, tiram dúvidas com professores e tutores, conversam com outros alunos, acessam livros, apostilas e animações sempre que quiserem.

Além de tudo isso, ainda dá para conciliar o curso com o emprego e outras atividades.

É para quem gosta de estudar de maneira diferente, com maior autonomia e flexibilidade! O melhor de tudo: os cursos a distância estão cada vez mais populares, as mensalidades são mais em conta do que as dos cursos presenciais e o diploma é reconhecido no mercado de trabalho.

Pretende investir em pós-graduações?

Uma das maneiras de crescer no mercado educacional é investindo em pós-graduações. Entenda melhor:

-Com uma especialização, por exemplo, o profissional pode dar um passo adiante na carreira e sair na frente na disputa por uma vaga de emprego.

-Se investir em um mestrado, então, já pode ser professor de curso superior em universidades privadas.

-Com um doutorado, o céu é o limite: além das faculdades privadas, doutores podem atuar nas universidades públicas (especialmente as federais), com uma carreira estável e mais bem remunerada (para isso, o caminho é passar em um concurso público).

Se uma pós-graduação já está nos seus planos, então anote aí mais um ponto a favor da licenciatura.

Gosta de lidar com pessoas?

Lidar com pessoas de todas as idades é um pré-requisito inegociável para quem quer se dar bem no campo da docência.

É que durante sua trajetória profissional muitos licenciados vão passar pelo ensino infantil, jovem e adulto. Ensinar é, antes de tudo, saber se comunicar com cada um desses públicos.

Portanto, fique sabendo: lidar com gente é fundamental para quem quer ser um bom professor. Se você tem facilidade de comunicação, gosta de debater e transmitir conhecimento, então é mais um ponto a favor. Vá fazendo a soma.

Que tipo de emprego você procura?

Aqui temos uma boa notícia. Embora formem profissionais para o ensino, as licenciaturas oferecem um campo de trabalho bem mais amplo que isso – especialmente para quem investe em cursos de pós-graduação.

Conheça alguns lugares além da sala de aula onde o professor pode atuar:

-Administração escolar

-Ensino a distância

-Centros de pesquisa

-Editoras

-Consultorias especializadas

-Institutos de pesquisa

-Serviço público

Algumas formações específicas permitem ao profissional arranjar emprego em outros locais, como:

-Bancos e instituições financeiras

-Empresas de informática

-Laboratórios de inovação

-Empresas de pesquisa e estatística

-Empresas de engenharia

-Treinamento corporativo

-Indústria farmacêutica

-Tradução

-Academias de ginástica

Está decidido a fazer uma licenciatura? Escolha a sua!

São tantas e tantas opções de licenciatura que a gente até se perde na lista. Para facilitar, separamos algumas das mais comuns para você:

-Artes (Cênicas, Plásticas, Arte-educação, Visuais, Dança, Música, Teatro)

-Biologia

-Ciência da Computação

-Ciência da Religião

-Ciências

-Ciências Agrícolas

-Ciências da Natureza

-Ciências Humanas

-Ciências Sociais

-Educação Especial

-Educação Física

-Filosofia

-Física

-Geografia

-História

-Informática

-Letras (Francês, Inglês, Espanhol, Alemão, Literatura, Libras, Português, etc.)

-Matemática

-Pedagogia

-Química

-Sociologia

-Turismo

Descubra onde estudar licenciatura

O requisito número um para fazer uma boa licenciatura é verificar se a instituição de ensino escolhida é reconhecida e bem avaliada pelo Ministério da Educação (MEC). É o que garante a validade do diploma em todo o território nacional, seja para buscar um emprego ou para seguir os estudos em uma pós.

As licenciaturas estão disponíveis em praticamente todas as faculdades públicas e privadas pelo Brasil. É só procurar que você acha uma pertinho da sua casa – ou, se preferir, pode buscar um polo de apoio presencial para estudar a distância.

