Pokémon GO: uma ferramenta poderosa para atrair clientes

Fonte: administradores.com

Como as empresas podem se beneficiar do jogo que virou febre, principalmente entre o público jovem.

 

O Pokémon GO mal desembarcou no Brasil e já virou febre entre pessoas de todas as faixas etárias, mas, especialmente, para os jovens. De olho nesse público e dentro de um dos 15 maiores mercados para jogos no mundo, empresas se aproveitam da mecânica do Pokémon GO para atrair clientes. “Ainda estamos descobrindo a dimensão do potencial de marketing que o jogo tem, mas já podemos utilizar algumas ferramentas, como ativar PokéStops próximas às lojas e treinar vendedores para interagir com os caçadores dos monstrinhos atraídos, por exemplo”, afirma o professor do curso de Jogos Digitais do Centro Tecnológico Positivo, Rafael Baptistella Luiz.

Para testar algumas das estratégias, Baptistella contou com o apoio do Laboratório de Varejo da Escola de Comunicação e Negócios da Universidade Positivo (UP). O teste está sendo realizado na Loja da Fábrica Positivo, no Centro de Curitiba. Além de buscar novas possibilidades para que empresas utilizem o jogo para atrair clientes, o estudo visa mensurar a efetividade da ferramenta. Por meio de uma PokéStop, com custo relativamente baixo, um módulo é ativado para atrair o Pokémon até as redondezas da loja. “O módulo faz com que os jogadores que estejam no aplicativo observem no mapa do jogo que ali por perto tem algo ativo. Eles vão até lá e pegam os Pokémons”, explica Baptistella.

No primeiro dia de estudo, o jogo gerou um fluxo de dois novos clientes a cada 15 minutos de testes. Para a coordenadora do Laboratório de Varejo da Escola de Comunicação e Negócios da UP, Fabíola Paes, o Pokémon GO já é um marco da tendência de fusão das experiências on e off-line do consumidor, já que o jogo coloca os monstrinhos em espaços físicos. “Vivemos a era da omniexperiência no varejo. O consumidor não distingue mais a diferença da experiência de compra no ambiente on-line e off-line. Ele fica no centro da experiência e de relacionamento com as marcas e está preparado para aderir a uma nova jornada de compras”, ressalta Fabíola. Para ela, o jogo populariza um comportamento que já vem sendo experimentado há algum tempo pelas marcas que é a realidade aumentada, na qual o espaço real interage com elementos virtuais.

Fora do Brasil, o McDonald´s foi a primeira marca a se associar oficialmente ao game. No Japão, a rede confirmou que seus trinta mil restaurantes terão localização patrocinada no jogo. Nos Estados Unidos, cafeterias e restaurantes já usam o Pokémon GO para atrair clientes. Um dos cases até o momento é o da pizza bar L’Inizio, em Nova York, que ativou o recurso “módulo de atração” e registrou um aumento de vendas de 75% em um fim de semana. Para o New York Post, o gerente do estabelecimento disse que gastou 10 dólares para ter uma dúzia de monstrinhos colocados no local. “Diversas empresas nacionais e estrangeiras já planejam ações de marketing para tirar proveito do sucesso que o jogo da Niantic tem registrado em escala global”, afirma Fabíola. Segundo ela, o principal desafio do estudo é descobrir como converter o fluxo gerado em novas vendas.

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Eu peguei a tocha olímpica nas mãos

São poucas as pessoas que podem dizer “eu peguei a tocha olímpica nas mãos“.

Independente das críticas aos governos em razão dos jogos olímpicos, em detrimento da saúde, educação e segurança, queira ou não, a Olimpíada é um evento emocionante que mexe com o povo brasileiro e que tem em seus meandros muitos fatores positivos.

O título deste texto é, na realidade, reflexo da emoção que senti ao segurar a réplica original da tocha olímpica e também ao reencontrar um dos grandes e preciosos amigos que fiz ao longo dos tempos.

Esteve em Lins, no campus da Unilins, Rodrigo Simon, ex-aluno da Unilins, do curso de IMG_5645Engenharia de Computação, que teve o prazer de partilhar com sua escola e comunidade acadêmica esse importante momento do esporte mundial.

Rodrigo foi um dos escolhidos pela Nissan, multinacional do ramo automobilístico e uma das patrocinadoras da Olimpíada, graças ao seu projeto de desenvolvimento de uma cadeirinha para transportar as crianças com mais segurança, não permitindo que os pais as esqueçam em seus carros.

