A crise e a retomada econômica

Toda crise tem começo, meio e fim.

Nunca vi e nem ouvi falar em crise perpétua. Todas elas são momentâneas, umas mais outras menos duradouras, entretanto, ainda que esfolados, sempre saímos vivos delas.

Diante dessa constatação, há uma pergunta que não quer calar: “O que as empresas estão fazendo para quando a economia se estabilizar e retomar o seu círculo virtuoso?” E faço a mesma pergunta aos profissionais em geral.

Sem pretensão de uma resposta que satisfaça a todos, percebo que as crises surgem em boa hora para milhares de empresários e caem como uma luva no discurso de muitos como justificativa para os maus resultados.

As crises chegam e saem. O discurso, porém, é o mesmo: cortar custos, reduzir despesas, otimizar investimentos etc., como se não fosse a regra básica para empresas que pretendem se manter competitivas.

Historicamente, quase sempre os momentos de crise veem atrelados a peculiaridades de mercados mundiais, como, por exemplos, a dúvida sobre a sobrevivência do euro, o crescimento do número de mortes por bactérias etc. Quem não se lembra da vaca louca? São motivos mais que suficientes para os pessimistas de plantão provocarem o terror. Ações despencam por qualquer motivo.

Além de satisfazer as necessidades de seus clientes, a finalidade das empresas é alcançar resultado financeiro e, portanto, devem estar preparadas para a fase pós crise. Sua equipe é capacitada e se atualiza constantemente? Essa questão me fez recordar da frase de Nilton Molina, presidente da Mongeral Aegon: “Se a partir dos 40 anos, o indivíduo não estudou mais, não leu mais e ainda ganha 10 mil reais por mês, certamente será substituído por um jovem de 23 ou 24 anos, com um salário de 5 mil por mês”.

É comum nos depararmos com adesivos do tipo: “Consulte um Advogado” ou “Consulte um Contador”, entre outros. A sugestão é pertinente, afinal, cada um na sua área, desempenhando aquilo para o qual se preparou. Assim sendo, sugiro aos empresários que, em caso de crise, “Consultem um Gestor de Marketing”.

Resultado de imagem para crise

Administrar já não é como antes. Profundas mudanças foram introduzidas na gestão empresarial como o conceito de posicionamento, estratégia competitiva, o valor da marca, a utilização de tecnologias para gestão do relacionamento, o uso da internet etc. Empresas criativas com profissionais preparados se sobressaem.

Corporações bem administradas são blindadas a comentários de especuladores pessimistas que adoram criar crises.

Prepare-se para a retomada da economia e venha comigo para o mundo dos otimistas.

Vorlei Guimarães

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Respostas às perguntas sobre Marketing Internacional

Esta publicação é uma resposta às perguntas dos grupos de alunos da disciplina Marketing Internacional, ofertada pela Unilins nos cursos de Administração e Marketing, onde leciono.

No trabalho apresentado pelos dois primeiros grupos, todos os outros deveriam elaborar questões. Dessas, escolhi três para serem respondidas. As outras estão sendo respondidas aqui neste Blog. Confira:

Grupo Rafaela Queiroz

Pergunta: Quais fatores/situações oferecem riscos potenciais do ambiente interno ao processo de internacionalização?

No processo de internacionalização, o ambiente interno da empresa (recursos humanos, tecnológicos, financeiros etc.) deve estar preparado para mudar sua cultura organizacional e se adequar às dificuldades naturais provenientes dos fatores culturais, idiomáticos, políticos e econômicos de outros países e continentes. Antes de se mostrar internacionalmente, a empresa deve se adequar internamente para enfrentar eventualidades surgidas nesses novos mercados. Vivemos em um mundo difícil e com forte concorrência em todos os nichos. Compreender todos esses fatores para ter sucesso deve começar internamente.

Grupo Alex

Pergunta 1: Como tornar a concorrência saudável entre duas empresas que vendem o mesmo produto?

Nesse caso podemos nos referir à Concorrência Perfeita que ocorre quando o mercado é composto por um grande número de vendedores e compradores, o que suaviza a competição entre as empresas. Se o mercado fosse limitado e com poucos compradores, certamente as empresas iriam batalhar mais e venceriam aquelas que tivessem o melhor planejamento.

Pergunta 2: O que é importante para um bom planejamento do Marketing Internacional?

