O eufemismo na comunicação

Nossa língua é repleta de palavras que a maioria dos brasileiros talvez não saiba seu significado. Por exemplo, o que é eufemismo? Já ouviu falar?

Mesmo que não saiba, acredite, é um termo que se tornou usual nas publicidades de produtos ou serviços. Trata-se de um substantivo masculino utilizado para substituir uma palavra que pode ser considerada socialmente ofensiva ou desagradável.

O problema é que ultimamente, de maneira exagerada, tem incorporado as propagandas de muitos segmentos. Por exemplo, no segmento imobiliário, o termo “apartamento de fundo” foi substituído pelo “lado silencioso do imóvel”. O lugar é o mesmo, entretanto, a conotação valorizou o negócio. É mais elegante morar no lado silencioso do edifício, que nos fundos. O que era uma desvantagem transformou-se em virtude.

No futebol, as TVs evitam divulgar que uma referida equipe irá jogar com o “time reserva”. Agora, em nome da audiência, passou a ser chamado de “time alternativo”. Na realidade, continua sendo um grupo de jogadores reservas, mas o termo fica mais agradável aos ouvidos de quem irá assistir ao jogo. Se o goleiro toma um gol entre as pernas, o tradicional “frango” passou a ser “infelicidade do goleiro”.

E tem mais: endividado agora é negativado; carro usado é seminovo; assessor passou a consultor. O jovem que não é bonito era denominado feio. Agora, é mais educado defini-lo por “simpático”.

A palavra “morte” significa “falta ”, “ausência”. “Morrer” é reconhecida como sinônimo de “passagem”. Há também outras formas menos agradáveis, como: Foi comer capim pela raiz. Esticou as canelas. Foi para a terra dos pés juntos. Bateu as botas. Por outro lado, nascimento passou a ser “dar à luz”.

O homem ficou rico por “meios ilícitos. Aqui, substituiu-se o verbo “roubar”. O aluno “não se deu bem” nas provas. Na realidade ele errou quase tudo.

Em conflitos armados, a frase “danos colaterais” serve para disfarçar as dezenas ou centenas de mortes de inocentes ocasionadas por uma bomba. A sociedade é mais tolerante diante da ideia de que um bombardeio causou “danos colaterais” em vez de ouvir que o ataque “provocou a morte de 200 civis”.

Quer mais?

O menino tem inteligência limitada. Para não falar que o menino é burro. A moça é desprovida de beleza. É “feia”. O réu faltou com a verdade. “Mentiu”. O Brasil vive uma desaceleração em seu crescimento. Quer dizer que está em uma grave crise econômica. O homem só toma água que passarinho não bebe. “Cachaça”.

Na política ou no jornalismo, tem sido comum utilizar o eufemismo como meio de manipulação, oportunidade em que a linguagem distorce a realidade. Na frase “para garantir o crescimento é necessário realizar alguns ajustes tributários”. Significa dizer “vamos aumentar os impostos para fazer frente à crise”. Neste caso, qualquer semelhança com os dias atuais da política tupiniquim terá sido mera coincidência.

Vorlei Guimarães

 

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Como ser um bom vendedor

São 15 dicas que vão fazer você atingir a meta todo mês.

Vender é uma missão complicada que exige paciência, dinamismo e mais uma série de habilidades importantes. Mas, isso quer dizer que é preciso algum tipo de dom para ser um vendedor de sucesso?

Muito pelo contrário! As características de que falamos podem (e devem) ser desenvolvidas com o tempo, e mesmo quem não possui algumas dessas qualidades naturalmente pode se sair bem.

Diante disso, não é preciso ter medo nem viver somente de indicações para atrair novos clientes. O segredo é desenvolver as qualidades certas.

Quer saber como ser um bom vendedor e bater a meta todo mês? Então veja algumas dicas práticas de como chegar lá!

1. Siga um processo

Um dos primeiros erros é pensar que um bom vendedor é aquela pessoa que tem a habilidade de convencer qualquer um a qualquer momento.