Ao receber a notícia de que seria um dos condutores oficiais da tocha, Rodrigo iniciou a sua preparação para correr 200 metros segurando o maior símbolo olímpico mundialIMG_5642. Passou a fazer uma alimentação balanceada e perdeu alguns quilos.

Ele teve a honra de carregá-la na cidade de Sorocaba, em 17 de julho, e nos contou que, mesmo sendo uma curta distância, foi emocionante e pareceu-lhe estar carregando um troféu. O que mais chamou a atenção de Rodrigo foi perceber no olhar das crianças a alegria e o entusiasmo ao verem o símbolo dos jogos olímpicos de tão perto.

Rodrigo e sua família passaram o dia de quinta-feira, 4 de agosto, no campus da Unilins, dividindo sua alegria com os alunos e matando saudade da escola.

Parabéns Rodrigo e obrigado pela oportunidade de nos honrar com sua presença, acompanhado da tocha olímpica. Um grande abraço.

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Metade dos jovens depende de programas do governo para cursar universidade

Fernanda Cruz – Repórter da Agência Brasil

Pesquisa apresentada hoje (20) pela Associação Brasileira de Mantenedoras do Ensino Superior (ABMES) mostra que 50,5% dos jovens que pretendem ingressar em curso superior de universidade não têm condições de pagar as mensalidades e precisam da ajuda de programas de financiamento do governo. O percentual de 37,3% informou que poderia pagar as mensalidades e 12,2% disseram que talvez tenham condições de pagar. O estudo ouviu mil brasileiros com idade entre 18 e 30 anos, com ensino médio completo.

Ao serem questionados sobre o interesse em pleitear uma bolsa pelo ProUNIVERSIDADES-2013grama Universidade para Todos (ProUni) – que concede bolsas parciais e integrais, com base na nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) – 57,9% tentariam ingressar no programa, 38,1% não têm interesse no auxílio e 4% não souberam responder.

Sobre o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), 50,3% dos entrevistados tentariam essa modalidade, 41,4% não tentariam e 8,3% não souberam responder. O Fies é um empréstimo para custear graduação em instituição privada de ensino a uma taxa de juros de 6,5% ao ano. O percentual de custeio varia conforme a renda familiar mensal.

Redução de custos

A pesquisa também perguntou aos estudantes o que pensam sobre a proposta de redução de investimentos em educação pelo governo federal. A maioria (75%) disse que é contrária ao corte. Sobre a cobrança de mensalidades por universidades públicas, mais da metade (57,3%) também se opôs à proposta.

Para Janguiê Diniz, presidente da ABMES, que representa 1,2 mil instituições educacionais privadas, o programa de financiamento estudantil beneficia mais o país, em última instância, que as instituições privadas de ensino. “Quando o Fies era incipiente há 6 anos, os índices de crescimento eram ascendentes. Quem precisa do Fies não são as instituições privadas, quem depende disso é o país”, disse ele.

Para o cientista político que trabalhou na pesquisa, Adriano Oliveira, o levantamento mostrou, que os jovens valorizam o papel do estado como indutor de inclusão social na área da educação.

Se pudessem escolher, 71,2% dos entrevistados optariam por uma universidade pública, enquanto 25,1% escolheriam uma instituição particular e 3,7% não responderam. “Essa questão mostra a importância do estado como agente que permite a inclusão social através da educação”, disse Adriano.

Apesar da preferência pelas instituições públicas, Janguiê argumenta que as faculdades privadas têm alcançado melhores índices de qualidade. “Se no Brasil fosse o mesmo sistema dos Estados Unidos [onde universidades públicas cobram mensalidade], esse sentimento de que as privadas tem qualidade inferior à pública não existiria”, declarou.

 

 

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Santander lança programa de trainee

As inscrições vão até 18 de agosto. A expectativa do Santander é selecionar 15 jovens para o programa. O processo seletivo inclui etapas tradicionais como teste de lógica e de aderência à cultura, prova de inglês, dinâmica de grupo e entrevista com executivos, e também um painel de negócios e uma fase chamada “selfie” na qual o candidato deverá enviar um vídeo comentando um tema de escolha do banco.

Leia a matéria na íntegra.