Fonte: IG Educação – 19/07/2017 – São Paulo, SP

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Educação sente falta de professores licenciados

Nas escolas públicas do Brasil, mais de 200 mil professores dão aulas em disciplinas nas quais não são formados, o que equivale a 38% do total de 518 mil professores na rede. Os dados estão no Censo Escolar de 2015.

Em alguns casos, um mesmo professor dá aula em mais de uma disciplina para a qual não tem formação, aumentando o número daqueles que dão aula com formação inadequada para mais de 370 mil, ou seja, 52% do total de posições ocupadas por professores.

Por essa razão, a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados aprovou proposta (PL 6514/09) que facilita o acesso de professores do ensino básico da rede pública a cursos superiores de licenciatura. A notícia foi publicada em 29 de junho de 2017, no site da Câmara dos Deputados.

Pela proposta, terão direito ao benefício os profissionais concursados da rede pública nos três níveis (municipal, estadual e federal), com pelo menos três anos de experiência e sem diploma de graduação.

Em janeiro de 2016, o governo passou a conceder bolsas de estudo para estimular a formação de professores através do Prouni, que também apoia a formação de professores com bolsas distribuídas em diversos cursos de universidades particulares de todo o país.

O Prouni facilita o ingresso no ensino superior através da nota obtida no Enem, os estudantes de baixa renda podem concorrer a bolsas em universidades particulares, tanto em cursos de licenciatura quanto nos de bacharelado. Para ampliar o acesso à educação e melhorar a qualidade do ensino no país, o programa conta com uma política exclusiva para professores da rede pública.

Como a maioria dos professores em exercício não dispõem de tempo para buscar formação em licenciatura, a opção são os cursos EAD. Em Lins, a Unilins oferece um curso de Licenciatura em Pedagogia que forma professores para a educação infantil, ensino fundamental e nível médio, habilitando-os para planejar, coordenar, executar e avaliar processos educativos, além de produzir, aplicar e difundir o conhecimento científico-tecnológico em contextos escolares e não escolares. Possibilita, também, a atuação na gestão escolar, na educação corporativa e no terceiro setor.

A falta de professores licenciados se configura numa excelente oportunidade para os jovens com pretensão de atuar na área educacional. E as possibilidades se ampliam a partir da oferta de cursos a distância e com enormes benefícios aos estudantes. Por exemplo, a flexibilidade que o aluno tem ao curso, com a opção de gerenciar com autonomia o seu horário e o seu local de estudo, conforme suas necessidades. Isso permite que muitas pessoas, por questões de distância, horários de trabalho ou por outras razões não puderam ou não podem cursar o ensino presencial, possam realizar o sonho de um ensino superior de qualidade.

Para o Vestibular de Inverno, a Unilins está oferecendo o curso superior de Licenciatura em Pedagogia na modalidade a distância, com mensalidade de R$201,29, com mais 10% de desconto para pagamentos até o quinto dia útil. É um investimento baixo se comparado aos benefícios de se ter um diploma de nível superior. O desconto é válido somente para matrículas que forem efetivadas até o dia 16 de agosto deste ano.
Veja outras vantagens de estudar a distância:
· Custos reduzidos;
· Materiais didáticos impressos incluso na mensalidade;
· Autonomia do aluno;
· Pedagogia inovadora;
· Acesso ao Ambiente Virtual de Aprendizagem a qualquer tempo e lugar;
· Interatividade entre alunos, professores e tutores.

Informações podem ser obtidas pelo site unilins.edu.br ou telefone (14) 3533-3229.

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7 ferramentas de administração para utilizar em seu negócio

Saia do Lugar

Seja para quem deseja começar o próprio negócio ou aqueles que já estão há algum tempo no mercado, o fato é que a competitividade aumenta a cada dia, e manter-se no topo é uma missão que enseja muitos desafios.