A verdade é que nenhuma venda acontece por acaso, há sempre um processo que precisa ser seguido, ao menos quando falamos de alguém que tem um desempenho regular, sem grandes oscilações.

Por ter um processo de vendas bem definido e segui-lo você conseguirá antecipar o comportamento dos clientes e agir de forma que eles continuem interessados na compra.

Esse processo deve levar em conta toda a jornada do cliente, desde o interesse inicial até o fechamento do negócio.

2. Seja um bom planejador

É bem provável que o seu cenário ideal de trabalho não envolva negociar com um cliente só de cada vez, certo? Por isso, você precisa adquirir a capacidade de se planejar bem.

A falta de planejamento podem resultar em conflitos de agenda, cancelamento de reuniões, informações trocadas e outros inconvenientes, o que nunca é bom para as vendas.

Por isso, seja organizado para sempre honrar com seus compromissos de forma pontual e se mostrar bem preparado para atender as demandas de todos os prospects com quem estiver negociando.

3. Use toda a ajuda que puder encontrar

Não há vergonha alguma em pedir ajuda e aproveitar as oportunidades que você tiver de ter o seu trabalho facilitado. Por isso, use toda a ajuda disponível.

Por exemplo, escolha boas ferramentas de vendas que o tornem mais produtivo e ajudem a aumentar a eficiência do seu processo.

Além disso, observe vendedores mais experientes e peça conselhos quando for apropriado. Mesmo ações que parecem pequenas certamente vão fazer a diferença e te tornarão um profissional mais completo e confiante.

4. Conheça seu produto

Ninguém confia em um vendedor que não tem convicção no produto que está vendendo, e pior ainda é o caso de quem sequer sabe do que está falando.

Por isso, faça questão de conhecer cada detalhe do produto ou serviço que vende, pois isso é essencial para passar confiança aos clientes.

Ter um conhecimento profundo sobre o produto é importante tanto para responder a dúvidas que a pessoa possa ter quanto para oferecer dicas valiosas de como ela pode tirar mais proveito dele.

5. Conheça seu cliente

Se conhecer o produto é importante, entender como o cliente age e pensa não fica atrás, pois isso lhe cria uma situação favorável, com algumas vantagens.

Uma delas é a oportunidade de personalizar melhor a sua abordagem e focar nos pontos de maior interesse para a pessoa, fazendo com que ela se sinta mais confortável para prosseguir com a negociação.

Conhecer o cliente envolve responder algumas perguntas: quais são os motivos que o levariam a comprar de você? Quais seriam alguns obstáculos que poderiam dificultar o acordo?

6. Demonstre empatia

Empatia é a habilidade de se colocar no lugar de outros, e é crucial que você saiba como fazer isso para aprender como ser um bom vendedor.

Ninguém gosta de lidar com uma pessoa que só pensa nos próprios interesses e objetivos, e quando um vendedor não leva em conta a situação do cliente é exatamente essa imagem que passa.

Por outro lado, por se esforçar em entender os motivos que levam o cliente a hesitar, você conseguirá encontrar soluções e respostas melhores, e oferecer acordos que sejam bons para ambas as partes.

7. Seja mais persuasivo

A persuasão, ou seja, o poder de convencer as pessoas, é uma arte que vai transformar da água para o vinho o seu potencial de vendas.

Pensando bem, podemos dizer que na maioria das vezes o cliente deseja ser convencido. Isso significa que ela encontrou a oferta ideal, que se encaixa nas suas necessidades.

A boa notícia é que a persuasão pode ser aprendida. Então, se concentre a cada dia em técnicas que o ajudem a ser mais persuasivo, o que vai te levar a conseguir acordos mais vantajosos.

8. Seja honesto

Infelizmente, a profissão de vendedor ainda possui uma mancha desagradável por conta das más práticas que muitos insistem em seguir.

Uma delas envolve a ideia de que para vender bastante é preciso enganar os clientes e fazê-los comprar mais do que realmente precisam, ou em alguns casos até adquirir um produto que não será de ajuda alguma.

Não siga esse caminho: seja honesto com todos os clientes, mesmo que isso lhe custe algumas vendas. 

