Mudanças climáticas resultam em estranhos animais híbridos

Imagine o cruzamento entre um urso polar e um urso pardo. Ou um coiote com um lobo.

Pode parecer estranho, mas é exatamente isso que está acontecendo em razão das alterações climáticas causadas pelo homem.

Trata-se de uma pesquisa realizada pela Universidade de Tuscia, na Itália, cujo resultado aponta vantagens e desvantagens ao meio natural. Saiba mais.

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Fiat convoca recall de veículos Toro e Jepp Compass

FCA Fiat Chrysler Automóveis Brasil deu início a uma campanha de recall dos veículos Jeep Compass e Fiat Toro, ano/modelo 2016 a 2017 e motor 2.0 diesel. A medida foi motivada pelo não funcionamento do dispositivo de emergência, que permite o desligamento do motor com o veículo em movimento. Isso provoca risco de colisão e consequentes danos físicos e materiais ao condutor, a passageiros e terceiros. Ao todo, a campanha abrange 10.486 veículos.

Saiba mais.

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Dizem que é saudável, mas esta bebida destrói a tireoide e causa deficiência de vitamina D!

Você bebe leite de soja e come carne de soja e acha que isso faz muito bem à sua saúde? Então é bom ler este artigo até o fim.

No mundo inteiro, o setor de soja movimenta uma fortuna.

E tentam nos fazer acreditar que devemos consumir soja porque ela faz muito bem.

Será verdade?

Resultado de imagem para sojaPropagada como um alimento rico em proteínas, baixo em calorias, carboidratos e gorduras, sem colesterol, rico em vitaminas, de fácil digestão, um ingrediente saboroso e versátil na culinária, a soja, na verdade, é mais um conto do vigário do qual a maioria é vítima.

A soja vem da Ásia, mais especificamente da China.

Porém os chineses só consumiam produtos fermentados de soja, como o shoyu e o missô, os melhores produtos da soja.

Não é à toa que os antigos chineses não se alimentavam do grão de soja.

Hoje a ciência sabe que ele contém uma série de substâncias que podem ser prejudiciais à saúde e que recebem o nome de antinutrientes.

Leia a matéria até o fim.

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Quatro eixos para a criação de um negócio rentável

Você já mudou sua mentalidade e descobriu que com suas habilidades e competências pode ganhar dinheiro? Afinal, existe um grande universo de pessoas precisando de seus produtos e serviços, mas, acima de tudo, do seu conhecimento, do seu capital intelectual. Mas não basta saber. É preciso aplicar, empreender, arriscar. Se deseja crescer e estar à frente de 90% dos empreendedores contemporâneos, crie um negócio.

Criar um negócio, vale ressaltar, não significa apenas abrir uma empresa e ter CNPJ. É muito mais do que isso. Significa ter uma estrutura capaz de gerar renda de maneira passiva. Significa ter outras pessoas com os mesmos dons e habilidades trabalhando por você mesmo quando estiver viajando pelo mundo.

Imagine poder viajar com sua família, ter mais tempo para seus filhos, não se preocupar com gestão ativa pois você plantou algo tão sólido no passado que agora pode usufruir desses frutos e continuar enriquecendo.

Imagine ter decisão de escolha. Trabalhar por prazer porque você assim escolheu e não apenas sobreviver ou ser obrigado a ir todos os dias ao escritório e se tornar um prisioneiro de si mesmo.

Compartilho minha visão de quais são os quatro eixos para a estruturação de um negócio rentável.

1) Identificação de oportunidade

Todo e qualquer negócio nasce a partir de uma oportunidade para resolução de algum problema. Saiba que sua competência é o combustível para geração de renda. Afinal, suas habilidades resolvem o problema de alguém. Lembre-se: existe muita gente fazendo fortunas em momentos de instabilidade; e não existem ganhos expressivos sem riscos.

2) Criação de um plano mestre

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Imagem não faz parte da notícia original.

A palavra de ordem para mitigar o “risco” que todos temem se chama PLANEJAMENTO, que é a alma para a criação de processos e sistemas. O primeiro passo para iniciar um negócio ou expandi-lo aumentando seu faturamento é a criação de um plano mestre. Fica a dica: os iniciantes precisam de muito suor, fé inabalável e um plano simplificado orientado à execução

3) Execução do plano

Aqui a palavra de ordem é AGILIDADE. Muita gente perde milhões por falta de agilidade na execução de seus planos mestres. É importante implementar o que você pensou o mais rápido possível, mesmo que não seja com o planejamento perfeito ou a estratégia exata, pois é na implantação que você entende o que falta ali. Seja eficiente para errar rápido, se for para errar.

4) Oferta dos produtos e serviços

Em minha convivência com CEOs e empresários de sucesso internacional, entendi que a palavra de ordem dos negócios centenários é RECORRÊNCIA. Não pense em oferta irresistível apenas como uma mensagem de marketing. Inovar na solução de um problema diz respeito ao que você faz diferentemente de sua concorrência para resolver o mesmo problema.

Rafa Prado – Consultor e movimentou mais de R$ 20 milhões com a criação de produtos digitais, eventos e imersões no exterior com personalidades e alto empresariado.

Fonte: administradores.com.

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Como manter o assédio longe da sua empresa

Depois do episódio que envolveu o ator José Mayer e uma figurante da Globo, o tema emergiu rapidamente nas mídias.Resultado de imagem para assédio no trabalho

O assédio moral e sexual no ambiente de trabalho é mais comum do que se pensa. Segundo dados da OIT (Organização Internacional do Trabalho), mais de 50% dos trabalhadores já sofreram algum tipo de violência no ambiente corporativo, dando ênfase ao assédio sexual. Outro dado preocupante é que quase 90% das vítimas não denunciaram, o que pode servir de alerta para as empresas olharem mais de perto o problema e desenvolverem meios para dar suporte às vítimas.