Entretanto, apesar de tamanha complexidade, ao longo das décadas diversas ferramentas de administração se destacaram e hoje são verdadeiros guias dos empreendedores.

Pensando nisso, listamos no post de hoje 7 dessas metodologias que vão auxiliar nos resultados positivos da sua empresa. Acompanhe!

1. As 5 forças de Porter

No modelo das cinco forças de Poter, o renomado professor Michael Porter, pondera sobre os fatores determinantes para ter um negócio bem-sucedido.

Em seu trabalho ­­­— Estratégia Competitiva/ Técnicas para análise de industrias e da concorrência. Porter demonstra que não importa o tamanho da organização, o uso desses elementos é essencial para obter uma visão ampla do empreendimento e assim suportar competição do cenário empresarial.

Sua estratégia parte da rivalidade entre os concorrentes, que aparece como força central. A partir dela, acontece um fluxo contínuo de troca entre os demais fundamentos. Veja a seguir como funciona cada um deles:

Rivalidade entre os concorrentes

Visa conhecer a fundo os adversários. O que se leva em conta é saber exatamente contra o que se está lutando: Quem são eles? Quais as suas estratégias para atingir o público-alvo? Quais das suas práticas posso trazer para meu negócio?

O poder de negociação dos fornecedores

É o fator que avalia a influência da matéria prima na qualidade e no preço dos produtos. Ele está relacionado a famosa lei da oferta e da procura, quando os recursos estão escassos, os fornecedores têm grande poder negocial.

Poder de barganha dos clientes

O consumidor é uma peça fundamental para o sucesso de qualquer empresa. A medida em que aumenta a quantidade de fornecedores de um produto, o nível de exigência dos compradores também se eleva. Às vezes um pequeno detalhe pode ser decisivo na conquista de sua preferência.

Preço, qualidade, atendimento, quem dita os rumos do mercado são os clientes. Por isso, quando o público está engajado fica mais fácil saber quais são as suas expectativas.

Concorrência dos produtos substitutos

A sociedade está em constante transformação. E essa força simboliza o cuidado que deve ser tomado para que seus produtos não fiquem defasados, perdendo espaço e notoriedade.

A ameaça pode vir outros itens que não sejam idênticos, mas que foram adequados às novas exigências, que trouxeram inovação.

Por isso, uma das regras de sobrevivência é que o empresário acompanhe as tendências futuras e use os recursos tecnológicos a seu favor.

Barreiras à entrada de novos concorrentes

Para Porter, a entrada de concorrentes fatalmente repercute nas empresas que se encontram no mercado, pois é natural que os consumidores fiquem curiosos com a novidade, ocorrendo uma divisão de público.

Não há como bloquear o ingresso dos novatos, mas algumas barreiras podem ser usadas no intuito de dificultá-lo.

2. Análise de Swot

A métrica de Análise de Swot é uma das mais populares no cenário da administração moderna.

A técnica facilita aos empreendedores a compreensão dos seus pontos fortes e fracos, aumentando, consequentemente as chances de crescimento e conferindo-lhe maior estabilidade para lidar com os riscos da atividade.

O parâmetro utilizado consiste em definir o potencial dos produtos ou serviços, por meio de avaliação das suas:

  • Forças ou Stregth: procura listar quais são as características que destacam a empresa e seus produtos dos demais existentes no mercado; quais são as armas para encarar a concorrência.
  • Fraquezas ou Weakness: neste aspecto, o objetivo é entender quais são as vulnerabilidades do negócio, as falhas que tem prejudicado em atingir as metas.
  • Oportunidades ou Opportunities: visa o reconhecimento das perspectivas para o futuro, ampliar a visão e explorar todos os pontos da empresa que possam gerar boas oportunidades.
  • Ameaças ou Threats: trata-se de análise dos concorrentes, quais os rumos que os adversários estão tomando e o tipo de ameaça que eles representam.