O resultado será que os clientes que realmente atrair serão mais leais e acabarão até atuando como promotores do seu trabalho.

9. Aprenda a ouvir

Não seja aquele vendedor que fala demais na tentativa de impressionar o cliente ou vencê-lo pelo cansaço. Essa tática até pode funcionar com algumas pessoas, mas não é um bom modelo a seguir.

Mais importante é aprender a ouvir o que os clientes têm a dizer. Ouça atentamente suas dúvidas, problemas, objetivos e então responda com algo relevante.

Esse tipo de gesto cria uma identificação profunda com o cliente, que surtirá efeito quando chegar a hora dele decidir.

10. Se aprimore na arte do follow-up

Se engana quem pensa que as vendas acontecem sempre no primeiro contato. Na maioria dos casos, é mais difícil que isso e se faz necessário realizar algumas reuniões até que a situação seja finalizada.

É aí que entra o follow-up, que é basicamente o retorno que você tem de realizar para manter o interesse do prospect vivo e impedir que um concorrente arrebate o cliente para si.

É o follow-up bem feito que vai levar o cliente de um estágio do ciclo de venda para o próximo e fazer com que, finalmente, ele realize a compra.

11. Se posicione como especialista

Você provavelmente já comprou — ou compra regularmente — algo por conta do atendimento especializado que lhe é prestado, não é mesmo?

Talvez a sua oferta nem seja tão boa quanto a de um competidor, mas a forma como você se posiciona e gera valor para o cliente durante o processo podem ser decisivos.

As pessoas amam comprar de quem entende do que está falando, pois sentem confiança de que a solução vai realmente funcionar como prometido.

12. Trabalhe para o sucesso dos seus clientes

Um vendedor comum trabalha pela venda, mas um profissional diferenciado vai além disso, e visa o sucesso dos clientes. Por quê?

O raciocínio é bem simples: o sucesso do seu cliente é também o seu sucesso, então à medida que ele conquistar bons resultados com o produto que você vendeu, a tendência é que continue comprando.

Mais ainda, é possível criar casos de sucesso ou pedir depoimentos que serão muito úteis como provas sociais em seu site ou em negociações futuras.

13. Se mantenha bem informado

Algo fundamental a destacar é que mesmo depois de se tornar um bom vendedor não há espaço para acomodação. Não existe técnica infalível ou método que funcione para sempre.

Com isso em mente, continue atento ao que acontece no mercado e busque formas de continuar relevante com o passar do tempo. Como fazer isso?

Acompanhe blogs de vendas, baixe materiais que enriqueçam o seu conhecimento no assunto, aprenda com erros passados e com o que outros estão fazendo de novo.

14. Saiba trabalhar o pós-venda

Talvez você pense que o pós-venda não se encaixa tão bem no papel do vendedor, já que deve ser realizado por outro profissional.

Mas não é bem assim. Inclusive, pensando de forma prática, um pós-venda bem feito pode resultar em vendas futuras, então está diretamente ligado à fidelização.

Sendo assim, todo vendedor que se preze deve buscar sempre fidelizar seus clientes, já que isso facilita o seu trabalho no futuro e aumenta suas chances de bater (ou ultrapassar) as metas.

15. Meça seus esforços

Por último, mas não menos importante, meça tudo que for relevante para o seu sucesso com as vendas.

Criar esse hábito será um fator-chave para o progresso da sua carreira, já que métricas e KPIs darão uma visão isenta e real do seu desempenho.

Por meio dos dados que encontrar, será possível dizer em que etapas do processo de vendas é necessário fazer melhorias, como aumentar a taxa de conversão, etc.

Quer encontre problemas pequenos que podem ser facilmente corrigidos ou sérias deficiências que vão exigir mais tempo e esforço, o ponto é que estará em melhores condições de fazer ajustes.

Agora você já sabe como ser um bom vendedor, basta seguir as dicas desse post e continuar atento a tudo que puder melhorar com o objetivo de fechar mais vendas. Se lembre de que leva tempo até desenvolver bem todas essas qualidades, mas você vai ver como vale a pena persistir!