O bom planejamento depende de uma boa pesquisa e de um profundo conhecimento do mercado em que a empresa pretende ingressar. É um documento escrito que detalha as ações necessárias para atingir os objetivos de marketing. Pode ser um planejamento para a marca, para um produto ou serviço, ou para as linhas de produtos. Os planos de marketing podem cobrir entre um e cinco anos. Um bom plano de marketing deve basear-se numa sólida estratégia de marketing.

Grupo Pablo

Pergunta: Na análise da situação interna, como fazer das fraquezas oportunidades transformadas em forças?

Já que no ambiente interno os fatores são controláveis, a cultura organizacional deve ser vista e revista para que as fraquezas sejam corrigidas antes de se aventurar no mercado global. Por exemplo, se o idioma é uma das fraquezas identificadas, é mais do que necessário ter pessoas fluentes no inglês, espanhol e na língua do país em que se pretende ingressar. Conhecer as gírias e os dialetos pode significar um diferencial importante na relação com os novos mercados.

Grupo não identificado

Pergunta 1: Por que o plano de ação é importante dentro do plano de marketing internacional?

Um PLANO DE AÇÃO é realizado com a aplicação da ferramenta 5W 2H que consiste em um checklist de várias atividades. É o planejamento de todas as ações necessárias para atingir um resultado onde são especificadas as ações a serem implementadas. Quanto melhor o Plano de Ação, maior a garantia de atingir a meta.

Pergunta 2: Como implementar as 5 forças de Porter no mercado internacional?

Porter classifica essas forças como parte do microambiente de uma empresa e que afetam sua capacidade para servir os seus clientes e obter lucros. Portanto, seja no mercado nacional ou no internacional, o ambiente interno das empresas deve se balizar pelas 5 forças para que possa reagir a qualquer eventualidade que, certamente, acarretará em prejuízos no ambiente externo. Uma mudança em qualquer uma das forças normalmente requer uma nova pesquisa (análise) para reavaliar o mercado.

Grupo não identificado

Pergunta 1: Qual a importância do planejamento de marketing internacional?

Não se trata de ser mais ou menos importante conforme o mercado de atuação. O planejamento é o primeiro e mais importante passo do processo administrativo. Sem planejamento a empresa corre o risco de trilhar um caminho desconhecido e, consequentemente, ser engolida pelos concorrentes.

Pergunta 2: Como o composto de marketing pode influenciar na internacionalização da empresa?

O composto de marketing, mix de marketing ou os 4 P’s, como é mais conhecido, são os balizadores de qualquer estratégia de marketing que a empresa pretenda colocar em prática. O produto a ser ofertado, o local de distribuição, o preço a ser praticado e a divulgação do produto, serviço ou marca, são inerentes e qualquer planejamento empresarial. Se os 4 P’s não forem contemplados no planejamento, não há como definir as estratégias.

Grupo Thamires

Pergunta 1: O que significa SWOT?

É a sigla dos termos ingleses Strengths (Forças), Weaknesses (Fraquezas), Opportunities (Oportunidades) e Threats (Ameaças), ferramenta utilizada para fazer análise ambiental, sendo a base da gestão e do planejamento estratégico numa empresa. Pode ser utilizada para qualquer tipo de análise de cenário, desde a criação de um blog à gestão de uma multinacional.

Pergunta 2: Quais aspectos devem ser analisados para a internacionalização de um produto?

O composto de marketing (4 P’s) são os principais aspectos a serem analisados. A partir de uma extensa pesquisa sobre o mercado a ser prospectado, cada um dos compostos de marketing deve ser orientado para atingir os objetivos. Seja produto ou serviço, ou o ambiente interno da empresa, todos são aspectos a serem cuidadosamente analisados.

Grupo Matheus

Pergunta: Quais os aspectos a serem considerados na análise de situação externa?

Creio que a resposta para essa pergunta está contemplada nas perguntas anteriores. No processo de internacionalização, o ambiente interno da empresa (recursos humanos, tecnológicos, financeiros etc.) deve estar preparado para mudar sua cultura organizacional e se adequar às dificuldades naturais provenientes dos fatores culturais, idiomáticos, políticos e econômicos de outros países e continentes. Antes de se mostrar internacionalmente, a empresa deve se adequar internamente para enfrentar eventualidades surgidas nesses novos mercados. Vivemos em um mundo difícil e com forte concorrência em todos os nichos. Compreender todos esses fatores para ter sucesso deve começar internamente.