3. Diagrama de Ishikawa

Popularmente conhecido como diagrama “espinha de peixe”, a técnica é voltada para o controle de qualidade interno do empreendimento.

É uma metodologia bastante interessante, pois além de investigar os problemas, ela também procura a sua origem, o que tem causado tal dificuldade.

A representação gráfica do diagrama é feita por uma linha horizontal, correspondendo ao problema propriamente dito, e diversas linhas verticais, simbolizando os possíveis motivos. Isso justifica o termo “espinha de peixe”.

A ideia é que as ações de reparação são mais eficientes quando se trata as falhas pela raiz.

Assim, se a questão é a baixa produtividade, por exemplo, talvez a solução não seja simplesmente investir em equipamentos de última geração. E nessa relação de causa e efeito, você identifique que o problema está na falta de comunicação.

O Diagrama de Ishikawa auxilia, portanto, na utilização dos remédios certos para manter o seu negócio sólido e competitivo.

4. Diagrama de Pareto

O Diagrama de Pareto é um método simplificado de solucionar problemas, estabelecendo as prioridades da organização.

Nele, os eventos que causam algum transtorno são registrados no diagrama e, conforme a frequência com que aparecem, são classificados como os pontos mais urgentes a serem resolvidos.

De maneira que, se o atendimento aos clientes for recordista de ocorrências, por exemplo, todos os esforços vão se concentrar nessa área para que não comprometa os resultados das vendas.

Além de identificar o que tem afetado a produtividade, esse instrumento também é muito útil para assinalar quais os setores carecem de maior injeção de recursos.

5. Matriz BCG

O objetivo de qualquer empreendedor é extrair o máximo dos recursos que tem em mãos, para lucrar cada vez mais. E neste contexto, a Matriz BCG surge como uma das ferramentas de administração focada na avaliação do potencial de seus produtos.

A metodologia Matriz classifica os produtos em quatro conjuntos:

  • Os “vaca-leiteira”: são os queridinhos de todo empreendedor, aqueles de alta lucratividade e fáceis de serem vendidos;
  • Os “abacaxi”: que demandam grandes esforços e dedicação;
  • Os “estrela”: eles são bastante rentáveis, mas para chegar nesse nível é preciso muito investimento e mão de obra qualificada;
  • Os “ponto de interrogação”: os quais não apresentam um retorno financeiro satisfatório, e ainda exigem o emprego abundante de capital em campanhas de marketing.

Ela foi desenvolvida por uma empresa de consultoria norte-americana — a Boston Consulting Group, no intuito de auxiliar os empresários a reconhecerem o custo benefício dos seus itens, e, a partir daí, elaborarem as melhores estratégias para aumentar o faturamento.

6. KPI

O sucesso de um negócio sem dúvidas depende da capacidade de gestão do seu administrador. E para conquistar um trabalho de excelência os indicadores de desempenho de cada setor devem ser aferidos constantemente.

Nesta perspectiva, a KPI (Key Performance Indicators) se mostra uma importante métrica, cuja finalidade é medir o desempenho dos colaboradores.

Todavia esta não é a única funcionalidade da ferramenta, ela também exerce o papel significativo de mensurar a viabilidade de determinado projeto, se vale a pena continuar investindo nele, ou é melhor abandoná-lo para evitar maiores prejuízos.

7. Modelo de Negócios Canvas

O Modelo de Negócios Canvas foi idealizado por Alexander Osterwalder, e sua proposta consistiu em fazer os empreendedores refletirem seus conceitos sobre a criação de valor para os seus produtos e serviços.

O ponto de partida é que toda organização é influenciada por vários fatores, internos e externos. Com isso, além de preparo técnico, se faz necessário praticar uma gestão dinâmica, para saber lidar com as adversidades da melhor maneira.

Para Osterwalder, uma mesma atividade pode adotar modelos diversificados, porém existem quatro elementos que obrigatoriamente estarão em todos eles: infraestrutura, finanças, ofertas e clientes.