Um dos desafios numa negociação é quando o cliente pede por um desconto. Veja como fazer isso de forma estratégia e sem perder dinheiro!

Fonte: Marketing de Conteúdo.

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Como a Inteligência Artificial está aumentando o desempenho das empresas globais

Estamos presenciando o surgimento de uma força ainda mais poderosa, representada pela era digital e pela quarta revolução industrial.

O mundo observou uma melhoria extraordinária na qualidade de vida nos últimos 200 anos. Durante a maior parte da história da humanidade, o ritmo do crescimento econômico foi lento. No entanto, no século XIX esse ritmo acelerou drasticamente, impulsionado, principalmente, pelas revoluções tecnológicas. Desde o motor a vapor, responsável por uma grande transformação na fabricação e nos transportes, até a comercialização da energia elétrica no século XX, que provocou profundas mudanças na sociedade ao oferecer iluminação e calefação, o ritmo do progresso do homem tem sido assombroso.

Essas revoluções tecnológicas também trouxeram um crescimento econômico significativo. Durante o século XIX a economia global cresceu onze vezes. Mas isso não foi nada em comparação ao crescimento exponencial que aconteceu com o advento da informática e da internet. Entre 1970 e 1990, houve uma expansão de 37 vezes na economia mundial, atingindo o impressionante PIB de 75 trilhões de dólares, impulsionado em grande parte pela capacidade dos seres humanos de calcular e comunicar grandes quantidades de informações rapidamente.

Agora estamos presenciando o surgimento de uma força ainda mais poderosa, representada pela era digital e pela quarta revolução industrial. Isso é mais do que apenas uma tendência de tecnologia. Pelo contrário, ela se manifesta na interação entre as tecnologias: Inteligência Artificial (AI), Robótica, Mídia Social, Mobilidade, Computação, Nuvem, Análise de Big Data e a Internet das Coisas. Estimativas sugerem que, até 2050, serão 50 bilhões de dispositivos conectados à internet, criando uma era hiperconectada.

Seguindo tendências passadas, cada mudança tecnológica resulta no aumento das conexões entre as pessoas — e quando as pessoas se conectam, as economias crescem. Mas a mudança atual é muito mais significativa porque as conexões são estabelecidas entre as próprias máquinas, bem como entre seres humanos e máquinas. Tais conexões possibilitarão que a economia cresça a um ritmo ainda mais rápido, com uma estimativa de 150 a 170 trilhões de dólares em pouco mais de 30 anos.

O que é frequentemente conhecido como AI ou aprendizagem de máquina está no cerne de muitos desses avanços. Seu impacto transformador se tornou um assunto dominante em salas de reuniões em todo o mundo. Esse foi um tema importante na reunião do Fórum Econômico Mundial deste ano, por exemplo, com sólida presença na pauta dos líderes empresariais e políticos.

No entanto, embora exista um grande interesse nessa tecnologia emergente, não há um consenso claro sobre o que é a AI e o impacto que ela terá sobre o mundo. Nós da TCS encaramos isso não só como um sinal de cada vez mais consciência e empolgação, mas também como uma indicação da necessidade de mais informação e discussão. Afinal, a AI já está aqui, seja por meio do software de assistente pessoal – a Siri – da Apple, do Amazon Echo ou do call center da sua companhia de seguros, que rastreia automaticamente os dados do cliente a fim de melhorar cada experiência.

Investimos em um grande Estudo com base nas opiniões de 835 líderes empresariais em todo o mundo para entender como as pessoas veem o impacto da AI em suas organizações. Embora o estudo seja extenso, existem quatro áreas que se destacam:

Em primeiro lugar, o Estudo mostra que há uma clara correlação entre investimentos em AI e impacto nos negócios. Os principais investidores corporativos em AI gastaram cinco vezes mais do que os demais, o que resultou em um aumento de 16% ou mais na receita e uma redução de custos correspondente; enquanto aqueles que investiram em um ritmo mais lento obtiveram um modesto aumento de 5% na receita. O caso de negócios da AI fala por si.