Grupo 10

Pergunta 1: Porque não se deve elaborar um planejamento de marketing antes de analisar o mercado?

Cada mercado tem suas próprias peculiaridades como a cultura, a política, o meio ambiente etc. Assim sendo, sem conhece-las detalhadamente não há como desenvolver um planejamento seguro.

Pergunta 2: Quais objetivos a empresa busca alcançar ao analisar o mercado externo?

Na realidade a busca pelo mercado internacional é nada mais do que ampliar o seu mercado de atuação. A empresa que percebe ter condições para competir internacionalmente não tem porque se restringir ao seu mercado inicial.

Grupo Ana Luiza

Pergunta: No que implica a má análise do mercado interno?

Uma empresa que desconhece o seu próprio mercado está correndo o risco de fracassar em suas atividades. Não conhece-lo apropriadamente é um claro exemplo de má administração.

Espero ter respondido às dúvidas de todos. Caso contrário, nos falamos em sala.

Abraços.

Vorlei Guimarães

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Pokémon GO: uma ferramenta poderosa para atrair clientes

Fonte: administradores.com

Como as empresas podem se beneficiar do jogo que virou febre, principalmente entre o público jovem.

 

O Pokémon GO mal desembarcou no Brasil e já virou febre entre pessoas de todas as faixas etárias, mas, especialmente, para os jovens. De olho nesse público e dentro de um dos 15 maiores mercados para jogos no mundo, empresas se aproveitam da mecânica do Pokémon GO para atrair clientes. “Ainda estamos descobrindo a dimensão do potencial de marketing que o jogo tem, mas já podemos utilizar algumas ferramentas, como ativar PokéStops próximas às lojas e treinar vendedores para interagir com os caçadores dos monstrinhos atraídos, por exemplo”, afirma o professor do curso de Jogos Digitais do Centro Tecnológico Positivo, Rafael Baptistella Luiz.

Para testar algumas das estratégias, Baptistella contou com o apoio do Laboratório de Varejo da Escola de Comunicação e Negócios da Universidade Positivo (UP). O teste está sendo realizado na Loja da Fábrica Positivo, no Centro de Curitiba. Além de buscar novas possibilidades para que empresas utilizem o jogo para atrair clientes, o estudo visa mensurar a efetividade da ferramenta. Por meio de uma PokéStop, com custo relativamente baixo, um módulo é ativado para atrair o Pokémon até as redondezas da loja. “O módulo faz com que os jogadores que estejam no aplicativo observem no mapa do jogo que ali por perto tem algo ativo. Eles vão até lá e pegam os Pokémons”, explica Baptistella.

No primeiro dia de estudo, o jogo gerou um fluxo de dois novos clientes a cada 15 minutos de testes. Para a coordenadora do Laboratório de Varejo da Escola de Comunicação e Negócios da UP, Fabíola Paes, o Pokémon GO já é um marco da tendência de fusão das experiências on e off-line do consumidor, já que o jogo coloca os monstrinhos em espaços físicos. “Vivemos a era da omniexperiência no varejo. O consumidor não distingue mais a diferença da experiência de compra no ambiente on-line e off-line. Ele fica no centro da experiência e de relacionamento com as marcas e está preparado para aderir a uma nova jornada de compras”, ressalta Fabíola. Para ela, o jogo populariza um comportamento que já vem sendo experimentado há algum tempo pelas marcas que é a realidade aumentada, na qual o espaço real interage com elementos virtuais.

Fora do Brasil, o McDonald´s foi a primeira marca a se associar oficialmente ao game. No Japão, a rede confirmou que seus trinta mil restaurantes terão localização patrocinada no jogo. Nos Estados Unidos, cafeterias e restaurantes já usam o Pokémon GO para atrair clientes. Um dos cases até o momento é o da pizza bar L’Inizio, em Nova York, que ativou o recurso “módulo de atração” e registrou um aumento de vendas de 75% em um fim de semana. Para o New York Post, o gerente do estabelecimento disse que gastou 10 dólares para ter uma dúzia de monstrinhos colocados no local. “Diversas empresas nacionais e estrangeiras já planejam ações de marketing para tirar proveito do sucesso que o jogo da Niantic tem registrado em escala global”, afirma Fabíola. Segundo ela, o principal desafio do estudo é descobrir como converter o fluxo gerado em novas vendas.