Por fim, o autor estabelece outros 9 aspectos fundamentais ao sucesso de um empreendimento, denominados de blocos de construção:

7.1 – Proposição de valor

Espécies de valores a empresa pretende cultivar para se destacar no mercado e, consequentemente proporcionar uma experiência única aos consumidores.

7.2 – Segmentos de clientes

Mesmo com o público-alvo bem definido, haverá mais de um perfil de consumidor, o que exige maneiras diferentes de interagir. Assim, dividi-los em grupos tornará as ações da empresa mais eficientes.

7.3 – Atividades chave

São as tarefas que precisam ser cumpridas para atingir as metas e seu modelo de negócio seja bem-sucedido.

7.4 – Parcerias estratégicas

A ideia é se unir a quem tem características complementares, estabelecer vínculos capazes de aumentar o potencial da sua organização.

7.5 – Fontes de receita

Consiste em avaliar quais as práticas necessárias para fazer com que a estrutura gere lucros, qual será a forma de arrecadação.

7.6 – Estrutura de custos

Etapa destinada a mensurar o custo operacional, o quanto se precisa investir até o momento do seu produto ser entregue no mercado.

7.7 – Recursos principais

Engloba o acervo patrimonial da empresa, e ele não se limita a dinheiro, também é formado pelos equipamentos, estrutura física, patrimônio intelectual.

7.8 – Canais de comunicação e distribuição

Nesta fase, o objetivo é escolher as estratégias de marketing adequadas, a fim de despertar o interesse dos consumidores, fazer com que conhecem e queiram adquirir seus itens. Além disso, é nesse estágio que a logística de distribuição para os pontos de venda é organizada.

7.9 – Relacionamento com o cliente

Significa traçar as estratégias propícias para engajar o público, quais serão os métodos utilizados para interagir.

Quem convive no ambiente empresarial, sabe que a sobrevivência de um empreendimento, independentemente de qual seja o nicho de atuação, depende de um conjunto de fatores.

Não há uma receita de sucesso, contudo, existem ferramentas de administração já consagradas que podem ser determinantes. Por isso, conhecer algumas delas é essencial para a carreira de qualquer empreendedor.

E então, descobriu a metodologia que faltava para alavancar o seu negócio? Confira outras formas de como melhorar o desempenho da empresa, em nosso artigo 6 dicas para gerar mais receita em menos tempo.

Fonte da informação.

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5 dicas para tornar a comunicação interna mais efetiva usando a TI

O setor de tecnologia da informação contribui de maneira significativa para o sucesso de qualquer negócio e a Comunicação Interna é fundamental e sempre um desafio nas empresas. A Iteris, empresa brasileira provedora de serviços de tecnologia da informação, usa sua expertise para indicar cinco pontos de atenção para que o casamento entre essas duas áreas seja mais efetivo e gere frutos positivos para o negócio.

A intranet continua sendo a principal ferramenta de comunicação interna de uma empresa. Entretanto, como toda solução tecnológica, precisa ser constantemente atualizada e modernizada para atender às demandas de pessoas e processos e para manter a competitividade da organização.

Veja abaixo cinco tendências de funcionalidades que tornam a comunicação interna mais eficiente:

1. Integração de processos

A tecnologia atual tornou as intranets ainda mais dinâmicas. Por outro lado, as organizações e seus processos ficam cada vez mais complexos e detalhados, levando a necessidade de implantação de novos sistemas.

É fundamental que uma nova plataforma de intranet tenha a capacidade de integração de funcionalidades por módulos, para que possamos priorizar as novas aplicações de forma estratégica, de acordo com as necessidades corporativas, visando o melhor resultado para os processos de negócio, com o mínimo de impacto negativo no workflow dos processos.

2. Funcionalidades sociais

Se você ainda não adotou o conceito de rede social corporativa ou pelo menos algum tipo de funcionalidade social, irá fazê-lo. Todas as atuais plataformas de intranet têm suporte a esse tipo de experiência.