Em segundo lugar, as empresas não veem a AI apenas como algo que seria aconselhável ter, mas como “essencial”, sendo que 84% dos entrevistados apontaram o papel protagonista da AI para gerar competitividade, e mais 50% viam a tecnologia como “transformadora”.

Em terceiro lugar, o impacto está se disseminando para além dos departamentos de TI. Apesar de 68% das empresas utilizarem a AI para funções de TI; até 2020, um total de 70% acredita que o maior impacto estará em outras áreas, incluindo Administração, Back Office, Vendas e Marketing. Finanças e Contabilidade também foram identificados como setores significativos para aplicações de AI, com 27% usando a tecnologia para negociações financeiras e problemas relativos a crédito do cliente.

E por fim, embora a visão global do impacto da AI seja unanimemente positiva, existem considerações importantes para se ter em mente. Sem falar nas percepções em torno do impacto sobre os empregos.

Nosso estudo constatou que esses receios podem ser exagerados. Apesar da tecnologia inevitavelmente levar à automação de determinadas funções, os líderes empresariais também estão confiantes de que acontecerá um movimento de ascensão para novos tipos de ocupações. Os dirigentes deram muito mais importância à adoção das tecnologias pelos funcionários, onde os novos sistemas seriam utilizados para impulsionar a capacidade de tomar decisões executivas e aproveitar a AI para identificar novas oportunidades de receita. O foco, ao que parece, não está em substituir os postos de trabalho existentes, mas trabalhar com os funcionários para extrair o máximo do novo conhecimento que as habilidades cognitivas da AI têm a oferecer.

Eu também acho que em meio à excitação em torno da AI é importante não esquecermos que ela constitui um aspecto de uma tendência mais ampla rumo à transformação digital. A AI é uma entre as muitas áreas da tecnologia que estão transformando os negócios — desde a Internet das Coisas até o big data e os aplicativos móveis. Trabalhando com organizações de todos os tamanhos, vemos cada vez mais uma necessidade de encontrar uma maneira de integrar essas partes móveis. E apesar de não haver uma solução fácil, tenho a convicção que boa parte da resposta está na criação de um núcleo digital que aproveite ao máximo os novos insights que as habilidades cognitivas da AI podem oferecer.

Isso inclui tudo: de sistemas prontos para um mundo digital até aplicações de última geração, e desde uma abordagem que prioriza a nuvem até uma sólida segurança. Trata-se igualmente de preparar o local de trabalho e assegurar que a organização conte com as pessoas certas e habilidades especializadas.

Somente com um núcleo digital fortalecido a organização pode realmente explorar os caminhos por onde inovações digitais como a AI conduzirão seus negócios. É aí que estamos vendo uma grande demanda – ajudando os clientes a erguer bases sólidas em torno do núcleo e buscando conselhos sobre como desenvolver e fazer as soluções digitais evoluírem (incluindo a AI) – para atender a seus desafios de negócios.

À medida que os tecnólogos ajudam as organizações a lidar com os desafios e oportunidades da transformação digital, tenho uma visão otimista quanto ao impacto positivo que tecnologias incipientes como a AI podem ter sobre as empresas e a sociedade. Nosso estudo mostra claramente que não estamos sozinhos na expectativa do impacto significativo que a AI terá. As empresas estão avaliando onde essa tecnologia terá a melhor aplicação, e isso não é uma tarefa fácil. O que está claro, porém, é que grandes investimentos estão sendo feitos e que praticamente nenhuma parte das operações de uma empresa permanecerá intocada.

Na TCS estamos empenhados em aproveitar o poder das tecnologias digitais para criar uma sociedade mais justa e inclusiva. Acreditamos fortemente que as tecnologias digitais existem como uma força vital e dinâmica para o bem. Isso significa que todos nós temos a responsabilidade de pensar sobre as oportunidades e encontrar soluções para os desafios. De minha parte, eu acredito que todos nós teremos grandes ganhos no futuro se abraçarmos esse novo paradigma da maneira certa.

K. Ananth Krishnan – Executive Vice President and Chief Technology Officer da Tata Consultancy Services (TCS), empresa de consultoria e serviços em TI.