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O Líder e o Chefe

Apesar da diferença ser enorme, é fácil identifica-los.

O chefe é a pessoa que ocupa um cargo designado por alguém. Geralmente é autoritário, comanda as pessoas e distribui ordens, sempre visando lucros e resultados. O chefe não pensa no bem-estar coletivo e dá suas ordens da maneira que ele julga mais eficaz. O chefe é excelente em apontar e responsabilizar os outros quando algo não dá certo, mas quando o objetivo é alcançado age como se ele tivesse executado.

O líder é conhecido como motivador de sua equipe, inspirador das pessoas, trabalha em equipe e valoriza as habilidades individuais, respeitando suas limitações e ajudando a superá-las. Não visa apenas resultados e se preocupa com o caminho para alcançar o objetivo. Não é centralizador e geralmente é muito respeitado.

Existem líderes por vocação, com iniciativa, capacidade de influência, capacidade de comunicação, e sempre dispostos a ajudar, ensinando e orientando a forma de realizar uma atividade. É um profissional justo e focado na solução do problema, e não em apontar quem o causou.

A liderança é possível de ser alcançada, basta estar disposto a mudança de hábitos. Um bom começo é a leitura do livro “Inteligência Emocional”, do Psicólogo e PhD, Daniel Goleman, que está relacionada às habilidades das pessoas em se auto motivar, sem desanimar diante de desilusões e insucessos. É conseguir controlar seus próprios impulsos e motivar pessoas, fazendo com que elas deem o melhor de si e sejam comprometidas com seus objetivos. Deveria ser leitura obrigatória para executivos e gestores.

Se a expressão “chefe” tem sido depreciada, como se fosse uma pessoa malvada, inescrupulosa, que não tem um bom relacionamento com os subordinados, por outro lado a palavra “líder” passou a ser usada como se fosse um cargo e não características intrínsecas de alguém com habilidades para ser, de fato, líder. Não podemos nos esquecer de que o líder é visto e aceito como tal, independente do cargo.

Voltando ao tema Inteligência Emocional, a principal característica de um líder é saber controlar as emoções e agir com a razão. É isso que difere os humanos dos outros animais. Em resumo, é dessa maneira que evitamos brigas ou conflitos.

Quem conhece e controla suas próprias emoções tem relações mais saudáveis e uma vida melhor.

Vorlei Guimarães

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Brasileiros foram os mais afetados por vírus no Facebook

Fonte: Administradores.com

Cerca de 10 mil usuários do Facebook do mundo inteiro foram atacados por malwares entre os dias 24 e 27 de junho, e segundo a empresa de cibersegurança Kaspersky Security Network, o Brasil foi o país mais afetado. O ataque, que tinha como objetivo roubar contas do Facebook, funcionou da seguinte maneira: usuários receberam mensagens de amigos do Facebook, dizendo que tinham sido mencionados em um comentário, mas a mensagem era enviada por invasores e levava à instalação de um trojan. O vírus, por sua vez, instavala uma extensão maliciosa do navegador Chrome, e quando o usuário acessava a rede social usando o navegador comprometido, o controle de sua conta era tomado. Além do Brasil, países como Polônia, Peru, Colômbia, México, Equador, Grécia, Portugal, Tunísia, Venezuela, Alemanha e Israel figuram na lista de locais mais afetados pelo malware, segundo a Kaspersky.

Nos ataques bem-sucedidos, o agente da ameaça conseguia alterar configurações de privacidade, extrair dados e muito mais, possibilitando a disseminação da infecção por meio dos amigos da vítima no Facebook ou a realização de outras atividades maliciosas, como envio de spam, roubo de identidades e produção de ‘curtidas’ e ‘compartilhamentos’ fraudulentos. O malware tentava se proteger colocando determinados sites, como os de fornecedores de software de segurança, em listas negras de acesso.

As pessoas que acessavam o Facebook em computadores Windows eram as que corriam mais risco e, possivelmente, os usuários de celulares com o mesmo software também. Já os que possuem dispositivos móveis Android e iOS estavam imunes, pois o malware utilizou bibliotecas incompatíveis com esses sistemas operacionais.

O mecanismo de download do cavalo de Troia usado pelos invasores não é novo. Ele foi revelado mais ou menos um ano atrás, em um processo de infecção semelhante. Nos dois casos, o malware apresenta sinais que parecem indicar agentes de idioma turco.