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Eu peguei a tocha olímpica nas mãos

São poucas as pessoas que podem dizer “eu peguei a tocha olímpica nas mãos“.

Independente das críticas aos governos em razão dos jogos olímpicos, em detrimento da saúde, educação e segurança, queira ou não, a Olimpíada é um evento emocionante que mexe com o povo brasileiro e que tem em seus meandros muitos fatores positivos.

O título deste texto é, na realidade, reflexo da emoção que senti ao segurar a réplica original da tocha olímpica e também ao reencontrar um dos grandes e preciosos amigos que fiz ao longo dos tempos.

Esteve em Lins, no campus da Unilins, Rodrigo Simon, ex-aluno da Unilins, do curso de IMG_5645Engenharia de Computação, que teve o prazer de partilhar com sua escola e comunidade acadêmica esse importante momento do esporte mundial.

Rodrigo foi um dos escolhidos pela Nissan, multinacional do ramo automobilístico e uma das patrocinadoras da Olimpíada, graças ao seu projeto de desenvolvimento de uma cadeirinha para transportar as crianças com mais segurança, não permitindo que os pais as esqueçam em seus carros.

Ao receber a notícia de que seria um dos condutores oficiais da tocha, Rodrigo iniciou a sua preparação para correr 200 metros segurando o maior símbolo olímpico mundialIMG_5642. Passou a fazer uma alimentação balanceada e perdeu alguns quilos.

Ele teve a honra de carregá-la na cidade de Sorocaba, em 17 de julho, e nos contou que, mesmo sendo uma curta distância, foi emocionante e pareceu-lhe estar carregando um troféu. O que mais chamou a atenção de Rodrigo foi perceber no olhar das crianças a alegria e o entusiasmo ao verem o símbolo dos jogos olímpicos de tão perto.

Rodrigo e sua família passaram o dia de quinta-feira, 4 de agosto, no campus da Unilins, dividindo sua alegria com os alunos e matando saudade da escola.

Parabéns Rodrigo e obrigado pela oportunidade de nos honrar com sua presença, acompanhado da tocha olímpica. Um grande abraço.

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Metade dos jovens depende de programas do governo para cursar universidade

Fernanda Cruz – Repórter da Agência Brasil

Pesquisa apresentada hoje (20) pela Associação Brasileira de Mantenedoras do Ensino Superior (ABMES) mostra que 50,5% dos jovens que pretendem ingressar em curso superior de universidade não têm condições de pagar as mensalidades e precisam da ajuda de programas de financiamento do governo. O percentual de 37,3% informou que poderia pagar as mensalidades e 12,2% disseram que talvez tenham condições de pagar. O estudo ouviu mil brasileiros com idade entre 18 e 30 anos, com ensino médio completo.

Ao serem questionados sobre o interesse em pleitear uma bolsa pelo ProUNIVERSIDADES-2013grama Universidade para Todos (ProUni) – que concede bolsas parciais e integrais, com base na nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) – 57,9% tentariam ingressar no programa, 38,1% não têm interesse no auxílio e 4% não souberam responder.

Sobre o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), 50,3% dos entrevistados tentariam essa modalidade, 41,4% não tentariam e 8,3% não souberam responder. O Fies é um empréstimo para custear graduação em instituição privada de ensino a uma taxa de juros de 6,5% ao ano. O percentual de custeio varia conforme a renda familiar mensal.

Redução de custos

A pesquisa também perguntou aos estudantes o que pensam sobre a proposta de redução de investimentos em educação pelo governo federal. A maioria (75%) disse que é contrária ao corte. Sobre a cobrança de mensalidades por universidades públicas, mais da metade (57,3%) também se opôs à proposta.

Para Janguiê Diniz, presidente da ABMES, que representa 1,2 mil instituições educacionais privadas, o programa de financiamento estudantil beneficia mais o país, em última instância, que as instituições privadas de ensino. “Quando o Fies era incipiente há 6 anos, os índices de crescimento eram ascendentes. Quem precisa do Fies não são as instituições privadas, quem depende disso é o país”, disse ele.

Para o cientista político que trabalhou na pesquisa, Adriano Oliveira, o levantamento mostrou, que os jovens valorizam o papel do estado como indutor de inclusão social na área da educação.

Se pudessem escolher, 71,2% dos entrevistados optariam por uma universidade pública, enquanto 25,1% escolheriam uma instituição particular e 3,7% não responderam. “Essa questão mostra a importância do estado como agente que permite a inclusão social através da educação”, disse Adriano.