Fonte: administradores.com.

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Likes não vendem e você precisa parar de focar sua estratégia somente neles

Pesquisa americana confirma que os famosos “likes” não se convertem em vendas. Uma palavra capaz de resumir o sucesso das campanhas online é “envolvimento”. E envolver um cliente é muito mais do que simplesmente ligá-lo a um produto ou serviço.

Likes no Facebook ou Instagram não são traduzidos diretamente em compras. A maioria das empresas pensa que essas interações sociais levarão a mais fidelidade de clientes e leads mais rentáveis. Isso não é necessariamente o caso.

Saiba mais sobre o assunto em administradores.com.

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Internet das Coisas promete transformar o marketing digital

O próximo grande game changer do mercado é sem dúvida a Internet das Coisas (IoT). Há uma verdadeira revolução por traz dessa tecnologia, e seu impacto será sentido em todos os aspectos da interação humano X máquina, e até mesmo humano X humano. As possibilidades são imensas, e o marketing digital não ficaria de fora.

Para os leigos no assunto, a IoT interliga diversos aparelhos eletrônicos através de tecnologia sem fio e uma linguagem única de decodificação dos dados multiplataforma. Ela basicamente coleta informações sobre uso de vários dispositivos, compartilha essas informações entre os aparelhos, e fornece um big data capaz de ser usado para solucionar problemas, fornecer maior conforto e segurança, além de ampliar a interação humana.

Na prática é possível controlar diversos aspectos e ambientes do cotidiano se utilizando de informações compartilhadas. Já emulamos isso em várias ocasiões, porém não de forma tão automática e inteligente. No marketing digital, que é o nosso foco aqui, temos diversas aplicações interessantes.

Cerca de 27% das empresas já utilizam feedbacks de dados obtidos com IoT em campanhas de marketing digital, e com isso conseguem alcançar seus objetivos e gerar ROI significante. O uso desses dados coletados através de diversos dispositivos, permitem que um perfil inteligente possa ser criado a partir das informações sobre cada indivíduo.

Com características mais próximas da realidade, atualizadas em tempo real, é possível descrever um perfil de usuário como sendo uma versão fiel de sua persona como consumidor. As ações de marketing criadas para ele, e somente para ele, serão as mais assertivas possíveis. O consumidor já não será impactado pelo que é direcionado à massa, mas sim àquilo que reflete suas necessidades e desejos reais.

O melhor é que essas informações são fornecidas de forma natural por parte do consumidor. São seus dados compartilhados de redes sociais, seu mecanismo de consumo cotidiano, nada que é um real segredo, mas que apenas é informação disponível e dispersa, hoje. Com o IoT tudo pose ser organizado de forma produtiva para empresas e consumidores.

A criação de uma campanha ou ação de marketing específica já é possível através de diversas ferramentas, mas não de forma tão completa, ágil e atualizada como através do que está vindo com a IoT. Vou citar exemplo interessante para que fique claro o alcance dessa tecnologia.

Supunha que você, leitor, possui uma oficina mecânica. Você quer ofertar um desconto para reparos, e tendo uma base de clientes, hoje pode enviar a eles um cupom por email, por exemplo. O cupom chegará à sua lista de clientes e pode até falar à alguns deles que precisem do serviço, mas é um tiro no escuro. 90% talvez só ignore, não se interesse por não precisar disso agora, ou porque sua mensagem foi ignorada como SPAM. 5% talvez precise do serviço e venha até você. Os outros 5% talvez reclamem de receber SPAM, se descadastrem de sua lista de contatos.

Talvez alguns deles critiquem o excesso de propaganda nas redes sociais. Agora se utilizando de uma estratégia que utiliza dados de IoT, a situação seria completamente diferente.

Uma pessoa anda em seu carro na estrada e recebe um alerta de defeito em uma das luzes do painel. Ela não sabe qual o problema e não conhece as redondezas. Nesse momento o próprio sistema do carro diagnostica o defeito. Ele envia esses dados para um dos sensores de IoT. Ele cruza os dados que sua empresa possui como oficina mecânica.