O Facebook conseguiu atenuar a ameaça, bloqueando as técnicas de propagação do malware pelos computadores infectados. Eles informam não ter observado outras tentativas de infecção. O Google também removeu pelo menos uma das extensões criminosas da Chrome Web Store.

“Devemos destacar dois aspectos desse ataque. Em primeiro lugar, a distribuição do malware foi extremamente eficiente, atingindo milhares de usuários em apenas 48 horas. Além disso, a resposta dos consumidores e da mídia foi quase tão rápida quanto o ataque. Essa reação aumentou a visibilidade da campanha e motivou medidas e investigação imediatas pelos provedores envolvidos”, observou Ido Naor, pesquisador sênior em segurança da Equipe de Pesquisa e Análise Global da Kaspersky Lab.

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Os jovens e seus sonhos

Todos os jovens sonham com um futuro brilhante, porém, de forma efetiva, poucos se preocupam em planejar o “passo-a-passo” para torná-lo real.

Você deve concordar que o que nos mantém vivos são os nossos sonhos e os desejos de realização pessoal e profissional. E o trabalho é, sem duvida, o principal caminho que poderá nos aproximar desse objetivo.

Desde a infância ouço dizer que os jovens são o futuro do país, que devemos cuidar deles com carinho para que consigam fazer o que os mais velhos não conseguiram realizar. Ser o futuro é uma enorme responsabilidade, e para que se concretize de maneira a satisfazer a humanidade é necessário planejar, mais do que isso, é imprescindível comprometer-se com sua realização.

sonhador
Os jovens têm muitos sonhos e desejos, mas, na prática, pouco fazem para torná-los realidade.

Uma pesquisa feita pela Consultoria Universum, em 2015, com 12 mil estudantes brasileiros, apontou que os universitários recém-formados esperam começar a carreira profissional com um salário médio próximo de R$3.700,00. O estudo também mostrou que eles dão preferência para empresas que ofereçam um trabalho desafiante e que estimule a inovação. (Fonte: Revista Ensino Superior nº 169/2012, Editora Segmento).

É a característica típica dos jovens das novas gerações. Mas, o que de fato eles estão fazendo para triunfar na carreira profissional?

Outro estudo, a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – PNAD, divulgada no final de setembro de 2015, revelou o crescimento de um grupo de jovens entre 15 e 17 anos, que nem estudam e nem trabalham. As prováveis causas são: a desmotivação na busca pelo emprego por falta de uma capacitação básica exigida pelo mercado; e o desinteresse em voltar a estudar por não se sentir atraído pela escola. (Fonte: Revista Agitação, nº 107, set/out/2012-CIEE).

“Querem isso, querem aquilo e aquilo outro. Mas, o que tem feito para conquistar seus desejos?” É esta a pergunta que faço à juventude.

O mercado de trabalho é outro. Ter um diploma já não é mais garantia de um bom emprego. Um segundo ou terceiro idioma passaram de diferenciais competitivos para um item necessário que garanta a sobrevivência de quem pretende se dar bem na vida.

Os processos de seleção profissional dos dias atuais, além de exigirem uma formação acadêmica de qualidade e o domínio de idiomas, admitem apenas profissionais de caráter e éticos, que conservem um bom relacionamento interpessoal, que sejam criativos e flexíveis, capazes de se adaptar aos mais conturbados ambientes corporativos, e que tenham características básicas de liderança.

Adaptar-se às novas exigências do mercado de trabalho significa atualização permanente e requer conhecimento sobre o mercado mundial e suas tendências. É necessário desenvolver competências pessoais, além de criar, manter e fortalecer uma rede de contatos – network – para que se consiga identificar melhores oportunidades de trabalho.

Diante dessas exigências, é importante manter o corpo e a mente em dia para suportar toda essa pressão. Há um consenso na medicina de que o fator que mais prejudica nossa saúde é o estilo de vida que levamos. Portanto, cuide-se e saiba planejar a sua vida em busca dos mais ousados objetivos.

Vorlei Guimarães

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Estudo analisa uso do celular em prática do ensino superior

Experimentos com o uso das tecnologias móveis apresentam bons resultados.