Apesar da preferência pelas instituições públicas, Janguiê argumenta que as faculdades privadas têm alcançado melhores índices de qualidade. “Se no Brasil fosse o mesmo sistema dos Estados Unidos [onde universidades públicas cobram mensalidade], esse sentimento de que as privadas tem qualidade inferior à pública não existiria”, declarou.

 

 

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Santander lança programa de trainee

As inscrições vão até 18 de agosto. A expectativa do Santander é selecionar 15 jovens para o programa. O processo seletivo inclui etapas tradicionais como teste de lógica e de aderência à cultura, prova de inglês, dinâmica de grupo e entrevista com executivos, e também um painel de negócios e uma fase chamada “selfie” na qual o candidato deverá enviar um vídeo comentando um tema de escolha do banco.

Leia a matéria na íntegra.

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O Líder e o Chefe

Apesar da diferença ser enorme, é fácil identifica-los.

O chefe é a pessoa que ocupa um cargo designado por alguém. Geralmente é autoritário, comanda as pessoas e distribui ordens, sempre visando lucros e resultados. O chefe não pensa no bem-estar coletivo e dá suas ordens da maneira que ele julga mais eficaz. O chefe é excelente em apontar e responsabilizar os outros quando algo não dá certo, mas quando o objetivo é alcançado age como se ele tivesse executado.

O líder é conhecido como motivador de sua equipe, inspirador das pessoas, trabalha em equipe e valoriza as habilidades individuais, respeitando suas limitações e ajudando a superá-las. Não visa apenas resultados e se preocupa com o caminho para alcançar o objetivo. Não é centralizador e geralmente é muito respeitado.

Existem líderes por vocação, com iniciativa, capacidade de influência, capacidade de comunicação, e sempre dispostos a ajudar, ensinando e orientando a forma de realizar uma atividade. É um profissional justo e focado na solução do problema, e não em apontar quem o causou.

A liderança é possível de ser alcançada, basta estar disposto a mudança de hábitos. Um bom começo é a leitura do livro “Inteligência Emocional”, do Psicólogo e PhD, Daniel Goleman, que está relacionada às habilidades das pessoas em se auto motivar, sem desanimar diante de desilusões e insucessos. É conseguir controlar seus próprios impulsos e motivar pessoas, fazendo com que elas deem o melhor de si e sejam comprometidas com seus objetivos. Deveria ser leitura obrigatória para executivos e gestores.

Se a expressão “chefe” tem sido depreciada, como se fosse uma pessoa malvada, inescrupulosa, que não tem um bom relacionamento com os subordinados, por outro lado a palavra “líder” passou a ser usada como se fosse um cargo e não características intrínsecas de alguém com habilidades para ser, de fato, líder. Não podemos nos esquecer de que o líder é visto e aceito como tal, independente do cargo.

Voltando ao tema Inteligência Emocional, a principal característica de um líder é saber controlar as emoções e agir com a razão. É isso que difere os humanos dos outros animais. Em resumo, é dessa maneira que evitamos brigas ou conflitos.

Quem conhece e controla suas próprias emoções tem relações mais saudáveis e uma vida melhor.

Vorlei Guimarães

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Brasileiros foram os mais afetados por vírus no Facebook

Fonte: Administradores.com

Cerca de 10 mil usuários do Facebook do mundo inteiro foram atacados por malwares entre os dias 24 e 27 de junho, e segundo a empresa de cibersegurança Kaspersky Security Network, o Brasil foi o país mais afetado. O ataque, que tinha como objetivo roubar contas do Facebook, funcionou da seguinte maneira: usuários receberam mensagens de amigos do Facebook, dizendo que tinham sido mencionados em um comentário, mas a mensagem era enviada por invasores e levava à instalação de um trojan. O vírus, por sua vez, instavala uma extensão maliciosa do navegador Chrome, e quando o usuário acessava a rede social usando o navegador comprometido, o controle de sua conta era tomado. Além do Brasil, países como Polônia, Peru, Colômbia, México, Equador, Grécia, Portugal, Tunísia, Venezuela, Alemanha e Israel figuram na lista de locais mais afetados pelo malware, segundo a Kaspersky.