A função de comunicação interna precisa estrategicamente definir se quer ser um ponto de apoio ao universo dos colaboradores e transformar sua força em vantagem competitiva para a organização.

Nos últimos três anos, os grandes fornecedores da indústria de tecnologia da informação têm claramente apontado para o investimento em plataformas colaborativas integradas, ao invés de “plugar” funcionalidades sociais às plataformas tradicionais de intranet. Fica evidente que estão migrando para soluções com experiências integradas nativas. As ferramentas de colaboração via SaaS (Software as a Service) se disseminarão ainda mais e melhorarão a produtividade baseada na plataforma de intranet.

3. Segurança de dados

A crescente necessidade de uma melhor segurança de dados de negócios fica evidente, considerando os vários exemplos de violações que são divulgados.

Intranets são um veículo natural para quantidade valiosa de inteligência de negócios, bem como de dados pessoais, fazendo com que as preocupações com a segurança sejam mais vitais do que nunca.

4. Melhores interfaces para os usuários

Um dos pontos fundamentais de uma intranet é oferecer um acesso amigável ao usuário, independentemente do dispositivo utilizado ou da situação. Com a chegada e a proliferação dos dispositivos móveis, a necessidade de interfaces mais intuitivas também aumentaram.

5. Mecanismo de busca avançado

Funcionalidades dinâmicas e efetivas de busca são fundamentais para a eficiência e a precisão nas redes e sistemas corporativos. Buscas lentas ou imprecisas podem representar muitas horas de produtividade jogadas fora ao longo de um ano, assim como outros tipos de perdas.

Fonte da notícia.

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Quem procura preço, nem sempre encontra qualidade

O título deste texto é um conhecido slogan utilizado pelo varejo para alertar o cliente que busca apenas preço baixo. Neste caso, ele também se encaixa nos serviços de obras municipais.

Tem sido sistemática as críticas de contribuintes aos péssimos serviços das obras municipais, especificamente sobre os serviços de recape ou tapa-buracos das prefeituras.

Apesar do pouco conhecimento que tenho sobre o assunto, como contribuinte me senti no direito de comentar o fato. E mais: ao longo deste texto tento ir além do tema central da referida reportagem, como forma de mostrar que a prática é mais comum do que se imagina e não se trata de exclusividade de governos municipais.

Para começarmos a refletir sobre o assunto, vamos analisar o processo de licitação pública no Brasil, onde costumeiramente, o principal requisito para ganhar um contrato é o preço. Ganha a empresa que apresentar a melhor proposta, ou seja, o menor preço. Nestes casos, qualidade, durabilidade e garantia são relegadas ao segundo plano. Ocorre que o menor preço é só uma das muitas variáveis que nos possibilitam entender as razões que podem explicar o porquê dos péssimos serviços contratados pelo poder público. Entendo não ser fácil explicar aos munícipes a contratação de uma empresa com proposta de valor maior, principalmente se não houver um compromisso claro e transparente com a qualidade.

Resultado de imagem para asfalto ruim

A carência de fiscalização, o descaso com o dinheiro do contribuinte, o descomprometimento das autoridades, falta de ética, a formação profissional de funcionários técnicos que não se equipara com o cargo e até o desconhecimento da legislação são outros fatores que contribuem para o resultado negativo a que me reporto.

Outro fator não menos importante é a mercantilização da educação. A multiplicação de faculdades que ofertam preço em detrimento da qualidade dos cursos, somada a conivência das autoridades, tem colocado no mercado profissionais despreparados para o desempenho da função.

Os constantes desmoronamentos de prédios ocorridos nos últimos anos comprovam a péssima formação técnica profissional e ética dos estudantes. O fato me leva a crer que tais problemas não são decorrentes apenas da condição de formação técnica e ética, mas também de fatores “impostos” no decorrer das obras que podem afetar diretamente na qualidade das mesmas. Como exemplo, cito as exigências de menor preço em licitações, que obrigam a redução de vários itens, que garantiriam a boa qualidade de uma obra/serviço.