Presidente Prudente, terça-feira 14 de junho de 2016
vorlei

Prof. Vorlei Guimarães – Autor da Pesquisa

Há mais de duas décadas lecionando na educação superior, o docente de cursos de gestão José Vorlei Guimarães Martins (foto) sentiu-se instigado sobre as dificuldades nas relações de professores e alunos da chamada geração Y, que tem as tecnologias móveis praticamente como uma extensão do corpo, especialmente o telefone celular. Então, em seu estudo científico de mestrado, fez a opção de analisar o uso do celular em práticas de ensino. Promoveu quatro experimentos com alunos de um colega de profissão, numa instituição na cidade de Lins (SP). A constatação foi de que os projetos com o uso de tecnologias móveis apresentaram bons resultados.

Um dos experimentos foi um jogo de palavras cruzadas, com o tema signos da comunicação. Outro consistiu numa competição pelo Whatsapp, na qual o professor fez perguntas para grupos de alunos que tinham um tempo para responder; o mesmo ocorrendo quando alunos perguntaram para alunos, dispostos em diferentes espaços físicos. Um terceiro foi o vídeo Stop Motion; o único que não se mostrou tão interessante. Por fim, um jogo de perguntas e respostas para questões com opções alternativas; cada uma em nada mais que 1 minuto.

Dentre os resultados encontrados, favoráveis aos processos de ensino e de aprendizagem, estão os de que os alunos saíram da passividade e um exemplo foi o de buscar ajuda de colegas da área da informática para poderem desenvolver os jogos; tornaram-se mais organizados e passaram a compreender melhor a construção do próprio conhecimento; melhoraram o trabalho em equipe e eliminaram a distância entre suas moradias ao se manterem conectados; e alcançaram a emancipação, ao se fazerem protagonistas de suas próprias ações.

Os grupos envolvidos apresentaram 59% dos alunos do sexo feminino; sendo mais de 79% da geração Y, com idades entre 18 e 24 anos. Mais da metade (51%) usaram smartphones, sendo 90% com o sistema operacional Android. Os usos de redes sociais apresentaram 36% no Facebook e 20% inseridos em grupos de Whatsapp. Porém, o pesquisador estima que nesses dois itens possa ter ocorrido sonegação de informação, diante do histórico de não poder usar o celular em sala de aula. Foram 75% que demonstraram total afinidade com os dispositivos móveis e 25% revelaram que são habituais navegadores.

Diante dos resultados obtidos, Martins entende que as metodologias de ensino e da aprendizagem devem contemplar as novas tecnologias para trabalhar com a geração multimídia; que, embora imediatista e impaciente, se apresenta disposta a desafios. Para ele, novas propostas pedagógicas devem levar em consideração as centenas de aplicativos disponibilizados gratuitamente pela internet, desenvolvidos para promover habilidades e competências dos alunos. Porém, exigem mudanças no papel do professor, de tal forma que a formação docente, seja inicial ou continuada, deve proporcionar e preparar para utilizar tecnologias móveis.

Martins recebeu orientação da Dra. Adriana Aparecida de Lima Terçariol, pesquisadora e líder do Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação, Currículo e Tecnologias (GEPECeT), no Programa de Mestrado em Educação da Unoeste. A defesa pública da dissertação que produziu foi feita na tarde da segunda-feira (13), perante a banca examinadora formada pelas doutoras Raquel Rosan Christino Gitahy e Ana Maria Osório Araya, da Unesp em Presidente Prudente. Martins foi aprovado para receber o título de mestre em Educação, outorgado pela Pró-reitoria de Pesquisa e Pós-graduação da Unoeste.

A matéria acima foi publicada no Jornal Eletrônico Prudendia.

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6 ideias de negócio para 2016

Passam-se os anos, mas uma pergunta que sempre volta é: quais negócios serão tendências no próximo ano? Pensando nisso, a Endeavor Brasil separou para vocês algumas oportunidades para 2016.

Passam-se os anos, mas uma pergunta que sempre volta é: quais negócios serão tendências no próximo ano? Pensando nisso, separamos para vocês algumas oportunidades para 2016.

TendenciasEm ano de crise na Política e na Economia do país, muitos brasileiros estão tendo que encarar o tão temido desemprego. Para alguns deles, a solução para sair desse cenário tem sido se aventurar pelo empreendedorismo. Diferente do que muitos podem pensar, mesmo com todas as turbulências, existe sim espaço no mercado para novas empresas, basta saber onde procurar. A seguir apresentamos algumas ideias de negócios que são grandes áreas de oportunidade para 2016. Vamos começar?