Saiba mais sobre o assunto.

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Programas de fidelidade no Brasil jogam contra o cliente

Existe uma razão para que os programas de fidelidade no Brasil não cumpram seu papel de reter clientes e aumentar o engajamento com a marca: as empresas brasileiras tentam segurar o consumidor por meio do acúmulo de pontos e, com isso, acabam justamente premiando o não engajamento.

Neste cenário, os clientes precisam passar meses acumulando pontos para obter algum tipo de vantagem dos programas de fidelidade, sem receber nenhum contato da empresa exceto por alguns brindes que geralmente pouco têm a ver com seu perfil. Dessa forma, é impossível criar qualquer tipo de relacionamento com o consumidor e incentivar o engajamento.

No final deste ciclo, quando o cliente finalmente resolve resgatar seus pontos juntados durante meses, a sensação é de que o programa está mais para inimigo do que aliado. O cliente se sente penalizado com o uso dos pontos, especialmente com a falta de relevância das recompensas, que geralmente têm pouco a ver com seu perfil.

Quase 17% dos pontos expiram no Brasil

 Dados da Associação Brasileira das Empresas do Mercado de Fidelização (Abemf) mostram que a adesão aos programas de fidelidade, no terceiro trimestre de 2016, cresceu 15% em relação ao ano anterior e mais de 4% em relação ao segundo trimestre do último ano.

Mesmo que o número de pontos emitidos tenha crescido mais de 10% em relação ao trimestre anterior, os clientes apenas resgataram 34,9 bilhões dos mais de 43,7 bilhões de pontos emitidos. A taxa de pontos expirados ficou em torno de 16,9% durante o período, representando mais de 8,8 bilhões de pontos que acabaram sem nenhuma utilidade.

Não basta transformar o prêmio em experiência

Para melhorar os números, muitas empresas têm investido na melhoria das recompensas que oferecem aos clientes, deixando de oferecer apenas brindes para investir em experiências mais elaboradas para que o consumidor se sinta incentivado a participar.

Porém, não basta apenas transformar o prêmio em experiência, é preciso transformar todo o programa de fidelidade em uma experiência memorável para o consumidor. Hoje os programas de fidelidade são sempre “mais do mesmo” ou jogam contra o cliente. Não existe uma experiência boa, e as empresas acabam tendo um custo enorme (que nem conseguem medir) por isso.

Por que um cliente vai passar meses acumulando pontos que não rendem nenhuma vantagem relevante para ele? Qualquer empresa que ofereça os mesmos produtos por um preço menor ou conte com um programa mais vantajoso, vai conquistá-lo.

O futuro dos programas de incentivo está na inovação, no aproveitamento do valor da marca e na priorização da experiência, não em brindes e recompensas. As marcas vão ter de focar em uma abordagem de relacionamento com o cliente que privilegie o engajamento e o perfil do consumidor.

Atualmente, o status quo é o principal obstáculo para que as empresas invistam em programas de lealdade mais inovadores. Apesar de sofrerem com os custos da perda de clientes, especialmente diante da crise, as marcas são paralisadas pelo medo de investir em ferramentas que podem trazer um baixo retorno.

Carlos André – CEO da Loyalty Sci. Fonte: administradores.com.

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Brasil tenta por fim ao tabu de importar café

Em meio à superação dos escândalos de corrupção, o impeachment de um presidente e a recessão, os brasileiros estão discutindo ainda a importação de café, enquanto é o maior produtor do mundo da commodity.

A ideia não tem sido bem recebida pelos produtores do sudeste, responsáveis pelo império do café no Brasil. Algumas regiões do Brasil foram fortemente atingidas por anos de seca, mas ainda há abundância do produto para ser ofertado ao mercado interno.

As políticas protecionistas do Brasil colocam, de fato, seus fabricantes em desvantagens em relação aos concorrentes estrangeiros, que podem comprar grãos de qualquer país que escolherem.

Leia mais.

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Pós-Graduação: qual o peso na carreira profissional?

O caminho natural para profissionais egressos da graduação e que já atuam no mercado de trabalho é um curso de pós-graduação, mais especificamente de especialização. Uma pós-graduação não necessariamente irá determinar a carreira, mas irá oferecer informações e conhecimentos que farão a diferença na jornada.

Em geral, a busca por uma pós-graduação acontece por uma demanda profissional. Se um engenheiro passa a dirigir uma construtora, ele precisará entender sobre o cotidiano, técnicas e estratégias de negócios e gestão. No PÓS ADM da FGV, por exemplo, o profissional/aluno tem acesso a uma formação complementar que supre essa necessidade e oferece incrementos não só no âmbito acadêmico, mas também à vivência no mercado.

A construção de competitividade para atuar no mercado de trabalho e conquistar maiores posições e melhores salários é outro fator que pesa na hora da escolha.

Cursar uma pós não é importante simplesmente para ostentar um título a mais no currículo, mas também consagra uma experiência profissional que vem sendo desenvolvida, dá foco à carreira e ajuda a garantir um alinhamento de médio e longo prazos.

Outra possibilidade aberta pela pós-graduação é a mudança de carreira e recolocação profissional. A dedicação a um segundo curso universitário demanda tempo e esforço muitas vezes de maneira desnecessária.

Em uma pós, admite-se que os alunos já tenham uma base acadêmica, permitindo o foco no desenvolvimento de novas habilidades e competências.

Fonte da notícia.

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