Outro importante fator é a inexistência de lei que determine a contratação de uma empresa especializada no controle tecnológico das obras, o que desobriga muitos órgãos públicos ou privados a buscar esse importante serviço.

Muitas obras financiadas pelos governos federal e estadual, há muito tempo requerem a contratação de laboratórios para o controle tecnológico, mas que sejam acreditados pelo Inmetro, órgão que dá credibilidade ao prestador de serviços. No Brasil, território das oportunidades e dos oportunistas, laboratórios não credenciados e inadequados se reproduzem quando percebem que a economia vai bem e, consequentemente, o governo investe em grandes obras públicas.

O mesmo problema é detectado também em nossas rodovias e ruas urbanas. Serviços de baixa qualidade reduzem a vida útil das obras, obrigando o poder público a novos investimentos em prazos cada vez mais curtos. Haja vista os “tapa-buracos” que temos observado em nossa cidade.

Tal fato é semelhante à obsolescência programada, facilmente detectada nos produtos eletro-eletrônicos que, de maneira semelhante, vem se sucedendo no setor de serviços.

Pode parecer utopia de minha parte, mas, para toda e qualquer construção deveria haver prazo de validade. Afinal, todo produto ou serviço tem vida útil e, dessa forma, os governantes poderiam planejar melhor suas reformas ou manutenções com antecedência, inserindo-as em seu plano político administrativo.

Enquanto isso, ou exercemos nossa cidadania e exigimos melhores serviços, ou aguardamos deitados em berço esplêndido até que esse panorama mude por sua própria vontade.

Vorlei Guimarães

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Jogadores de futebol são driblados pelo vocabulário

Enquanto os principais clubes brasileiros profissionalizam sua gestão contratando administradores profissionais para comandar suas rotinas, jogadores com salários astronômicos não se reciclam e envergonham seus fãs quando falam em público.

Quem acompanha o mundo esportivo sabe perfeitamente que conciliar a profissão de jogador de futebol com a de estudante universitário não é fácil, principalmente se considerarmos o injusto calendário de jogos estabelecido pela CBF, que prioriza lucros em detrimento do espetáculo.Resultado de imagem para corinthians jogo

No que se refere a gestão, os clubes da Europa dão um show nos brasileiros. Na Inglaterra e Espanha, eles faturam em torno de R$ 10 bilhões e R$ 7 bilhões por ano, respectivamente, enquanto no Brasil a arrecadação anual é de aproximadamente R$ 3,5 bilhões.

É preciso cobrar da CBF um calendário adequado que permita aos atletas, de maneira geral, não apenas uma boa preparação física, mas, também intelectual, em busca de melhor instrução visando garantir um futuro melhor após o encerramento da curta carreira de jogador de futebol.

Muitos deles, vindos de classes sociais com baixíssimas condições, não têm no vocabulário a mesma habilidade dos pés no momento de responder às entrevistas e acabam revelando o baixo nível de escolaridade e o profundo desconhecimento da língua pátria.

Frases feitas que se transformaram em chacotas folclóricas no mundo do futebol revelam a fragilidade na formação cultural fora das quatro linhas. Entre tantas, “O adversário é muito difícil, mas vamos dar tudo de si para ajudar os companheiros a ganhar a partida”. “Quando o jogo está a mil, minha naftalina sobe”. “Temos que valorizar a individualidade de cada um”.

Mas essa repetição de frases decoradas e erradas pode produzir um reflexo ainda maior, se levarmos em conta a admiração que os fãs têm por esses jogadores. Além de lançarem moda no vestuário e cortes de cabelo, influenciam também nos valores culturais dos torcedores.