1. Manutenção de bens

Com a crise, os brasileiros estão freando o consumo e utilizando por mais tempo bens mais caros, como carros, celulares e computadores. De acordo com informações do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), as vendas no varejo estão paradas desde maio de 2014. Em setembro de 2015, por exemplo, o volume de vendas caiu 3,3 % em relação ao mesmo mês do ano anterior.

Assim, investir na área de reparos e consertos é um bom caminho para quem quer empreender em 2016. Afinal, se os consumidores não estão adquirindo novos produtos, fatalmente acabarão precisando de manutenção quando seus equipamentos quebrarem. E como atendimento ao consumidor no Brasil não costuma atender às expectativas da maioria, investir em um atendimento de excelência pode ser um bom primeiro passo. Alguns exemplos de negócios nesse ramo são:

  • oficinas mecânicas de carros ou motos;
  • empresas de serviços gerais, como encanador e eletricista;
  • conserto de computadores e informática;
  • recarga de cartuchos para impresoras;
  • conserto de ar condicionado e eletrodomésticos;
  • consertos e reformas em imóveis.

2. Alimentação e conveniência

Comida é algo que as pessoas simplesmente não param de consumir, mesmo com a crise. A diferença é que, com menos dinheiro e/ou tempo, o consumidor tende a comer mais em casa do que gastar dinheiro com restaurantes, por exemplo. Ou seja, estabelecimentos que vendem comida muito sofisticada, a altos custos, tendem a perder espaço, dando lugares a negócios de refeições prontas e mais baratas.

Uma opção interessante para o empreendedor que deseja entrar nesse setor é investir em delivery de marmita. Isso mesmo, você não leu errado. Esse tipo de negócio vem crescendo bastante pela praticidade e preços baixos, como são os casos do LightChef ou do Marmotex.

Quem não tem tempo para preparar comida em casa – mas também não está podendo sair pra comer – é o público desse serviço.

Lanches saudáveis com um modelo de assinatura, como são os casos do FarofaLá e do BestBerry, também tendem a atrair clientes pela praticidade e acessibilidade.

Mas você deve estar pensando, e os famosos foodtrucks, será que ainda valem a pena? Bem, apesar de já estarem saturados em algumas cidades brasileiras, a ideia continua sendo uma opção barata de investimento para o empreendedor, especialmente se ele quiser atuar em cidades em que a febre dos carrinhos de comida ainda não chegou. Aqui a chave é fazer uma boa pesquisa de mercado para não errar na hora de começar o negócio.

3. Bebidas funcionais

Uma ideia de negócio que ainda é pouco explorada no Brasil é a de bebidas funcionais. Quanto mais trabalham, menos tempo e mais estressadas as pessoas ficam. A solução encontrada por alguns empreendedores lá fora, especialmente nos Estados Unidos, foi a fabricação e venda das tais bebidas funcionais. Esses drinks naturais prometem auxiliar o organismo a conquistar determinado objetivo, que pode variar entre dormir melhor ou desenvolver um pouco mais sua musculatura. São os casos dos produtos da Vitaminwater ou da Slow Cow, ou da famosa casa de sucos Jamba Juice.

Outra opção para quem não tem tanta familiaridade em trabalhar com produtos naturais, mas deseja entrar no mercado, é investir no modelo de franquia. Por já vir com o modelo de negócio pronto, o processo de vendas fica mais simples e dinâmico. Como esse mercado ainda está começando a crescer no Brasil, a concorrência é baixa e as empresas que souberem explorar suas oportunidades poderão se tornar referência.

4. Beleza e estética

Outra ideia de negócio em uma área que permanece aquecida é a dos salões de beleza, clínicas de estética e venda de cosméticos. Segundo dados da Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (ABIHPEC), o setor cresce de maneira estável desde 1996, sem sinais de frenagem por conta da crise. A venda de cosméticos rendeu em 2014, por exemplo, cerca de R$ 43,2 bilhões.

Além disso, procedimentos como design de sobrancelhas e alongamento de cílios, entre outros, vêm ganhando popularidade e cada vez mais estabelecimentos especializados ampliam suas operações. Ou seja, para quem tem afinidade por esse tipo de negócio, o investimento continua valendo a pena.