Nos ataques bem-sucedidos, o agente da ameaça conseguia alterar configurações de privacidade, extrair dados e muito mais, possibilitando a disseminação da infecção por meio dos amigos da vítima no Facebook ou a realização de outras atividades maliciosas, como envio de spam, roubo de identidades e produção de ‘curtidas’ e ‘compartilhamentos’ fraudulentos. O malware tentava se proteger colocando determinados sites, como os de fornecedores de software de segurança, em listas negras de acesso.

As pessoas que acessavam o Facebook em computadores Windows eram as que corriam mais risco e, possivelmente, os usuários de celulares com o mesmo software também. Já os que possuem dispositivos móveis Android e iOS estavam imunes, pois o malware utilizou bibliotecas incompatíveis com esses sistemas operacionais.

O mecanismo de download do cavalo de Troia usado pelos invasores não é novo. Ele foi revelado mais ou menos um ano atrás, em um processo de infecção semelhante. Nos dois casos, o malware apresenta sinais que parecem indicar agentes de idioma turco.

O Facebook conseguiu atenuar a ameaça, bloqueando as técnicas de propagação do malware pelos computadores infectados. Eles informam não ter observado outras tentativas de infecção. O Google também removeu pelo menos uma das extensões criminosas da Chrome Web Store.

“Devemos destacar dois aspectos desse ataque. Em primeiro lugar, a distribuição do malware foi extremamente eficiente, atingindo milhares de usuários em apenas 48 horas. Além disso, a resposta dos consumidores e da mídia foi quase tão rápida quanto o ataque. Essa reação aumentou a visibilidade da campanha e motivou medidas e investigação imediatas pelos provedores envolvidos”, observou Ido Naor, pesquisador sênior em segurança da Equipe de Pesquisa e Análise Global da Kaspersky Lab.

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Os jovens e seus sonhos

Todos os jovens sonham com um futuro brilhante, porém, de forma efetiva, poucos se preocupam em planejar o “passo-a-passo” para torná-lo real.

Você deve concordar que o que nos mantém vivos são os nossos sonhos e os desejos de realização pessoal e profissional. E o trabalho é, sem duvida, o principal caminho que poderá nos aproximar desse objetivo.

Desde a infância ouço dizer que os jovens são o futuro do país, que devemos cuidar deles com carinho para que consigam fazer o que os mais velhos não conseguiram realizar. Ser o futuro é uma enorme responsabilidade, e para que se concretize de maneira a satisfazer a humanidade é necessário planejar, mais do que isso, é imprescindível comprometer-se com sua realização.

sonhador
Os jovens têm muitos sonhos e desejos, mas, na prática, pouco fazem para torná-los realidade.

Uma pesquisa feita pela Consultoria Universum, em 2015, com 12 mil estudantes brasileiros, apontou que os universitários recém-formados esperam começar a carreira profissional com um salário médio próximo de R$3.700,00. O estudo também mostrou que eles dão preferência para empresas que ofereçam um trabalho desafiante e que estimule a inovação. (Fonte: Revista Ensino Superior nº 169/2012, Editora Segmento).

É a característica típica dos jovens das novas gerações. Mas, o que de fato eles estão fazendo para triunfar na carreira profissional?

Outro estudo, a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – PNAD, divulgada no final de setembro de 2015, revelou o crescimento de um grupo de jovens entre 15 e 17 anos, que nem estudam e nem trabalham. As prováveis causas são: a desmotivação na busca pelo emprego por falta de uma capacitação básica exigida pelo mercado; e o desinteresse em voltar a estudar por não se sentir atraído pela escola. (Fonte: Revista Agitação, nº 107, set/out/2012-CIEE).

“Querem isso, querem aquilo e aquilo outro. Mas, o que tem feito para conquistar seus desejos?” É esta a pergunta que faço à juventude.

O mercado de trabalho é outro. Ter um diploma já não é mais garantia de um bom emprego. Um segundo ou terceiro idioma passaram de diferenciais competitivos para um item necessário que garanta a sobrevivência de quem pretende se dar bem na vida.

Os processos de seleção profissional dos dias atuais, além de exigirem uma formação acadêmica de qualidade e o domínio de idiomas, admitem apenas profissionais de caráter e éticos, que conservem um bom relacionamento interpessoal, que sejam criativos e flexíveis, capazes de se adaptar aos mais conturbados ambientes corporativos, e que tenham características básicas de liderança.