Observei outro dia num clube da cidade, um garoto de seis anos se jogar na área numa disputa com o zagueiro e, após a seqüência do lance, reclamar energicamente com o árbitro por uma infração inexistente. Será que se espelhou na malícia de algum ídolo?

Domingos, ex-zagueiro do Santos e da Portuguesa, num passado recente quase foi transformado em herói no programa Globo Esporte, cujo apresentador se referia a ele como “o último dos verdadeiros zagueiros”, quando, na realidade, o atleta sempre esteve relacionado a jogadas duras e violentas. Nesse caso, a imagem do jogador foi reforçada por um veículo de massa.

Voltando à peleja entre jogadores e o vocabulário, muitos estão atentos para a importância da educação e do conhecimento no seu dia a dia, contudo, não apenas os atletas, mas as equipes também devem se planejar para o momento da aposentadoria dos seus ídolos.

A sala de aula ainda está bem longe de ser um lugar atraente para a maioria dos jogadores de futebol e não houver uma cobrança mais incisiva por parte de seus representantes.

Vorlei Guimarães

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Quanto ganha um empreendedor no início da carreira?

Antes de mais nada é importante frisar que existe uma grande distância entre as finanças de uma empresa e as do seu proprietário. Muitos empresários ainda cometem o erro primário — e perigoso — de recorrer à caixa registradora do negócio para custear despesas pessoais. Isso coloca em risco uma empresa porque ela também tem contas a pagar. A arrecadação de um empreendimento não é, necessariamente, o quanto ganha um empreendedor.

As características de um segmento econômico também influenciam os ganhos de um empresário. Uma empresa que está inserida em um setor que possui grandes margens de crescimento, ainda que recém-inaugurada, poderá obter boas taxas de lucro, que podem aumentar o retorno sobre o investimento do seu proprietário.

Além do mais, é importante lembrar-se que empreender é o mesmo que investir, e, assim como qualquer outro investimento, esse também levará um tempo para gerar retorno.

Tipos de empreendedor

Quem já começou a pesquisar sobre empreendedorismo deve ter se deparado com três termos importantes: microempresa, pequena empresa e MEI. Essas categorias de negócios diferenciam as empresas pelos seus ganhos anuais. Desse modo, fica mais fácil ter uma ideia do quanto ganha um empreendedor.

MEI

Sigla para Microempreendedor Individual. Nessa categoria o empresário possui CNPJ, emite nota fiscal e NFe — dependendo da cidade em que está —, mas não pode contratar mais do que um funcionário.

Um microempreendedor individual precisa pagar, mensalmente, uma taxa de R$ 46,85 referente ao INSS. Desse modo, ele está segurado em caso de acidentes de trabalho e pode receber alguns benefícios trabalhistas, como a licença maternidade. Além disso, prestadores de serviço pagam mais R$ 5,00 e quem atua no comércio ou indústria paga mais R$ 1,00.

Os ganhos de um MEI não podem extrapolar o valor anual bruto de R$ 60 mil.

Microempresa

A microempresa pode ter valor de faturamento anual bruto de até R$ 360 mil. Ela pode ser uma sociedade. Além disso, um microempresário pode ter até 9 empregados. Os gastos dessa modalidade de empresa crescem à medida que o empreendedor contrata mais pessoas, afinal, ele se torna responsável pelos encargos trabalhistas dos seus funcionários.

Um microempresário tem acesso a créditos empresariais e pode participar de licitações.

Pequena empresa

Se os ganhos anuais brutos ficarem acima de R$ 360 mil, chegando a patamares próximos ao de R$ 3,6 milhões, o negócio será considerado uma empresa de pequeno porte.

Nem sempre o caminho de um empresário percorre as três categorias citadas neste texto. Uma pessoa pode, por exemplo, começar sua jornada empreendedora investindo em uma franquia de alto custo — uma opção interessante para quem quer fazer um investimento alto e ter a segurança de uma marca forte.

Fonte da notícia.

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