5. Varejo de moda

Por falar em Beleza, o mercado de confecção e venda de roupas é um dos poucos que vem se mantendo estável mesmo com a crise. De 2012 a 2013, segundo a Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), o setor de varejo de vestuário cresceu 5,64%. Quando o assunto é moda as mulheres não só lideram o setor como também são a aposta de investimento de muitas novas empresas.

Para quem quer se diferenciar da concorrência, produzir roupas e acessórios de nicho é uma ótima saída. Outra dica é prestar muita atenção ao atendimento e fazer bom uso dos canais disponíveis para conhecer e engajar seus clientes.

Principalmente em um setor tão disputado, ter uma voz e prover experiências relevantes pode ajudar sua marca a se destacar em meio à multidão.

Quer saber mais? Que tal conferir as 6 tendências de varejo para 2016?

6. Negócios online

Outra forma de economizar é investir em negócios 100% digitais. Lojas virtuais não têm custo de espaço físico, dispensam equipe de vendas no local e ganham potencial de atender o país todo e até o mesmo o exterior. Ao mesmo tempo, exigem muita divulgação e estratégias bem pensadas de logística para satisfazer o cliente. Ou seja, não pense que por se tratar de um negócio online é fácil se manter no mercado, o setor é extremamente desafiador.

Além das lojas virtuais, a internet oferece uma série de serviços inovadores por meio da criação de aplicativos para celulares e dispositivos móveis, ou mesmo softwares na nuvem, que podem inclusive atender empresas. Já conhece o caso do Méliuz, por exemplo, ou o da Printi? As possibilidades online são imensas, mas lembre-se de começar por onde você conhece e de conversar com muita gente para entender que problemas você precisa solucionar, dentro da área que escolher.

Para te ajudar ainda mais, fique por dentro das 5 tendências de consumo de 2016.

Se você é novo no universo do empreendedorismo, não deixe de ler nosso artigo sobre como abrir uma empresa e planeje-se! Esse é o melhor caminho para que seu negócio tenha sucesso.

Fonte: Endeavor Brasil.

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Brasil, destaque no ranking dos países com péssimo atendimento.

Uma pesquisa publicada em agosto de 2015 aponta o Brasil como um dos piores países (a frente apenas do Japão) no que se refere a “simpatia e bom atendimento” aos clientes do varejo. A crise tem sido indicada como o principal fator desse resultado. Discordo.

Como exemplo prático do resultado da referida pesquisa, relato a vocês o constrangimento a que tenho passado desde o dia 29 de janeiro último, quando solicitei junto a Operadora Tim a portabilidade do número do meu celular que pertencia à Claro.

Diante da demora na finalização desse serviço que parece ser simples, já liguei 9 vezes para um tal de 1052 da Claro e a resposta foi sempre a mesma: “Seu número já está na base de dados da Tim desde o dia 1 de fevereiro.” Porém, a Tim diz não ter acesso ao número em sua base para concretizar a portabilidade.

Acionei a Anatel que me alertou sobre o prazo de 5 dias para que a Claro me retornasse. Ok,  após esses contatos, já recebi oito retornos da operadora que ainda não conseguiu resolver a questão e empurrou o problema para a concorrente Tim. Incompetências a parte de ambas as operadoras, a portabilidade ainda não foi concluída. 

Pediram que eu verificasse no site da BR Telecom em qual base de dados está o meu antigo número. Está na Tim e por essa razão também registrei lá a minha reclamação e me pediram mais 5 dias para retornarem. Paciência? Vamos lá.

Brasileiro não perde a esperança? Então, acionarei mais uma vez a Anatel e, desta vez, reclamando da Tim. “Bora” lá esperar mais 5 dias úteis. Enquanto isso, os contatos que não consegui informar sob o número provisório do atual celular Tim continuam sem conseguir falar comigo. 

Incrível esse país. Como disse certa vez um ex-presidente francês, “o Brasil não é um país sério”. Os prazos para resolução de problemas junto aos consumidores são sempre elásticos. No Procon são 30 dias de longa espera. Nem tentei esse caminho.

Pacientemente sigo a minha saga com um leve sentimento de abandono e engrosso a lista dos milhares de clientes que colocam as operadores de telefonia móvel nas primeiras posições do ranking das empresas de serviços mais criticadas do país.

Enquanto isso, elas ratificam os dados da pesquisa a que me referi no início deste texto, mostrando claramente sua incompetência no processo de relacionamento com o cliente.

Vorlei Guimarães

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