Adaptar-se às novas exigências do mercado de trabalho significa atualização permanente e requer conhecimento sobre o mercado mundial e suas tendências. É necessário desenvolver competências pessoais, além de criar, manter e fortalecer uma rede de contatos – network – para que se consiga identificar melhores oportunidades de trabalho.

Diante dessas exigências, é importante manter o corpo e a mente em dia para suportar toda essa pressão. Há um consenso na medicina de que o fator que mais prejudica nossa saúde é o estilo de vida que levamos. Portanto, cuide-se e saiba planejar a sua vida em busca dos mais ousados objetivos.

Vorlei Guimarães

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Estudo analisa uso do celular em prática do ensino superior

Experimentos com o uso das tecnologias móveis apresentam bons resultados.

Presidente Prudente, terça-feira 14 de junho de 2016
vorlei

Prof. Vorlei Guimarães – Autor da Pesquisa

Há mais de duas décadas lecionando na educação superior, o docente de cursos de gestão José Vorlei Guimarães Martins (foto) sentiu-se instigado sobre as dificuldades nas relações de professores e alunos da chamada geração Y, que tem as tecnologias móveis praticamente como uma extensão do corpo, especialmente o telefone celular. Então, em seu estudo científico de mestrado, fez a opção de analisar o uso do celular em práticas de ensino. Promoveu quatro experimentos com alunos de um colega de profissão, numa instituição na cidade de Lins (SP). A constatação foi de que os projetos com o uso de tecnologias móveis apresentaram bons resultados.

Um dos experimentos foi um jogo de palavras cruzadas, com o tema signos da comunicação. Outro consistiu numa competição pelo Whatsapp, na qual o professor fez perguntas para grupos de alunos que tinham um tempo para responder; o mesmo ocorrendo quando alunos perguntaram para alunos, dispostos em diferentes espaços físicos. Um terceiro foi o vídeo Stop Motion; o único que não se mostrou tão interessante. Por fim, um jogo de perguntas e respostas para questões com opções alternativas; cada uma em nada mais que 1 minuto.

Dentre os resultados encontrados, favoráveis aos processos de ensino e de aprendizagem, estão os de que os alunos saíram da passividade e um exemplo foi o de buscar ajuda de colegas da área da informática para poderem desenvolver os jogos; tornaram-se mais organizados e passaram a compreender melhor a construção do próprio conhecimento; melhoraram o trabalho em equipe e eliminaram a distância entre suas moradias ao se manterem conectados; e alcançaram a emancipação, ao se fazerem protagonistas de suas próprias ações.

Os grupos envolvidos apresentaram 59% dos alunos do sexo feminino; sendo mais de 79% da geração Y, com idades entre 18 e 24 anos. Mais da metade (51%) usaram smartphones, sendo 90% com o sistema operacional Android. Os usos de redes sociais apresentaram 36% no Facebook e 20% inseridos em grupos de Whatsapp. Porém, o pesquisador estima que nesses dois itens possa ter ocorrido sonegação de informação, diante do histórico de não poder usar o celular em sala de aula. Foram 75% que demonstraram total afinidade com os dispositivos móveis e 25% revelaram que são habituais navegadores.

Diante dos resultados obtidos, Martins entende que as metodologias de ensino e da aprendizagem devem contemplar as novas tecnologias para trabalhar com a geração multimídia; que, embora imediatista e impaciente, se apresenta disposta a desafios. Para ele, novas propostas pedagógicas devem levar em consideração as centenas de aplicativos disponibilizados gratuitamente pela internet, desenvolvidos para promover habilidades e competências dos alunos. Porém, exigem mudanças no papel do professor, de tal forma que a formação docente, seja inicial ou continuada, deve proporcionar e preparar para utilizar tecnologias móveis.

Martins recebeu orientação da Dra. Adriana Aparecida de Lima Terçariol, pesquisadora e líder do Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação, Currículo e Tecnologias (GEPECeT), no Programa de Mestrado em Educação da Unoeste. A defesa pública da dissertação que produziu foi feita na tarde da segunda-feira (13), perante a banca examinadora formada pelas doutoras Raquel Rosan Christino Gitahy e Ana Maria Osório Araya, da Unesp em Presidente Prudente. Martins foi aprovado para receber o título de mestre em Educação, outorgado pela Pró-reitoria de Pesquisa e Pós-graduação da Unoeste.

A matéria acima foi publicada no Jornal Eletrônico Prudendia.

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