No celular do motorista ele recebe uma peça de marketing falando justamente sobre avaliação e reparo de carros, indicando sua oficina como a mais próxima, oferecendo a ele algum desconto, e até indicando serviços auxiliares em caso de, por exemplo, ele precisar passar a noite a espera do carro.

O cliente recebeu: solução específica para ele, não se chateou com propaganda inoportuna, ganhou desconto, teve serviços auxiliares apresentados a ele, e sua oficina atendeu um cliente assertivo, manteve uma base de clientes fiel, impactou quem realmente precisava dela, e nesse caso, o retorno pela ação promocional foi de 100%, já que ela falou apenas com as pessoas que realmente precisavam de reparos em seus automóveis.

Outro aspecto é que se for um problema de fábrica, os dados também podem ser enviados à montadora, ajudando essa a prevenir a fabricação defeituosa de novos veículos, e até a ajudar a organização uma ação compensativa para os proprietários, assim como um recall.

Pode parecer simples, mas faz toda a diferença. Pode parecer ficção científica, mas já é feito. Claro que ainda estamos longe de um cenário perfeito, mas muito já fazemos. O marketing digital é construído em cima desse tipo de tecnologia que oferta, acima de tudo, a certeza da oferta a quem realmente procura.

Fonte: administradores.com (Matéria de Daniel Galvão – Especialista em marketing digital e Diretor da CRP Mango).

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7 erros fatais dos empreendedores iniciantes

Várias pesquisas apontam que um dos maiores sonhos do brasileiro, é abrir o próprio negócio. Ao abrir a empresa, descobre que apenas dedicação não resolve, pois é preciso ter alguns conhecimentos para que o sonho não vire um pesadelo.

Um dado preocupante do IBGE (set/2016) diz que, de cada 10 negócios abertos no Brasil, 6 fecham antes de completar 5 anos.

Abaixo os 7 maiores erros cometidos pelos empreendedores novatos:

1- Plano de negócios

ERRO: deixar de pesquisar o mercado, as ações da concorrência e não estabelecer objetivos bem definidos.

DICA: antes de abrir as portas, faça uma pesquisa criteriosa sobre tudo que cerca o negócio e trace metas quantitativas claras para não começar com o pé esquerdo.

2- Clientes

ERRO: não planejar a comercialização. Uma coisa é ter uma boa ideia, outra coisa é saber como encontrar o cliente. A escassez de clientes costuma ser fatal.

 DICA: se o cliente não vem, não fique esperando, seja proativo e vá em busca dele. Distribua panfletos, promova eventos, faça parcerias, divulgue na internet, visite empresas e órgãos públicos. É preciso “cacarejar”. Não adianta colocar um outdoor no porão. Faça os outros descobrirem seu ponto de venda.

3- Finanças

ERRO: misturar as contas da empresa com as finanças pessoais. Colocar tudo na mesma gaveta é um perigo enorme!

DICA: separe as contas. Crie um fluxo de caixa pessoal, outro da empresa e uma planilha relacionando todas as contas a pagar e receitas. Corte seus custos. E, a partir daí, vá renegociar as dívidas com as instituições financeiras e fornecedores

4- Burocracia

ERRO: não estudar o melhor regime tributário, não saber as obrigações fiscais a serem cumpridas e deixar de lado alguns controles internos.

DICA: identificar o melhor tipo de regime tributário para o negócio, saber os impostos a pagar e incluir isso no cálculo de custo do produto, para trabalhar pagando o menos possível de impostos, mas dentro da lei. E, providenciar alguns relatórios com os registros de entradas e saídas de estoque e recursos é algo primordial, pois isso poderá nortear para as decisões e o rumo do negócio

5- Capacitação

ERRO: não reservar um tempo para a melhora contínua. Aprender com os próprios erros custa caro e, ás vezes, quando se percebe é tarde demais.

DICA: qualificação própria e da sua equipe. Participe de cursos e treinamentos de temas como gestão, vendas, finanças, assim, você se capacita e aprende com os erros dos outros. Isso é mais fácil e barato.

6- Diferencial

ERRO: ser mais do mesmo. O pequeno empreendedor fica tão envolvido na correria cotidiana, só dedicando tempo para as atividades operacionais, que normalmente se esquece das ações estratégicas da empresa.

DICA: reserve um tempo para pensar no futuro do seu negócio, mesmo que seja 30 minutos por semana, mas pare para refletir sobre qual será sua próxima inovação e diferencial perante a concorrência.

7- Mitos

ERRO: achar que vai trabalhar menos e que não terá patrão. Tem sim, o cliente é o patrão do empresário. Cuidado, às vezes, ele não perdoa uma única falha.

DICA: se prepare para trabalhar muito, mas é extremamente motivador e recompensador perceber os resultados aparecerem. Esse é o grande gás do empreendedor, mudar a vida dele e a dos outros para melhor.

O que podemos concluir das dicas acima é que precisamos mudar um pouco a cada dia. Imagine você mudando apenas 5 centímetros a sua direção. Em 30 dias o seu caminho será completamente outro.

Não tenha tanto medo das tempestades, afinal, são os mares bravios e agitados que costumam formar os melhores marinheiros.

Fonte: administradores.com (Matéria de Erik Penna).

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Whatsapp fica indisponível não só no Brasil

Desde o início da tarde desta quarta-feira (3), vários usuários têm relatado dificuldades para enviar e receber mensagens através do Whatsapp. Devido a suspensões anteriores do serviço no Brasil, chegou-se a cogitar a possibilidade de o aplicativo ter sido bloqueado por mais uma medida judicial. Mas não houve comunicação nesse sentido por nenhum órgão de justiça e relatos provenientes de outros países reforçam a possibilidade de o problema estar relacionado a alguma instabilidade nos servidores centrais do serviço.

Em pelo menos outros três países além do Brasil – Alemanha, Turquia e Itália – há relatos de instabilidades no aplicativo.

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Mudanças climáticas resultam em estranhos animais híbridos

Imagine o cruzamento entre um urso polar e um urso pardo. Ou um coiote com um lobo.

Pode parecer estranho, mas é exatamente isso que está acontecendo em razão das alterações climáticas causadas pelo homem.

Trata-se de uma pesquisa realizada pela Universidade de Tuscia, na Itália, cujo resultado aponta vantagens e desvantagens ao meio natural. Saiba mais.

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Fiat convoca recall de veículos Toro e Jepp Compass

FCA Fiat Chrysler Automóveis Brasil deu início a uma campanha de recall dos veículos Jeep Compass e Fiat Toro, ano/modelo 2016 a 2017 e motor 2.0 diesel. A medida foi motivada pelo não funcionamento do dispositivo de emergência, que permite o desligamento do motor com o veículo em movimento. Isso provoca risco de colisão e consequentes danos físicos e materiais ao condutor, a passageiros e terceiros. Ao todo, a campanha abrange 10.486 veículos.

Saiba mais.

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Dizem que é saudável, mas esta bebida destrói a tireoide e causa deficiência de vitamina D!

Você bebe leite de soja e come carne de soja e acha que isso faz muito bem à sua saúde? Então é bom ler este artigo até o fim.

No mundo inteiro, o setor de soja movimenta uma fortuna.

E tentam nos fazer acreditar que devemos consumir soja porque ela faz muito bem.

Será verdade?

Resultado de imagem para sojaPropagada como um alimento rico em proteínas, baixo em calorias, carboidratos e gorduras, sem colesterol, rico em vitaminas, de fácil digestão, um ingrediente saboroso e versátil na culinária, a soja, na verdade, é mais um conto do vigário do qual a maioria é vítima.

A soja vem da Ásia, mais especificamente da China.

Porém os chineses só consumiam produtos fermentados de soja, como o shoyu e o missô, os melhores produtos da soja.

Não é à toa que os antigos chineses não se alimentavam do grão de soja.

Hoje a ciência sabe que ele contém uma série de substâncias que podem ser prejudiciais à saúde e que recebem o nome de antinutrientes.

Leia a matéria até o fim.

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